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Arquivo : Blunderbuss

Jack White começa 2013 do jeito que terminou 2012: bombando
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Lúcio Ribeiro

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Nem bem começou 2013 e já vamos falar de Jack White, ele. Um dos grandes nomes do ano passado por causa especialmente de seu ótimo disco solo “Blunderbuss”, Jack foi figurinha carimbada nos grandes festivais e em programas de TV.

E é na telinha que Jack inicia o novo ano. Vai ao ar na noite de hoje na TV americana a apresentação que ele gravou para o sempre delicioso Austin City Limits, em outubro passado.

A apresentação será exibida na íntegra e tem Jack em performance com suas duas bandas de apoio, a de meninos e a de meninas. Soltaram uma prévia do programa com duas das melhores do seu disco de estreia. Tem White Stripes e outras coisinhas no set, claro.

* O setlist do show
Freedom at 21
Dead Leaves and the Dirty Ground
Missing Pieces
Cannon/John the Revelator
You Know That I Know
Blunderbuss
Love Interruption
Hypocritical Kiss
Screwdriver/Blue Blood Blues
I’m Slowly Turning Into You
Top Yourself
We’re Going to Be Friends


O rap do Jack White!!
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Lúcio Ribeiro

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* Roda os blogs americanos e ingleses desde ontem à noite o preview que soltaram da música “Blues on Two Trees”, nova canção do guitarrista blueseiro Jack White, ex-White Stripes. E todo mundo destacando que, na música, lado B do espetacular single “I’m Shaking”, lançado hoje no iTunes e “vivo” em vinil de 7 polegadas, White está ousadamente se projetando ao rap, talvez um dos poucos estilos musicais em que não fez um crossover na vida.

“I’m Shaking” é single tirado de “Blunderbuss”, disco solo de Jack White que está fácil na lista dos melhores de 2012. O álbum também ganha agora uma edição em vinil dupla e ao vivo recheada de músicas do White Stripes, chamado “Live at Third Man Records”, em vinis azul e preto. A fabriquinha de Jack White é intensa.

A linha que White manda o rap, pelo menos no preview de “Blues on Two Trees”, é assim: “Three trees lying on the side of the road/ One tree barks, ‘Where the hell do we go?’”. Cante junto com Jack White.
Sem mais.

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As meninas, os meninos e os dois Jack White
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Lúcio Ribeiro

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O dândi Jack White não para. Dono de um dos melhores discos e turnê mais concorrida de 2012, a alma gêmea musical da Meg lançou um novo vídeo para “I’m Shakin”, uma das ótimas faixas de seu primeiro álbum solo “Blunderbuss”, lançado no primeiro semestre.

Sem muita firula para a faixa “heavy blues” do disco, Jack mostra no novo recorte visual as duas bandas que o acompanham em todos os shows. Uma formada só por meninas, outra só por marmanjos.

Na discussão de qual é a melhor, as duas bandas se enfrentam. Para não rolar muita briga interna na questão de preferências, Jack se desdobra em dois e enfrenta ele mesmo no vídeo. Cool.

O single de “I’m Shakin” será lançado em formato vinil 7″ com a b-side inédita “Blues on Two Trees”.


Popload entrevista: JACK WHITE – “Tocar no Brasil? Não vejo a hora. Se o país não fosse tão longe, iria três vezes por ano”
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Lúcio Ribeiro

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* A Folha de S.Paulo publicou hoje, na Ilustrada, uma entrevista que fiz com mister Jack White, assombroso guitarrista e dono de um dos melhores discos do ano, já. Como sempre, a gente replica aqui na Popload na versão maior, sem cortes e tal. Ladies and gentlemen, JACK WHITE Extended Version.

