Blog POPLOAD

Ferve, janeiro. Ouça o novo álbum do Mogwai, que vai sair até em cassete
Comentários Comente

Lúcio Ribeiro

>>

Grupo post rock responsa, o Mogwai solta na próxima semana mais um trabalho destacando seu som vigoroso e transcendental. ''Rave Tapes'' é a nova aposta da turma que vem da Escócia que será lançada dia 20 agora, pela Sub Pop.

Banda formada em Glasgow no meio dos anos 90, quando o Reino Unido vivia uma de suas principais fases criativas na música, o Mogwai começou a liberar amostras desse novo disco ainda em 2013, quando soltou as faixas ''The Lord Is Out Of Control'' e ''Remurdered''.

Agora já dá para ouvir o álbum na íntegra, cortesia do big jornal inglês The Guardian.

* A banda atualmente está excursionando pelo Reino Unido e é uma das atrações do Coachella 2014. Nos shows, estão sendo vendidas versões de ''Rave Tapes'' em fita cassete (!!!), como se fosse 1984

140114_mogwaik7

>>

Tags : mogwai


Sleigh Bells faz bagunça no Letterman. E com ajuda do Paul Shaffer
Comentários Comente

Lúcio Ribeiro

>>

140114_sleigh

O duo norte-americano Sleigh Bells, mistura boa que envolve o guitarrista e produtor Derek Miller e a cantora-agora-gata louquinha Alexis Krauss continua seu passeio pela TV norte-americana, em ritmo intenso de divulgação do mais recente disco deles, ''Bitter Rivals'', lançado no final do ano passado.

Depois de mostrar faixas nos programas do Kimmel e do Fallon, o Sleigh Bells tocou ontem no programa de David Letterman a faixa ''Young Legends''. A dupla foi acompanhada por um set de metais, meninas fazendo backing vocal, um baterista e o Paul Shaffer, fiel escudeiro do Letterman, ao piano.

Indie classy.

>>


Eletrônico dark e viajado: ouça o disco novo da I Break Horses
Comentários Comente

Lúcio Ribeiro

>>

140114_breakhorses

Sai no próximo dia 20 de janeiro, semana que vem, o segundo trabalho da cantora sueca Maria Lindén, melhor conhecida pelo seu ''nome de palco'', I Break Horses. Espécie de eletrônico dark com batidas descompassadas e vocal distante, o I Break Horses é uma das boas revelações do indie escandinavo dos últimos anos e meio que uma resposta europeia ao Beach House.

O álbum tem o título de ''Chiaroscuro'' e não sei bem se dá para falar que a Lindén é a Pitty da Suécia. Ou o contrário. Enfim… Brincadeeeeira.

''Chiaroscuro'' foi disponibilizado na íntegra e já pode ser ouvindo de forma gratuita. Recentemente, ela e sua banda foram atração de abertura do Sigur Rós em alguns shows pela Europa.


Real Estate anuncia retorno e solta single “ensolarado”
Comentários Comente

Lúcio Ribeiro

>>

1401014_realstate

Banda indie algo dream pop psicodélico que vem de Nova Jersey, o Real Estate anunciou o lançamento de seu terceiro disco para março, via Domino. Chega ao mercado dia 4 do mês citado o álbum ''Atlas'', sucessor de ''Days'', lançado há três anos.

Como recorte sonoro do registro, a banda soltou o single ''Talking Backwards'', baladinha cool que cai bem como música de verão. No total, o álbum terá 10 faixas.

