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The XX, Lana Del Rey e Jack White sob a responsa de Jay-Z. Ouça a trilha de “The Great Gatsby”
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Lúcio Ribeiro

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O aguardado “The Great Gatsby”, filme que estreia no final do mês nos Estados Unidos e em junho no Brasil, é baseado no famoso romance de F. Scott Fitzgerald, lançado nos anos 20. O longa, dirigido por Baz Luhrmann, tem no elenco nomes como Leo DiCaprio, Carey Mulligan e Tobey Maguire. “The Great Gatsby” abre oficialmente o festival de Cannes neste mês.

Mas o que chama mesmo a atenção antes mesmo do filme ser lançado é a trilha sonora do mesmo, que ficou sobre a responsa de Jay-Z. Dias atrás a Popload destacou a faixa “Together”, interpretada pelo trio inglês The XX. Além do cultuado grupo, a trilha tem em seu tracklist nomes de peso como Jack White (fazendo U2), Lana Del Rey, Gotye, Florence and the Machine, Bryan Ferry com sua orquestra e Beyoncé acompanhada de André 3000 fazendo a Amy Winehouse.

Enquanto o filme não sai, a gente pode ter o gostinho dessa trilha, liberada na íntegra pela rede de rádios norte-americana NPR.

* A trilha sonora de “The Great Gatsby”
1) “100$ Bill” – Jay-Z
2) “Back to Black” – Beyoncé x André 3000
3) “Bang Bang” – will.i.am
4) “A Little Party Never Killed Nobody (All We Got)” – Fergie + Q Tip + GoonRock
5) “Young and Beautiful” – Lana Del Rey
6) “Love Is the Drug” – Bryan Ferry with The Bryan Ferry Orchestra
7) “Over the Love” – Florence + The Machine
8) “Where the Wind Blows” – Coco O. of Quadron
9) “Crazy in Love” – Emeli Sandé and the Bryan Ferry Orchestra
10) “Together” – The xx
11) “Hearts a Mess” – Gotye
12) “Love Is Blindness” – Jack White
13) “Into the Past” – Nero
14) “Kill and Run” – Sia


Jack White enquanto maior gênio da música nos dias atuais
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Lúcio Ribeiro

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Como não amar esse cara? Jack White é tão unstoppable que associar seu nome “só” ao fabuloso White Stripes chega a ser pecado. Fora todas as bandas boas que ele já formou sem a Meg e seu disco solo incrível, ele se destaca também nos bastidores da música, à frente de seu selo super cool Third Man Records.

Através da sua empresa, Jack White sempre tenta dar um toque vintage à música moderna de hoje em dia. Amante e defensor ferrenho do vinil, Jack vira e mexe está lançado algo ou alguém através desse tipo de mídia. Toda sua genialidade e prestação de serviços à música fizeram dele o embaixador do Record Store Day deste ano, realizado no último sábado.

Como bom patrono, Jack bolou uma engenhoca incrível. Ele disponibilizou em Nashville uma cabine de gravação restaurada dos anos 40 na qual pessoas comuns como eu e você poderiam gravar uma música de até 2 minutos de duração. Essa gravação, segundos depois, saía registrada em um vinil de 6” para guardar de recordação ou dar de presente para qualquer pessoa em qualquer canto do mundo em uma embalagem especial. Quem gravou também tem a opção de fazer um upload da gravação no site da Third Man.

A ideia incrível chamou a atenção de diversos mortais, claro, e também do… Neil Young.

Jack White liberou um vídeo mostrando a funcionalidade da cabine retro, estrelado pelo bamba Brendan Benson (ele, com show marcado no Cine Joia, 22 de maio). O próprio White brincou com o “projeto” e publicou seu “vinil”, uma cover de “Coal Miner’s Daughter”, faixa lançada no início dos anos 80 pela cantora Loretta Lynn, que acompanha o músico na foto de abertura deste post.

* O interior da cabine.


O novo disco do… White Stripes!
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Lúcio Ribeiro

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* Tudo bem que é um ao vivo de 2003, em comemoração aos 10 anos do lançamento do famoso disco “Elephant”, mas é um novo do já mitológico White Stripes, afinal de contas. Uma das três principais bandas a surgirem desde o boom 2000 do novo rock, o White Stripes, que acabou em 2011, bota mais um disco para sua linda coleção, o duplo “Nine Miles from the White City”, gravado no Aragon Ballroom em Chicago. Agora estou confuso, mas quase certeza que eu estava neste show. Whatever.

