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The Cure e o show “curto” no Lollapalooza
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Lúcio Ribeiro

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Uma das principais atrações do Lollapalooza, o veterano e aclamado The Cure foi o responsável por fechar os trabalhos do festival que levou cerca de 80 mil pessoas por dia ao Grant Park de Chicago, no último final de semana.

A banda do Robert Smith, que costuma fazer shows com duração média de 3 horas e pouco, precisou fazer um show “curto” no evento, que durou 2 horas. Haha.

A apresentação completa do lendário grupo britânico pode ser conferida na íntegra, abaixo.

* Setlist.
Plainsong
Pictures of You
Lullaby
High
The End of the World
Lovesong
In Between Days
Just Like Heaven
From the Edge of the Deep Green Sea
The Walk
Mint Car
Friday I’m in Love
Doing the Unstuck
Trust
Want
Fascination Street
The Hungry Ghost
Wrong Number
One Hundred Years
Disintegration
The Lovecats
The Caterpillar
Close to Me
Let’s Go to Bed
Why Can’t I Be You?
Boys Don’t Cry


Lolla Chicago 2013: as melhores fotos (já as legendas…)
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Lúcio Ribeiro

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* Algumas imagens falam mais que palavras. Se bem que umas legendinhas marotas podem ajudar.

++ FOTOS ++


Galera Up all night to get lucky no Lolla Chicago 2013


A louquinha Alice Glass sempre bem “altinha” no show do Crystal Castles


Uma das babes do grupo de babes HAIM


A babe Lana


Dia iluminado para o show do Lumineers. Hummm, foi mal


Queens of the Stone Age e seu melhor show de rock do mundo hoje, para variar


Trent Reznor voltou com o Nine Inch Nails no gás


Mumford & Sons foi um dos headliners da festinha do Perry


Father John Misty e sua bela pregação indie


The National com seu show emocionante e sombrio às 5 da tarde de um verão escaldante. O resto é detalhe…


O incrível duo inglês Disclosure tentando conquistar a América tocando o disco do ano


Matt & Kim e provavelmente a foto mais legal do fim de semana. Talvez do ano


O veterano Robert Smith e o show interminável de bom do Cure fechou a programação do Lolla Chicago 2013


Ano que vem tem mais, lá no Grant Park e aqui no… Campo de Marte?

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Lollapalooza Chicago está morto: o melhor de suas 130 atrações e um Planet Hemp no meio de tudo
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Lúcio Ribeiro

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* Gosh. O festivalzão Lollapalooza de Chicago roubou toda a atenção da música pop neste final de semana, com um estrondoso line-up de mais de 120 bandas tocando de sexta a domingo num verão de amargar lá para cima, em um parque lindo gigantesco e tendo em torno um visual de arranha-céus de chorar de tão bonito.

Com uma escalação que teve dos profanos Ghost BC até o folk elevado do Mumford & Sons, dos batidos lindos The Cure e New Order até a Lana Del Rey de vermelho. Tinha os poploadicos giggers futuros do Beach House e vários poploadicos giggers passados, tipo o Grizzly Bear, o Matt & Kim, fora dois ali na lista que está bem perto de fechar para 2014. Cóf cóf.
Tem muita coisa para ser falada deste Lolla Chicago 2013.
Aliás, menos falada e mais mostrada, que é o que vai acontecer neste e nos próximos posts, com muitas imagens e vídeos dos três dias de muitos barulhos e visuais que abalaram Chicago e a nossa órbita sonora.

E, repare, tinha até um Planet Hemp perdido no meio daquilo tudo.

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Lolla no sofá: domingão tem Vampire Weekend, The Cure, Phoenix e muito mais
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Lúcio Ribeiro

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Último dia de Lollapalooza, em Chicago. Se vocês quiser misturar futebol e música, dá para acompanhar os dois neste domingão. A bagunça transmitida para o mundo todo começa às 16h30, com Alex Clare. E tem só shows incríveis hoje, incluindo Two Door Cinema Club, Vampire Weekend, o veterano The Cure e a nova maior banda do indie, Phoenix, que vai varar a madrugada.

