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Três notícias boas: Cat Power vem. Morrissey deve retornar aos palcos em breve. Morrissey pode voltar ao Brasil
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Lúcio Ribeiro

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Simples assim. Na linha “bom demais para ser verdade” do 1º de abril, notícias relacionadas a dois nomes que amamos estão chacoalhando o mercado de shows latinos nas últimas horas. Primeiro, Cat Power, a musa indie, tem passagem confirmada pelo Brasil, como a Popload destacou na semana passada. Muita gente que foi ao festival Lollapalooza neste final de semana ficou eufórica quando viu, em diversos intervalos dos shows, a foto da moça nos telões, confirmada como atração da GEO Eventos, empresa que produz a versão brasileira do festival do Perry Farrell. Cat Power vem ao Brasil na segunda quinzena de maio. As datas devem ser anunciadas nos próximos dias.

Já o semi-Deus Morrissey, parece, tem boas notícias para nossos corações aflitos diante do que se ouviu dele nas últimas semanas. Recomendado pelos seus médicos a abandonar os palcos, o maior britânico vivo, naquela bombástica entrevista para uma rádio mexicana, havia dito entre diversas coisas importantes que a intenção dele era voltar ao México em junho não só para remarcar o show cancelado do mês passado, mas também para visitar outras cidades pouco exploradas do país.

Agora, o importante site True-To-You, espécie de canal quase-oficial do cantor, relata que Morrissey deve voltar aos palcos nessa época desejada por ele. E sim, no México, onde faria cerca de sete shows. A segunda parte da ótima notícia do retorno do artista britânico aos palcos é que, após o México, Morrissey pode descer para a América do Sul e passar por Brasil, Argentina, Chile e Peru, pouco mais de um ano após sua visita mais recente, que aconteceu no início do ano passado.

Bom a gente ficar de olho nisso, já que o papo é muito bom, mas também meio esquisito, especialmente diante daquela entrevista recente no México, do desânimo e vulnerabilidade aparentes do cantor, sem falar que a galera americana anda nervosa com o cancelamento da turnê de 22 shows dele no país. Vamos aguardar.


Glastonbury volta com “mil shows”, entre eles Arctic Monkeys, Mumford and Sons e um tal de Rolling Stones
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Lúcio Ribeiro

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* Esses aqui, os Stones.

Maior festival de música do mundo, o Glastonbury, realizado anualmente numa fazenda no interior da Inglaterra, volta nesse ano de 2013. O grande evento que para a Inglaterra todos os anos desde os anos 70 não foi realizado em 2012 devido aos Jogos Olímpicos. Sua edição 2013, que acontece entre os dias 28 e 30 de junho com centenas de shows, terá nada menos que os Rolling Stones como sua principal atração. Os outros headliners são “sangue novo”: Arctic Monkeys e Mumford and Sons.

Junto com eles, uma enxurrada de bandas boas também vai se apresentar no lamaçal que costuma tomar conta do festival, constantemente “abençoado” pelas tempestades de verão. Nick Cave and The Bad Seeds, Primal Scream, Portishead, The xx, Foals, Smashing Pumpkins, Tame Impala, Public Enemy, Cat Power, Horrors, Palma Violets, Crystal Castles, Phoenix e até a Sinéad O’Connor formam tipo 5% da programação. Talvez até menos.

O Glastonbury atrai visitantes de toda parte, tem centenas de shows, dezenas de palcos, muita chuva, muita lama e é ponto de encontro de todos os gêneros e rótulos possíveis do mundo da música. Na virada de 2010 para 2011, ficou decidido que o Glastonbury 2012 não seria realizado. Além da organização do festival aproveitar a parada para fazer alguns ajustes (inclusive financeiros), as autoridades inglesas sugeriram que o evento não acontecesse ano passado devido ao alto número de policiais que se preparava para trabalhar nas Olimpíadas de Londres, o que poderia atrapalhar a parte de segurança. Além disso, a própria estrutura física do local estaria comprometida, pois muitos banheiros químicos, por exemplo, foram alugados a “preço de ouro” pela organização dos Jogos Olímpicos na época.

O festival é tão huuuuuge que ano passado o Guardian, big jornal inglês, posicionou uma webcam na Worthy Farm e deixou ela online durante o final de semana que, em tese, aconteceria o evento. No lugar das 200 mil pessoas, lama, shows e barracas, dava pra ver só as vaquinhas da fazenda. Mais de 50 mil pessoas assistiram o Glastonbury que NÃO aconteceu ano passado. Haha.

O pôster com os “mil shows” do Glasto vem logo abaixo.


Cat Power vai matar saudades do Brasil
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Lúcio Ribeiro

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Em dezembro passado, a Popload destacou que a Cat Power estava de coração partido, com saudades do Brasil. Ela, que voltou à sua fase louquinha, lançou ano passado o ótimo disco “Sun”, aquele em que ela escreveu todas as músicas em fase deprê/nervosa pós-fim de relacionamento, gravou tudo sozinha e ATÉ cortou o próprio cabelo para estrelar a foto de capa.