O talentoso músico americano Jack White tem um urubu no ombro na capa de seu disco, o recém-lançado “Blunderbuss”, muito provavelmente já inscrito na lista de melhores álbuns do ano mesmo estando longe de dezembro.
Além da ave negra, as letras do primeiro álbum solo da já longa carreira de White é muito sobre perdas, mudanças. O guitarrista não faz muito tempo acabou com seu casamento e botou um fim de vez na extrafamosa dupla White Stripes.
Apesar da carga sombria que acompanha o disco desde capa, letras e músicas, “Blunderbuss” é bastante iluminado. E White parece estar muito feliz por toda a repercussão em torno dele.
“As pessoas costumam achar que rompimentos são sempre trágicos. Não são. O fim de uma banda ou de um relacionamento não necessariamente é algo negativo”, White, em entrevista à Popload por telefone.

Ah, então você vir agora com um trabalho solo depois de integrar algumas bandas famosas não expressa o sentimento de “Eu quero ficar sozinho”?
“Foi acidente. O White Stripes acabou e o pessoal do Raconteurs e do Dead Weather está muito ocupado no momento com suas outras bandas. E essas músicas que eu botei no disco começaram a sair e me vi sozinho”, contou White. “Mas nada planejado e nada demais, também. Só me pareceu o jeito mais fácil.”

Não é fácil acompanhar a mente de Jack White. Quem o segue desde os tempos de White Stripes, que ajudou no começo dos 2000 a dar uma mexida no estado de ânimo da música jovem, sabe disso.
Primeiro injetou blues no indie e popularizou um formato de “banda de dois” só com guitarra e bateria, sendo que a baterista, mulher, nem era lá uma graaande baterista. Depois, no auge dessa, inventou outra, uma banda de amigos. Na sequência, uma supergrupo indie com um povo de outros grupos famosos. Agora, saiu solo, fez um disco que tem punk, country, blues, rock clássico, Queen. E montou DUAS bandas para acompanhá-lo: uma só de garotas, outra só de rapazes. Como ele explica esse “estranho mundo de Jack”?

“Eu nunca quero ficar quieto, parado. Preciso sempre seguir em frente. É difícil, porque o mundo do showbiz envolve fazer a mesma coisa o tempo todo! Este álbum saiu em meio a sessões minhas com vários músicos, e fui incluindo mais e mais gente na gravação do disco. Até que, quando chegou a hora de apresentar essas músicas ao vivo, decidi levar duas bandas comigo! Para que isso fosse um desafio”, explicou.
“Se você está em uma banda como o White Stripes, eles dizem o que você deve fazer, que você tem que ficar naquela banda por muito tempo e provavelmente fazer quatro ou cinco discos ruins na sequência. E só então parar. Não fizemos isso.”

Jack continuou: “Você não deve começar uma turnê pela América do Sul para promover um disco, se quiser lucrar. Com o White Stripes, fizemos isso e perdemos dinheiro, mas era o que queríamos fazer! Você não deve ter duas bandas na turnê como eu estou fazendo agora. Bad business! [Risos] Mas eu quero que assim aconteça! Não ligo para as regras. E é por isso que está dando certo. Se você é a Britney Spears e toma esse tipo de decisão, a sua carreira vai pro espaço! Tenho sorte que estou em uma posição na qual posso tomar essas decisões.”

E o urubu? “Foi um amigo que colocou ele lá. Pensando nas letras e nas coisas que estavam na minha cabeça, ele tinha que estar ali. E parece, na foto, que estamos fazendo amizade. Ou que fiquei amigo da morte”, disse. E sorriu.

**** + JACK WHITE, AGORA EM TÓPICOS

– “BLUNDERBUSS” – “Não sei se consigo responder como eu definiria esse disco. Você está perguntando para a pessoa errada. Eu penso em todas as músicas individualmente e não consigo vê-las como um todo. Cada uma desempenha um papel no disco e faço todas elas como se fossem o lado A do single! Quando eu comecei a mixar o disco, comecei a colocar as peças no lugar de uma maneira que elas funcionassem como um todo e fizessem sentido.”

– WHITE STRIPES – “Não vai haver volta. Acabou de vez! O que eu amo nisso tudo é que nós nunca fizemos nada de que não nos orgulhássemos. Não há uma música sequer que a gente tenha lançado e não ame. E isso é um histórico maravilhoso quando você olha para trás. A maioria das minhas bandas preferidas lançaram álbuns ruins e passaram anos nesse conflito. Nós nunca fizemos isso! Passamos treze anos juntos, é muita coisa, muita música.”