* Abaixo a programação, com horários de Brasília.
16:30 – Alex Clare
17:45 – Wild Nothing
18:30 – Two Door Cinema Club
19:30 – Alt-J
20:30 – Steve Aoki
21:00 – Vampire Weekend
22:15 – The Cure
00:15 – Phoenix


The Cure. São Paulo ganha do Rio em público, empata no número de músicas, mas perde nos minutos de show
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Lúcio Ribeiro

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* Ancião do rock e do rock radiofônico, o grande Robert Smith fez um ótimo e nada cansativo show longo com seu The Cure em São Paulo, no Anhembi, para uma plateia dita de 30 mil pessoas. A apresentação, de 40 músicas, grande parte delas singles conhecidíssimos, teve o mesmo número de canções mostradas no concerto do Rio de Janeiro, semana passada, onde tocou para ditas 9 mil pessoas.

Tudo conspirou a favor do show do Cure em SP, menos o público falastrão da indecente área VIP: a noite estava bonita, o som do Anhembi (milagre! milagre!) estava bem bom, o trânsito estava ok para ir e vir, aparentemente. Só achei que a guitarra “diferenciada” de Smith poderia estar mais alta, com mais destaque. A sonoridade da banda, quase sempre, ficou nivelada. Mas ok.

Em São Paulo, o show teve 3h15 de músicas, cinco minutos a menos que o Rio. A ênfase nesse assunto em particular é relevante, em se tratando de um show do Cure.

A banda não se apresentava no Brasil desde 1996. Tocaram pela primeira vez em 1987. Esses shows de agora de Rio e SP formaram a terceira visita. Tinha a galera da “velha guarda”, mas também muita gente nova.

A banda brasileira que abriu a apresentação do grupo inglês foi a Lautmusik, de Porto Alegre. Robert Smith praticamente viu o show todo dos gaúchos e depois foi ao camarim cumprimentar a rapaziada. Da Lautmusik tem a última das fotos deste post. O retrato abaixo de Robert Smith é ele no camarim saudando o grupo do Sul. Todas as imagens deste post são do fotógrafo poploader Fabrício Vianna.

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Cure no Rio: 40 músicas, 3h20 de show e metade da casa cheia (ou metade vazia)
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Lúcio Ribeiro

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* Foi-se. A banda inglesa The Cure deu o início ontem, no HSBC Arena, no Rio, à turnê sul-americana, que amanhã passa por São Paulo. O título deste post já diz sobre o tamanho do show. Perto de 9 mil pessoas foram ver o veterano Robert Smith desfilar seus clássicos e seus não menos por mais de três horas tocando, num lugar que cabem tipo 16 mil pessoas. Fazia 17 anos que o Cure não tocava no Brasil. “Vejo vocês daqui a outros 17 anos”, disse Robert Smith, 53 anos, ao povo do Rio. As fotos acima são de Fernando Maia.

* O setlist completo do show no Rio

– Open
– High
– The End of the World
– Lovesong
– Push
– In Between Days
– Just Like Heaven
– From the Edge of the Deep Green Sea
– Pictures of You
– Lullaby
– Fascination Street
– Sleep When I’m Dead
– Play for Today
– A Forest
– Bananafishbones
– Shake Dog Shake
– Charlotte Sometimes
– The Walk
– Mint Car
– Friday I’m in Love
– Doing the Unstuck
– Trust
– Want
– The Hungry Ghost
– Wrong Number
– One Hundred Years
– End

Bis:
– Plainsong
– Prayers for Rain
– Disintegration

Bis 2:
– Dressing Up
– The Lovecats
– The Caterpillar
– Close to Me
– Hot Hot Hot!!!
– Let’s Go to Bed
– Why Can’t I Be You?
– Boys Don’t Cry
– 10:15 Saturday Night
– Killing an Arab

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The Cure em São Paulo sai do Morumbi e vai para o Anhembi
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Lúcio Ribeiro

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Mudanças no show do The Cure em São Paulo. O papo nos bastidores era forte e a XYZ, produtora responsável pelo show, confirmou o esperado: sai o Morumbi, entra o Anhembi, “local inicialmente previsto para o show”, informa a nota.