Mas, pelo visto, a inconfundível e adorada Chan Marshall vai matar toda essa saudade dos brasileiros. A cantora, que tinha visita programada para a região em novembro, depois jogou para fevereiro, finalmente vem para a América do Sul na segunda quinzena de maio, é o papo do momento.

Cat Power deve visitar Chile, Uruguai, Argentina e, claro, o Brasil. Os shows por aqui devem acontecer antes do dia 22. A princípio, São Paulo e Rio de Janeiro estão “fechados”. Recife aparece como opção. Dia 22 ela toca em Buenos Aires. Dia 25, Santiago. Dois dias depois, ela se apresenta em Montevidéu.

A Popload destaca abaixo um vídeo de um dos shows mais recentes da diva indie, que recém excursionou pela Austrália. Vem, gata.


Cat Power diz que está com saudades do Brasil
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Lúcio Ribeiro

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Faz pouco tempo, a Popload externou sua alegria em ver a musa Cat Power voltando para sua fase “doidinha”. Depois de lançar o ótimo álbum “Sun”, um dos melhores de 2012, em que ela gravou tudo e cortou o próprio cabelo para estrelar a foto de capa, Chan Marshall apareceu loira, de moicano Neymar, e anda causando poucas e boas por aí.

Cat Power estava com praticamente tudo encaminhado para tocar no Brasil mês passado. Depois jogou sua visita aos latinos para fevereiro. Agora, o papo é de que ela só vem no período pós-Coachella (fim de abril para frente), já que antes do mega-festival da Califórnia ela tem uma turnê a cumprir pela Austrália.

Mas a própria cantora já está na vibe latina. Nesta semana, ela postou em seu #insta duas fotos relacionadas à América do Sul. Primeiro, postou um mapa da região. Em seguida, uma foto do Rio de Janeiro, dizendo estar com saudades do Brasil.

Estamos de olho, Chan.

Tags : cat power


A monotonia ao vivo de Cat Power em HD, ontem em Nova York
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Lúcio Ribeiro

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* No meio da turnê de seu disco novo, “Sun”, lançado em setembro, a cantora e guitarrista atual só cantora loira moicana Cat Power miou suas músicas novas ontem no Hammerstein Ballroom, em Nova York. As performances de Chan Marshall ao vivo mostrando o disco novo vão dar muito o que falar até 8 de novembro, quando ela encerra essa etapa americana em Los Angeles. Ouvi dizer que ela fez um excelente show no México, recentemente. Mas esses shows na tour pelos EUA tem chamado mais atenção pelas luzes do palco e os instrumentos todos usados do que, necessariamente pelas músicas. Quando o show está em seu melhor, ele está monótono, andei lendo.
Xi, Chan.

E, claro, teve quem gostou, tipo o Pitchfork: “Amazing”.

Obs.: o dono dos vídeos abaixo, do show, pede para esperar as imagens clarearem, porque os começos de música são sempre escuros.

** A foto que abre o post foi kibada do “Pitchfork”, clicada pelo excelente fotógrafo Ebru Yildiz.

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O vídeo bizarro de Cat Power (+ quem ganhou o CD dela autografado para a Popload)
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Lúcio Ribeiro

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* Cat Power finalmente solta o vídeo inteiro de “Cherokee”, onde ela está loira e lutando (ou não) contra zumbis em um deserto. Mas no fim ela vence. Acho que é isso. Ela mesma dirigiu o vídeo. “Cherokee” é a bela faixa de abertura do álbum “Sun”, recém-lançado nono disco da cantora e guitarrista americana, o primeiro em seis anos. O disco e a demora dele têm a ver com o rompimento da musa indie com o seu marido, o espertíssimo ator Giovanni Ribisi. Em “Cherokee”, que já tem remix por aí até de gente como Nicolas Jaar, a gata power Chan Marshall canta coisas do tipo “Never knew love like this” e “Never knew pain like this”. Barra.

*** Saiu o resultado da promoção do disco “Sun”, autografado especialmente para a Popload, que eu peguei com a cantora em Los Angeles, há duas semanas, no dia do lançamento do álbum. Quem faturou a raridade foi… PATRICIA SATO.
Patricia, entre outras coisas sobre Cat Power, disse entre outras coisas como “O poder da sua música me possibilitou conhecer pessoas do mundo todo”. O disco autografado está em boas mãos.


A loira Cat Power e o autógrafo para a Popload
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Lúcio Ribeiro

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* Popload em Los Angeles.

* “Você me é familiar”, disse a cantora e guitarrista Cat Power, em uma nova versão loira, quando me aproximei dela para catar um autógrafo em seu CD novo, “Sun”, lançado ontem nos EUA. Chan Marshall apareceu de look novo na gigantesca Amoeba Records, em Hollywood, no dia do lançamento de seu primeiro álbum de inéditas em seis anos.

((O CD autografado de Cat Power, este aí em cima, está automaticamente disponível para sorteio aqui na Popload, entre os que se candidatarem aí nos comentários.))