“Nine Miles from the White City”, pelo que eu entendi, a princípio sai em vinil apenas, um branco e um vermelho. Foi anunciado no “clubinho de assinantes” Vault, um departamento de lançamentos especiais dentro do site da Third Man Records, a gravadora cool do Jack White. O pretexto do lançamento do disco, agora, segundo anúncio, é que ele é de um show da era do “Elephant”, o álbum campeão milionário do White Stripes, lançado há dez anos.

“Nine Miles”, além das clááássicas do White Stripes, traz um monte de cover dos preferidos de Jack White, tipo Robert Johnson, Captain Beefheart e Bob Dylan. O Vault deu uma degustação de “I Want to Be the Boy to Warm Your Mother’s Heart” para nós, que segue abaixo. E, depois, a lista das músicas total que formam “Nine Miles from the White City”.

** As músicas do novo ao vivo do White Stripes

– When I Hear My Name
– Dead Leaves and the Dirty Ground
– Love Sick (Bob Dylan cover)
– Hotel Yorba
– Aluminum
– Cool Drink of Water Blues (Tommy Johnson cover)
– The Hardest Button to Button
– I Want to Be the Boy to Warm Your Mother’s Heart
– Stones in My Passway (Robert Johnson cover)
– Stop Breakin’ Down (Robert Johnson cover)
– Do
– In the Cold, Cold Night
– Seven Nation Army
– The Same Boy You’ve Always Known
– Black Jack Davey
– We Are Going to Be Friends
– Offend in Every Way
– Little Cream Soda
– Cannon/Party of Special Things to Do (Captain Beefheart cover)
– Candy Cane Children
– The Air Near My Fingers
– Screwdriver (tease)
– Ball and Biscuit
– Screwdriver (reprise)
– Let’s Build a Home
– Goin’ Back to Memphis (Henry & June cover)


Seven Nation Army, parte 2. White Stripes vai lançar edição especial de “Elephant”, 10 anos, no Record Store Day, em abril
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Lúcio Ribeiro

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* Jack White, capo da Third Man Records, anunciou no final de semana que vai relançar o seminal “Elephant”, do White Stripes, em edição especial feita para o Record Store Day. O dia que celebra o produto disco e suas lojas à beira da extinção acontece dia 20 de abril. E o “Elephant”, que elevou o White Stripes à condição de banda estratosférica, completa 10 anos neste ano. Jack White é o embaixador do “feriado” da música, nos EUA.

A edição limitada do disco que tem “Seven Nation Army”, até hoje cantada nos estádios de futebol (aqui no Brasil, torcidas do Inter e do São Paulo), virá em vinil duplo. Um deles terá um lado preto e outro vermelho. E o outro, todo branco. Virá ainda um cartão para baixar os MP3. Parece que toca a capa, parte externa e interna, será show. Uma cópia “normal” de “Elephant”, quarto disco de Jack e Meg lançado no dia 1º de abril de 2003 para chacoalhar o novo rock, vai ser reeditado em vinil preto até o final do ano.

Na página de notícias da Third Man Records, White deixou um vídeo com as capas da edição especial de “Elephant” sendo preparada nas impressoras. Mais um do “movimento teasers”.

“Elephant”, o disco, tem “Seven Nation Army”, OK. Mas também tem esta:

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Jack White começa 2013 do jeito que terminou 2012: bombando
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Lúcio Ribeiro

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Nem bem começou 2013 e já vamos falar de Jack White, ele. Um dos grandes nomes do ano passado por causa especialmente de seu ótimo disco solo “Blunderbuss”, Jack foi figurinha carimbada nos grandes festivais e em programas de TV.

E é na telinha que Jack inicia o novo ano. Vai ao ar na noite de hoje na TV americana a apresentação que ele gravou para o sempre delicioso Austin City Limits, em outubro passado.

A apresentação será exibida na íntegra e tem Jack em performance com suas duas bandas de apoio, a de meninos e a de meninas. Soltaram uma prévia do programa com duas das melhores do seu disco de estreia. Tem White Stripes e outras coisinhas no set, claro.

* O setlist do show
Freedom at 21
Dead Leaves and the Dirty Ground
Missing Pieces
Cannon/John the Revelator
You Know That I Know
Blunderbuss
Love Interruption
Hypocritical Kiss
Screwdriver/Blue Blood Blues
I’m Slowly Turning Into You
Top Yourself
We’re Going to Be Friends


Os Melhores do Ano na Popload – “Discos Internacionais”
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Lúcio Ribeiro

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* Popload em Miami, Flórida. Este post está começando a ser escrito de dentro de uma Target.