A alegação oficial é que o Anhembi estava indisponível inicialmente devido à montagem da pista para a corrida de Fórmula Indy. Mas agora, pelo jeito, houve uma “alteração na agenda da montagem” e o Robert Smith poderá fazer seu show de três horas no local.

Esta será a primeira visita do grupo britânico ao país em 17 anos. O show do Rio de Janeiro, dia 4 de abril, segue sem alterações. O de São Paulo, que seria no Morumbi configurado para 40 mil pessoas – agora no Anhembi, que tem capacidade para 35 mil – continua marcado para 6 de abril. Quem comprou ingressos para setores diversos da arquibancada do estádio deverão acessar o site da Livepass para consultar a política de troca de setores ou reembolso, já que o Anhembi só terá a divisão de pista normal e premium. Quem adquiriu estes ingressos anteriormente para o Morumbi poderá utilizá-los no Anhembi.


The Cure no Brasil: as vendas e os preços dos ingressos
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Lúcio Ribeiro

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Uma das turnês mais aguardadas para este ano, a visita do seminal The Cure ao país, agora sim, ganhou forma de vez. Oficializada mês passado, faltavam os detalhes e informações relacionadas às vendas e preços de ingressos. A XYZ, produtora responsável pelos shows da banda britânica no país, informou que as vendas terão início dia 21 de fevereiro para a apresentação de São Paulo e dia 26 também deste mês para o show do Rio, via Livepass. O Cure toca dia 4 de abril em território carioca e dois dias depois para os paulistanos.

Para o show no Rio, que será realizado na HSBC Arena, serão disponibilizados ingressos em seis setores, variando de R$ 200 (nível 3) a R$ 600 (pista Premier). Em São Paulo, o Morumbi será fatiado em doze partes, tendo como ingresso mais barato o da arquibancada C (R$ 125) e o mais caro, óbvio, a pista Premium (R$ 500).

Como a Popload destacou mês passado a partir de um levantamento feito por fãs do Cure na América Latina, os espectadores daqui, por um motivo ou outro, pagarão até 317 dólares para ver o Robert Smith e sua turma tocando por três horas, valores bem acima dos normalmente praticados em outras praças tradicionais como Europa e América do Norte. E como este espaço prometeu na época, voltamos ao assunto para incluir o Brasil no “pacote” do estudo, para “analisarmos” os preços aqui praticados, sempre ressaltando que analisar preço de ingresso é sempre tarefa dura, porque quase nunca se sabe o que vem embutido nesse preço. Então vale mais como curiosidade.

Pelos índices de conversões de moeda na data de hoje, o ingresso mais caro do Rio de Janeiro sai por 306 dólares, um dos mais altos do continente, ficando atrás apenas para a área VIP de Santiago (317 dólares). O ingresso carioca mais barato, o do Nível 3, sai por 102 dólares. Já em São Paulo, a entrada mais salgada, a Premium, sai por 255 dólares. Em compensação, quem optar pelo lugar mais barato do estádio, a Arquibancada C (frontal, mas a mais distante do palco), pagará cerca de 64 dólares. Isso se baseando apenas nos preços de inteira.

Em meio a todo este levantamento, sempre acho legal destacar a situação de Bogotá. Lá, o show acontece em um parque, fazendo com que os fãs sejam divididos apenas em pista vip e pista normal. Mas os nomes escolhidos para os setores não poderiam resumir melhor: “Close To Me” (pista vip) e “Boys Don’t Cry” (pista normal).

Enfim. Vem, Robert Smith!


Quanto vale o show? Fãs latinos pagam até 317 dólares para ver o Robert Smith
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Lúcio Ribeiro

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Logo quando se anuncia um show internacional por aqui, junto com a euforia dos fãs vem logo a preocupação com o bolso. Não é novidade para ninguém que a América do Sul, “descoberta” mais ou menos uns cinco anos atrás pela grande indústria de shows e turnês mundiais, apresenta preços significativos no valor dos ingressos se comparados especialmente ao que é cobrado na Europa e na América do Norte.