* ''Atlas'', tracklist
01. Had to Hear
02. Past Lives
03. Talking Backwards
04. April’s Song
05. The Bend
06. Crime
07. Primitive
08. How Might I Live
09. Horizon
10. Navigator

Tags : real estate


Especial Popload: 1994, o último grande ano da música?
Comentários Comente

Lúcio Ribeiro

>>

ESPECIALPOPLOAD94(1)

* A discussão está na capa da Ilustrada, da Folha de São Paulo, desta segunda-feira. Fui convidado a escrever sobre a efeméride que lembra o famoso ano de 1994 na música, 20 anos este ano, época de estreia em disco de bandas iniciantes que virariam gigantes logo, de importantes lançamentos de discos de nomes já conhecidos mas que neste bendito ano se consagraram de vez, de um estabelecimento de novas e variadas cenas e principalmente e por tudo isso de novos pensamentos comerciais para a música jovem. Claro, tudo em decorrência do que o Nirvana fez três anos antes, ao demolir conceitos com a revolução grunge blablablablá.

O legal de 1994, uma era imediatamente pré-internet, importante frisar, é que nesse exato ano, também como efeito de 1991, surgiram significantes frutos até no Brasil, num zeitgeist sonoro que levou ao mainstream (que mainstream?) de repente bandicas de reggae de Minas Gerais, como o Skank, pequenos agitadores revolucionários locais de Recife, como Chico Science & Nação Zumbi, ou desbocados trazendo ao rolê hardcore elementos como o forró numa cidade como Brasília.

Na carona da capa da Ilustrada, a Popload vai lembrar durante alguns posts importantes lançamentos de 1994, lá fora e aqui dentro, e trará para a discussão uma galera que participou dessa cena, de um jeito ou de outro. Como o texto da Folha foi bem editado por causa da limitação de espaço para caber no jornal, como sempre acontece, a gente bota por aqui a íntegra da reportagem de abertura e dos papos todos com os convidados. O assunto é extenso. E começa assim:

****

Screen Shot 2014-01-13 at 5.26.10 PM

O primeiro disco do Oasis, o álbum de estréia do Beck, Chico Science surgindo com a mistura de maracatu com psicodelia em Recife e Raimundos inovando ao mesclar forró com rock pesado em Brasília. Prodigy começando a levar a música eletrônica para as massas, Green Day e Offspring revitalizando o grito punk em nível planetário e Skank passando de bandinha indie de reggae de Belo Horizonte para bandaça pop de sucesso nacional vendendo mais de 1 milhão de discos.

Se o Nirvana e a revolução grunge de Seattle mudou a música jovem em 1991 com a famosa quebradeira de parâmetros sonoros, foi em 1994, 20 anos este ano, que os frutos dessa profunda mudança de hábitos musicais tanto na feitura dessa música quanto em sua comercialização apareceram no exterior e no Brasil, aprisionados em 12 iluminados meses de novas concepções artísticas ligadas à música independente, que passava inclusive no Brasil a não ser mais tão independente e de gueto assim.

Enquanto a morte estúpida de Kurt Cobain botava uma nuvem negra sobre o rock na época e Beck gritava em música que era um desgraçado e evidenciava o deboche da ''Geração Loser'', aqui no Brasil o Planet Hemp ensaiava a polêmica do hino ''Legalize Já'', respaldado pela molecada que crescia com a consolidada MTV, os Racionais MC's juntava em coletânea suas pequenas pérolas rap para falar para mais gente sobre as desventuras da periferia e dos presídios em letra, Marisa Monte produzia seu próprio disco, o melhor até então (era seu terceiro) e entrava direto no número 1 dos mais vendidos no país, em época de animação pela estabilidade econômica com a chegada do Plano Real, mas ao mesmo tempo com a pátria ainda em luto pela morte do piloto Ayrton Senna.

Com tudo o que aconteceu aqui dentro e lá fora, seja no frescor das novas ideias ou na reciclagem de velhos estilos em novos momentos, pela movimentação de megagravadoras atrás do novo, a afirmação da MTV como canal musical e até uma situação sócio-econômico diferente,
1994 foi o atestado de que o mundo tinha outro hábitos musicais. E numa era pré-Internet.