* Chegou a vez da lista de melhores do ano, quesito “Disco Internacional”. Essa aqui deu briga até no QG da Popload, imagina fora. Já vou logo avisando: “Coexist”, segundo do XX, ficou de fora. Pode chiar.

* Disco do ano aqui é o “disco do ano” em vários outros lugares. Pooooonto para o Tame Impala. Kevin Parker e amigos brilharam absurdo com o segundo álbum, “Lonerism”. O mundo precisava de mais psicodelia, acho. E psicodelia australiana, ainda por cima. Esse disco do Tame Impala é papo velho com cara de novo. Não se trata de copiar o que foi feito “lá atrás”. É a onda, que volta. Até as músicas lados-B deles são boas. As faixas que ficaram fora do disco são boas. Os vários remixes eletrônicos para os rockão do Tame Impala são bons. Crianças cantando faixa de “Lonerism” ficaram demais. Os shows deles mostrando as novas canções elevaram a alma. Não teve jeito.

E olha que por teeeempos fiquei achando que o disco de estreia de Lana Del Rey, que teve dois lançamentos no ano, ia levar essa de “melhor de 2012”. Ok, teve algumas músicas pouco descartáveis no álbum. Mas, na média, é sensacional. Primeiro porque Lana é bem polêmica por motivos extra-música e muita gente não gosta de seu som. Isso é sinal de que ela é realmente boa, às vezes. Mas, tal qual o Tame Impala, remete ao passado mas super tem a cara do “hoje”. É um som visual. As letras de Lana del Rey são sensacionais, linha a linha. Bem “encaixadas”, são espertas nas revelações de espírito de uma garota pós-adolescente comum, à procura do amor ideal que quase sempre não está perto, nem existe. Ela mesmo encontra a razão, talvez, quando canta “Você é tipo punk rock e eu cresci no hip hop”. Entende a Lana? Sua voz é foda, cheia de personalidade. Lana é… Bom, chega.

O disco do Father John Misty talvez seja a “novidade” do topo da lista. Mas o novo dândi desajeitado do pós-folk é muito melhor apresentando suas canções ao vivo, incrementando com sua ótima performance e entrega. Mas chega alto na lista porque seu disco realmente é um punhado de música linda, que nem o “esmero” coxa de estúdio estragou. De resto tem o magnânimo Jack White com o disco de duas bandas, o trio indie-indie americano Grizzly Bear, Dirty Projectors e Beach House, com obras-primas lindas, cada uma no seu ritmo e representando ou o Brooklyn (NYC) ou pelo menos um certo lado dos EUA musical.

Para não falar que a gente não deu bola para os ingleses, tem o disco de estreia do Howler. Que é americano, haha (risos contidos). Os caras de Minneapolis são muito “brit” na sonoridade. Sim, tem o Hot Chip inglês para salvar os ingleses e a dance music cool. E, se tem o frescor do Howler, tem o frescor também do Leonard Cohen.
Bom, vamos logo à lista antes que eu troque o Tame Impala de lugar com a Lana Del Rey. Aí sim a galera ia chiar…

**** MELHORES DISCOS INTERNACIONAIS

1 – “Lonerism” – Tame Impala

2 – “Born to Die” – Lana Del Rey

3 – “Fear Fun” – Father John Misty

4 – “Shields” – Grizzly Bear

5 – “Blunderbuss” – Jack White

6 – “Old Ideas” – Leonard Cohen

7 – “Bloom” – Beach House

8 – “Swing Lo Magellan” – Dirty Projectors

9 – “America Give Up” – Howler

10 – “In Our Heads” – Hot Chip

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Jack White enquanto Fada Madrinha
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Lúcio Ribeiro

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* Popload no cruzeiro do Coachella. Jack White em Portlandia.

* Adoro quando os dois assuntos que a Popload mais ama se misturam: música e seriados. Ainda mais se a série for a descolada-atrapalhada Portlandia e a música for personificada na figura do… Jack White.

* É só um trechinho de três minutos e pouco, sendo que o Jack White aparece só no finzinho dele, mas é tudo tão surreal que o que vale a pena mesmo é passar por todo o diálogo entre o amigo bêbado chapado e o amigo visionário, que acaba de montar um estúdio ultra power pronto para receber os próximos Beach Boys ou os próximos Beatles.