Depois do susto que o mercado sofreu no ano passado, com shows de gente graúda como Lady Gaga e Madonna vendendo bem abaixo do esperado, com festivais sendo cancelados (não só aqui) e diversos pontos de interrogações se instalando na cabeça de quem consome música, o ano de 2013 começa a engrenar no papo “grandes turnês”. Se esse mercado terá de se adequar a algumas coisas, só o tempo e a prática vão dizer. O certo é que, por esse ou aquele motivo, o que se cobra pelo ingresso dos shows na América do Sul no geral tem chamado cada vez mais a atenção daquele que é o mais importante no processo: o consumidor final.

A primeira grande turnê confirmada em esfera continental neste ano é a do seminal The Cure. Tanto que o Brasil, que de início receberia quatro ou até cinco shows, tem que se contentar com duas datas, já que mercados emergentes como Paraguai, Peru e Colômbia têm cada vez mais dividido espaço com a tradicional trinca Brasil-Argentina-Chile.

Um fórum latino de fãs do Cure resolveu botar no papel quanto custam os ingressos para os shows da banda em cada país que eles irão tocar. Levando em conta que as apresentações no Paraguai e Brasil ainda não têm divulgados os preços das entradas, o estudo dos fãs do Cure apontou que um ingresso para ver o Robert Smith tocar por três horas pode custar até $317,54 na área vip em Santiago (o que seria nosso tradicional setor premium). Na Argentina, por exemplo, o preço do mesmo setor cai para $90,00. Santiago, que parece ser o local mais “embaçado” (até agora) terá 8 zonas de divisão no estádio, com o ingresso mais barato saindo por quase $50,00 no setor mais longe do palco. O local que apresenta menos divisões é Bogotá, até porque lá o show acontece em um parque, não em um estádio com arquibancadas. Os fãs colombianos serão divididos entre área vip e pista. O mais legal são os nomes dados para as áreas: “Close To Me” (vip) e “Boys Don’t Cry” (pista). Um retrato trágico desse papo todo, se não fosse cômico. O ingresso mais barato até agora é o de tribuna, no Estádio Nacional de Lima, que sai a $31,59.

Para embasar ainda mais a ideia de que o preço aqui praticado é bem distinto do resto do mundo, os membros do fórum elaboraram uma tabela com o valor de cada setor em cada estádio onde o Cure vai tocar, enfileirando o preço da moeda local com o equivalente em dólares e euros. Quando forem divulgados os preços dos shows no Rio de Janeiro e em São Paulo, voltamos a tocar no assunto.

Tags : the cure


The Cure vende 13 mil ingressos no primeiro dia, no Chile
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Lúcio Ribeiro

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* Galera vai mesmo querer ver a turnê do Chile na América do Sul e os tais shows de três horas de duração.
No primeiro dia de entradas para o concerto, em Santiago, foram vendidos mais de 13 mil tickets, do cerca de 55 mil a venda. É a primeira aparição da banda de Robert Smith aos chilenos. O show lá acontece dia 14 de abril, no Estádio Nacional. Por lá, teve grandes filas pelo país inteiro nos múltiplos pontos de venda, é o que contam. Os promotores locais calculam que até amanhã os ingressos já estarão esgotados.

Aqui no Brasil, os ingressos para o Cure no Rio e em São paulo, 4 e 6 de abril respectivamente, só serão comercializados a partir do dia 18. A carga de entradas a ir à venda para o Morumbi será “apenas” de 40 mil.

Vamos acompanhar como serão as vendas na Colômbia e no Peru. Nos dois países, começam na sexta-feira. Abaixo, foto da fila de um dos pontos de venda em uma rede de lojas e o tão procurado ingresso para o show de Santiago.

* A tour do Cure na América Latina:
04 de abril – Rio de Janeiro, HSBC Arena
06 – São Paulo, Morumbi
09 – Assunção, Jockey Club
12 – Buenos Aires, River Plate
14 – Santiago, Estádio Nacional
17 – Lima, Estádio Nacional
19 – Bogotá, Parque Simon Bolivar
21 – Cidade do México, Estádio Foro Sol