''As idéias eram frescas, a música também e a hora era propícia'', diz o guitarrista Lucio Maia, da Nação Zumbi, que em 1994 lançou com o cantor Chico Science o importante ''Da Lama ao Caos'', álbum de estréia que fez o movimento de contracultura de Recife, o manguebeat, ser conhecido em todo o país.
''Só tivemos contato com a cena nacional dos anos 90 quando fomos a SP para um show no Aeroanta em junho de 93. Até então não tínhamos tido sequer ciência da existência de uma cena no país. Meses depois, já com contrato assinado com a Sony Music, conhecemos bandas como Raimundos, Little Quail, Skank, Planet Hemp. Acho que foi uma 'consciência coletiva' de época de que a música no Brasil precisava mudar, essa que floresceu em 1994.''

Para Samuel Rosa, do Skank, que em 1994 lançou o disco ''Calango'' e fez três músicas próprias e um cover de Roberto e Erasmo virarem hits nacionais depois de dois álbuns conhecidos apenas em Minas Gerais, se tanto, 1994 foi mesmo um ano bem representativo para a geração musical da qual sua banda fez parte.
''Não acho que toda essa cena que existiu ali tenha se consolidado como um movimento específico, mas havia importantes interseções entre as manifestações musicais daquele momento. Havia mesmo um tentativa de toda aquela turma de criar uma nova identidade para a música brasileira, de se diferenciar da geração anterior (anos 80). Cada um a sua maneira'', afirmou o cantor e guitarrista.

''Essa tentativa acabou por redundar em caminhos similares, tais como o resgate de elementos musicais brasileiros, mesclados a outras informações musicais ainda com certo ineditismo no Brasil, como hardcore, o rap, o raggamufin'', disse Rosa.
''As dificuldades por nós encontradas naquela ocasião, de certa forma também acabaram por nos aproximar até mesmo mais do que propriamente os caminhos estéticos escolhidos por cada um. A lida com gravadoras, contratantes, a experiência dos tempos de independência, os festivais, a MTV e por aí vai. O que para mim, não deixa de ser um traço positivo, que criou uma certa diversidade necessária.''

Carlos Eduardo Miranda, que na época estava deixando o jornalismo musical para virar produtor de bandas, aproveitou o espírito daquele começo dos anos 90 para fundar um selo de novos talentos, o Banguela Records, junto com integrantes da já consagrada banda Titãs. Pelo Banguela, Miranda gravou o primeiro disco dos Raimundos e lançou ainda, entre outros, o Mundo Livre S/A, outro expoente a sair do manguebeat pernambucano.
''1994 começou em 1991. De especial, o ano é o momento em que tudo o que estava acontecendo na música se cataliza'', apontou.
''Uma coisa que aconteceu foi que a gente aproveitou aquela correria atrás do novo e criou o Banguela dentro da Warner e botou os Raimundos ainda sem disco para abrir os shows dos Titãs, da turnê Titanomaquia, o álbum lançado em 1993. O boca-a-boca em torno dos Raimundos já estava forte. Aí surpreendeu todo mundo. Plateia inteira cantando as músicas dos Raimundos. A gravadora não imaginava e saiu sem entender nada o que estava acontecendo. Mas a gente entendia.''

E hoje em dia? O que 2014 pode trazer de parecido com 1994, dada a evolução, involução, revolução musical a partir da internet?
''Sempre tem coisas novas sendo formentadas. Nesse exato instante pode estar surgindo uma banda com uma idéia revolucionária e uma música poderosa. Esse material provavelmente estará disponível de graça na rede, concorrendo pela atenção das pessoas com toneladas de lixo. Um novo movimento musical pode começar e acabar em semanas e não ficamos nem sabendo'', acredita o guitarrista Lucio Maia.

O líder do Skank, olhando para trás e tentando enxergar para frente, foi mais longe.
''Vendo a música hoje, fico pensando se o caminho para as novas bandas brasileiras não seria mesmo o de acreditar que num futuro, não agora, a cultura da música no Brasil pudesse amadurecer até ao ponto em que está hoje em outro lugares. Nos EUA por exemplo, a cena independente é auto-suficiente. Não seria possível então que o circuito de shows e festivais e até mesmo do consumo de música no Brasil possam ainda num futuro próximo ganhar musculatura a ponto das bandas darem definitivamente as costas para o mainstream, assim com acontece lá? Talvez eu não tenha me dado conta de que seja nessa premissa que estão acreditando essas novas bandas brasileiras. Tomara'', falou Samuel Rosa.