“Deve ser porque te entrevistei uma vez, há bastante tempo. Você tem uma memória muito boa…”, respondi.
“Dificilmente eu esqueço um rosto. Você é de onde? Do Brasil? Definitivamente quero tocar lá, o mais breve possível. Me ajuda?”, mandou ela, meio brincando.
“Olha, conheço uma casa de shows em que você ficaria bem tocando lá…”, falei, sem levar o papo adiante, haha.

Chan Marshall, ainda a gata poderosa, começa a turnê do disco novo em outubro. Vai que ela ainda consegue aparecer no Brasil, mesmo, ainda neste ano. Vai que…
Ontem ela ainda soltou um teaser de seu vídeo novo, o do segundo single, “Cherokee”, onde mostra o cabelo loiro pela primeira vez. Mostrou no vídeo e postou uma foto no Instagram e no Twitter, com a loirice. O (mini-mini)teaser, dirigido pela própria Chan, você vê abaixo:

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Cat Power descobre a eletrônica e tenta se livrar de suas tensões em “Sun”
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Lúcio Ribeiro

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Será lançado “oficialmente” na próxima semana, dia 3, o novo e aguardado álbum da esquisitamente fofa Cat Power, pelo selo cool Matador. “Sun”, o disco novo da Chan Marshall, foi gravado todo por ela, tocando todos os instrumentos. Ela também “fez” a capa, pois cortou o cabelo sozinha. Depois de “Ruin”, o primeiro single, e a faixa de abertura “Cherokee” terem dado uma boa noção do que viria por aí, uma Cat Power electroindie, é possível agora ouvir o álbum na íntegra, em cortesia da NPR.

O disco “nasceu” a partir de problemas pessoais (sentimentais) da Cat Power. Ela de cabelo curtinho na capa tem um tom triste e de desabafo por causa de seu rompimento com o ótimo ator independente Giovanni Ribisi, que deu um fora nela para casar, em dois meses, com a modelo inglesa Agyness Deyn, presença frequente de baladas indies de Nova York. De raiva, ela cortou muito o cabelo, sozinha em casa, pegou o avião e foi acabar o disco na França. E essa atmosfera tensa, segundo ela, poderá ser facilmente captada em “Sun”, o primeiro álbum dela em 6 anos.

Vai, Chan.

* “Sun”, o tracklist.
1 Cherokee
2 Sun
3 Ruin
4 3,6,9
5 Always on My Own
6 Real Life
7 Human Being
8 Manhattan
9 Silent Machine
10 Nothin But Time
11 Peace and Love


Nova da Cat Power fase “novela das 9”. Para melhorar, em remix do Nicolas Jaar
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Lúcio Ribeiro

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* Com disco a ser lançado oficialmente no dia 3 de setembro, mas que tem dias já rola soltinho na internet, a gata Cat Power volta a ser assunto em todo lugar com “Sun”, seu quinto álbum, o primeiro de inéditas em seis anos. O primeiro single do disco, “Ruin”, chegou recentemente aos nossos ouvidos. Hoje, ela soltou outra música, Cherokee”.

Chan Marshall, o nome real Cat Power, sempre foi uma pessoa um tanto esquisita. Lembro até uma vez que, num camarim em Londres, pré-show, ela chegou e disse para mim, na lata, que…

Enfim, o “esquisitismo” da Cat Power, no disco novo, se traduz em um flerte eletrônico dela, um “novo experimento” que ela vem dizendo, em entrevistas, que está deixando as músicas dela mais interessantes, haha. A Cat Power descobriu a eletrônica.

Tanto que, em “Cherokee”, o single novo, ela surtou no Twitter nas últimas horas anunciando o remix que o genial DJ e produtor americano Nicolas Jaar fez para a canção.

Antes de botar “Cherokee” para tocar, a fofoca indie. “Sun” e a capa do disco, ela de cabelo curtinho, tem um tom triste e de desabafo por causa de seu rompimento com o ótimo ator independente Giovanni Ribisi, que deu um fora nele para casar, em dois meses, com a modelo inglesa Agyness Deyn, presença frequente de baladas indies de Nova York. De raiva, ela cortou muito o cabelo, sozinha em casa, pegou o avião e foi acabar o disco na França. E essa atmosfera tensa, segundo Chan, poderá ser facilmente captada, em “Sun”.

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Uma Cat Power electroindie
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Lúcio Ribeiro

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A fofa Cat Power lança, dia 4 de setembro, seu primeiro álbum de inéditas. “Sun”, o disco novo da Chan, chegará às lojas virtuais e físicas pelo selo Matador. Após divulgar seu primeiro single, “Ruin”, aparece outra faixa bem boa do disco que ela gravou sozinha, tocou todos os instrumentos e cortou o próprio cabelo para estampar a capa. Não duvide da força de Cat Power.

A electroindie “Cherokee”, faixa de abertura, caiu meio “escondida” na net, mas a Popload mostra o som limpinho para você.

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