– AMAZONAS, 2005 [Sobre ter se casado no Rio Amazonas com um padre e um pajé e tocar no Teatro Amazonas, em Manaus, um lugar onde bandas internacionais não costumam tocar] – “As duas coisas aconteceram no mesmo dia, 1 de junho. Foi uma experiência incrível para mim, do começo ao fim. Casar de manhã no Amazonas e tocar no teatro à noite. Impressionante. Na verdade, nunca mais voltaria a Manaus para outro show, porque não gostaria de recriar aquele momento da minha vida. Foi bonito demais. Um dos melhores dias da minha vida.”

– BRASIL EM BREVE? – “Claro que sim, não vejo a hora! Queria que o Brasil não fosse tão longe, senão eu iria umas três vezes ao ano!”

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Jack White e sua banda de meninos. Jack White e sua banda de meninas
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Lúcio Ribeiro

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* Popload em Indio, Califórnia. Coachella 2012. Com um olho na Alemanha. Aqui é assim, não é Jack?

E ele não para, Brasil. Jack White, uma das mentes mais brilhantes deste novo século, participou ontem de um programa famoso da TV alemã, o De Harald Schmidt Show.

Divulgando seu novo álbum “Blunderbuss” – lançamento previsto para semana que vem – Jack mandou ao vivo as ótimas “Sixteen Saltines” e “Freedom At 21”, duas das minhas preferidas.

Como o Jack não é lá muito normal e precisa sempre inventar alguma coisa, ele tocou cada música com uma banda diferente. “Sixteen Saltines” teve só meninas na banda. “Freedom At 21” só meninos. Esse Jack…

Veja as duas canções em sequência, no vídeo abaixo.


Esqueça o White Stripes. O disco solo do Jack White é um absurdo!!
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Lúcio Ribeiro

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* Claro, não esqueça, não. Eu estava brincando. Botei isso no título para parecer dramático…

* Mas, no meio da muvuca do Coachella, vazou nas últimas horas o disco solo do guitarrista (e pianista e…) Jack White e o foco pop agora está dividido. “Blunderbuss”, que sai na semana que vem na Inglaterra e EUA, é muito bom da primeira faixa até a última. Em seus créditos, parece, indica que ele foi inteiramente gravado e produzido por Jack White. As letras todas são dele. O álbum é lançado pela gravadora dele. Você conhece o Jack…

* A brincadeira é que em “Blunderbuss” tem ATÉ os rasgos estridentes da guitarra punk-blues suja de mister White, mas não só. Tem Jack no piano, Jack cantando como nunca, Jack pop, Jack country, Jack indie, Jack anos 70 rock é rock mesmo. O disco é completo e as canções, muito boas.

* Você não viu nada se só escutou até agora os singles, “Love Interruption” (juro, a “pior” do disco, para dar uma idéia) e “Sixteen Saltines”. “Blunderbuss” já começa grande com “Missing Pieces”, que tem Jack em várias vozes e um piano dando o ritmo da música que é de matar. E, claro, a guitarra de Jack. A música tem fases, tem letra forte. Uma delícia. Vem “Sixteen Saltines” e o álbum já começa a mostrar as faixas da categoria “absurdo”, principalmente com a terceira, “Freedom is 21”, a do single do balão.
“Freedom is 21” é cheio de eco e começa marcada pela bateria, daí entra a guitarra com a marca que vai atravessar a música para Jack White brilhar em volta. Estamos em Nashville. Pelo que eu entendi, tem um duelo de guitarra com o órgão no meio que dá vontade de organizar uma festa em algum lugar só para tocar essa música na pista bem alto.