* O cara equipou a casa toda: desde a cadeira com rodinhas para ‘girar e fala com as bandas’ até os microfones que reverberam como nas músicas da fase psicodélica dos Beatles até uma câmara de eco (!). Para lançar o próximo Pet Sounds que vai (re)revolucionar a indústria da música, é moleza: ele só precisa de um… artista. Só isso. E é aí que o Jack White entra, ou melhor, se materializa, completamente mudo e como uma fada madrinha do além, para fazer com que esses desejos do maluco se tornem realidade. Óon.


Jack White aqui e ali
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Lúcio Ribeiro

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* Popload em Nova York.


Jack e Conan: velhos parceiros

O gênio Jack White, um dos grandes nomes que balançaram o mercado em 2012, fez provavelmente sua última aparição pública na temporada, no programa do seu amigo Conan O’Brien, na noite de ontem.

Por lá, Jack tocou pela primeira vez ao vivo a canção “I’m Shakin”, acompanhado por sua banda de meninas, as Peacocks. O som faz parte do aclamado “Blunderbuss”, disco da estreia solo do ex parceiro da Meg.

No último final de semana, Jack foi uma das atrações do tradicional Almost Acoustic Christmas, evento anual organizado pela estação de rádio KROQ, de Los Angeles.


O rap do Jack White!!
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Lúcio Ribeiro

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* Roda os blogs americanos e ingleses desde ontem à noite o preview que soltaram da música “Blues on Two Trees”, nova canção do guitarrista blueseiro Jack White, ex-White Stripes. E todo mundo destacando que, na música, lado B do espetacular single “I’m Shaking”, lançado hoje no iTunes e “vivo” em vinil de 7 polegadas, White está ousadamente se projetando ao rap, talvez um dos poucos estilos musicais em que não fez um crossover na vida.

“I’m Shaking” é single tirado de “Blunderbuss”, disco solo de Jack White que está fácil na lista dos melhores de 2012. O álbum também ganha agora uma edição em vinil dupla e ao vivo recheada de músicas do White Stripes, chamado “Live at Third Man Records”, em vinis azul e preto. A fabriquinha de Jack White é intensa.

A linha que White manda o rap, pelo menos no preview de “Blues on Two Trees”, é assim: “Three trees lying on the side of the road/ One tree barks, ‘Where the hell do we go?’”. Cante junto com Jack White.
Sem mais.

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Jack White e o disco novo vinil azul e preto ao vivo e cheio de White Stripes
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Lúcio Ribeiro

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* Um dos caras mais ativos no rock já faz tempo, o imparável Jack White está lançando, para os cadastrados em sua gravadora, selo, loja e estúdio Third Man Records, uma cacetada de material novo, dessas fornadas de lançamentos especiais e de certa forma inusitados que de vez em quando ele arma para os fãs.
Desta vez é o “Vault Package 14”, que entre outras coisas contém os singles em vinil de 7 polegadas, em versão demo, de “Freedom at 21” e outros do seu aclamado álbum “Blunderbuss”, um álbum de fotos da turnê do Dead Weather (a banda rrrrrock dele com a Alisson do the Kills e cia) e, o melhor, um álbum duplo em vinil preto e azul chamado “Live at Third Man Records”, com Jack White tocando seu disco novo um mês antes do lançamento em show em Nashville, sede de sua gravadora, que completava três anos da inauguração, na data (8 de março deste ano).

O Disco 1, com as minas Peacocks, tem:
1 “Dead Leaves And The Dirty Ground”
2 “Missing Pieces”
3 “Sixteen Saltines”
4 “Love Interruption”
5 “Hotel Yorba”
6 “Top Yourself”
7 “Hypocritical Kiss”
8 “You’re Pretty Good Looking (For A Girl)”
9 “Blue Blood Blues”
10 “We Are Going To Be Friends”

O Disco 2, com os manos Buzzards, tem:
1 “My Doorbell”
2 “Freedom at 21″
3 “I Cut Like A Buffalo/ Don’t Sweat The Technique”
4 “You Know That I Know”
5 “Weep Themselves To Sleep”
6 “Ball & Biscuit”
7 “Steady As She Goes”
8 “Seven Nation Army”
9 “Goodnight Irene”

Deste álbum duplo a gente tira a fantástica “Dead Leaves and the Dirty Ground”, dos tempos de Jack White no White Stripes. A música era muito mais intensa e crua e vibrante e, hum, “menos adulta” que nesta fase atual de White. Mas ainda sim é uma das melhores músicas dos últimos 12 anos.

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