* A partir daí, e depois de “Love Interruption”, disco vai e vem para todos os lados da música, cada hora elegendo um “personagem principal”: o piano, a voz de White, a guitarra… Neste balaio roqueiro tão moderno quanto regressivo, minhas favoritas são as espetaculares “Weep Themselves to Sleep” (essa tem um quê de ópera!) e “I’m Shakin'” (e essa, bluseira, podia ser do White Stripes, se a Meg fosse uma baterista de verdade). Sobre a linda “Hip (Eponymous) Poor Boy”, você começa a entender um dos caminhos de “Blunderbuss”. Jack White se aproxima de um lado rock-ópera teatral tipo Queen. Isso explica “Weep Themselves to Sleep” também, a que eu citei antes.

* Jack, que começou no novo rock como um guitarrista singular, agora pode ser chamado de um músico plural.

* Não vou falar de outras faixas “Blunderbuss” agora, senão vocês vão achar que é meu disco do ano. E, olha, vou dizer que…

************ Ouça as ótimas “Freedom Is 21” e “I’m Shakin'”

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Jack White em foto de março agora, fazendo um show “pop-up” de duas músicas em frente ao ônibus de sua gravadora, a Third Man Records, numa hora qualquer no último South by Southwest, no Texas

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O fantástico mundo de Jack White e suas criancinhas possuídas
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Lúcio Ribeiro

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Não dá para explicar muita coisa. É bom ver o clipe. Jack White resolveu fazer um vídeo perturbador, cheio de “kids” mais perturbadores ainda, para “Sixteen Saltines”, pedrada sonora que está no álbum “Blunderbuss”, seu primeiro álbum solo, que será lançado dia 23 de abril. O single será lançado em vinil 12”, dois dias antes, no Record Store Day.

Único adulto no vídeo, Jack vê o mundo ser dominado pela revolta de moleques possuídos. Olha aí.


Música do ano (?!) – Jack White, “Sixteen Saltines”
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Lúcio Ribeiro

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* Popload em Austin, Texas. Sxsw 2012.

A Popload já destacou aqui, semana passada, “Sixteen Saltines”, som com guitarra bem plugada, no talo, que é um dos oferecimentos sonoros que Jack White trará em “Blunderbuss”, seu álbum solo que tem lançamento previsto para 23 de abril.

Acontece que a música, em versão estúdio, foi divulgada na internet ontem, pelo próprio White. E o peso é ainda maior. Ouve aí.

* Jack é uma das atrações mais esperadas para esta semana musical do South by Southwest, aqui em Austin. Lembrando que, ano passado, ele fez um show surpresa, tocando num estacionamento, em um ônibus.

Tô esperando ele voltar com esse busão agora com o nome Blunder-BUS. Diz aí se não é uma ótima ideia?!


Feliz Dia dos Namorados, com o Jack White
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Lúcio Ribeiro

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Enquanto o White Stripes não anuncia seu retorno, vamos nos divertindo com “Blunderbuss”, álbum solo de Jack, previsto para ser lançado dia 24 de abril através de seu selo, Third Man Records.

Hoje, aproveitando o gancho do Valentine’s Day, Jack divulgou o vídeo de “Love Interruption” – primeiro single do projeto – que foi lançada semana passada.

No vídeo, dirigido pelo próprio, Jack é acompanhado por uma banda feminina.

* E enquanto Jack White não volta ao Brasil, ele anuncia shows a serem realizados nos Estados Unidos, em março. Vem, Jack.


Jack White e seu novo projeto. Chamado… Jack White
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Lúcio Ribeiro

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Enquanto o White Stripes não volta logo, a metade vermelha (ou branca?) do duo dá as caras. Mente criativa também do Raconteurs e do Dead Weather, o incansável Jack White – cantor, guitarrista, produtor e outras coisas mais – finalmente lançará seu primeiro álbum solo. “Blunderbuss” tem lançamento previsto para o dia 24 de abril, via Third Man, sua própria gravadora.

O primeiro single, “Love Interruption”, chega às lojas em formato vinil no próximo dia 7 de fevereiro, tendo a inédita “Machine Gun Silhouette” como b-side, mas já está disponível para audição. Ouve só.


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