''Bandas como o Arcade Fire, ou ainda uma mais indie como o The Shins, por exemplo, enchem o Madison Square Garden, tocam nos principais festivais do mundo e estão longe de querer disputar espaço com o que vende milhões nos EUA.
Pensando dessa maneira, começo a acreditar que podemos sim ter uma cena relevante no Brasil mas com contornos totalmente diferentes do que tivemos em 94 ou nos anos 80. Um tipo de fenômeno de públicos mais específicos, que acaba sendo uma característica de mercados mais amadurecidos e dessa nova ordem, muito diferente daquela de outros tempos.

>>


O que rola de novo na música, parte 2: Lily Allen e Dum Dum Girls
Comentários Comente

Lúcio Ribeiro

>>

130114_lily

A adorada cantora pop britânica Lily Allen ensaia aos poucos seu aguardado retorno aos palcos. Ela, agora versão mamãe, vai soltar em algum momento de 2014 seu novo disco, ainda sem nome. No entanto, já conhecemos duas faixas desse novo trabalho. Depois da polêmica ''Hard Out There'', ela divulgou hoje ''Air Balloon'', single que sai dia 2 de março. Lembra as antigas da moça e cita até Cobain e Elvis: ''I don't like dropping names but Kurt Cobain is up in my face / How the hell am I going to tell him Elvis already took first base?''
Hmmm…

*****

130114_dumdumgirls

As meninas do Dum Dum Girls e seu som noise pop meio lo-fi voltam ao cenário no fim deste mês. Dia 27, sai o novo esforço sonoro do quarteto. ''Too True'' é o terceiro álbum de estúdio das meninas, que liberaram uma nova faixa, a boa ''Rimbaud Eyes''. Esta é a segunda amostra do que vai ser o disco. Antes elas já haviam divulgado ''Lost Boys and Girls Club''.

>>


O que rola de novo na música, parte 1: Liars e Foster the People
Comentários Comente

Lúcio Ribeiro

>>

130114_liars

* O grupo de indie rock Liars lança em março seu sétimo (!) disco: ''Mess''. O álbum, sucessor de ''WIXIW'' (2012), sai dia 24/03. A faixa ''Mess On A Mission foi divulgada hoje.

*****

130114_foster

* O Foster the People também solta seu novo trabalho em março. ''Supermodel'' chega às lojas dia 14/03 e vai ter 12 faixas. ''Coming of Age'', numa vibe bem Phoenix e cheia de ''uh uh uhs'', é o cartão de visitas do grupo que quer mostrar que vai além do super hit ''Pumped up Kicks''.

>>


U2 ganha Globo de Ouro e faz show sem ninguém saber
Comentários Comente

Lúcio Ribeiro

>>

1731666_ET_Golden_Globes_LKH_06

Um dos nomes que vão pontuar o noticiário neste ano, fácil, é o U2. A mega banda irlandesa ensaia aos poucos seu retorno ao mercado e aos palcos. O primeiro passo foi o lançamento de “Ordinary Love”, faixa que aparece na trilha de “Mandela: A Long Walk To Freedom”, que rendeu ao grupo na noite de ontem um Globo de Ouro por ''melhor canção original''.

Mas outra notícia que chamou a atenção foi uma volta da banda aos palcos sem ninguém saber. No último sábado, o U2 tocou algumas canções em um evento beneficente em prol de entidades do Haiti, realizado pelo ator Sean Penn, em um hotel de Beverly Hills. Esta foi a primeira apresentação do grupo em quase três anos.

A banda tocou faixas como “Vertigo”, “Desire” e “Vertigo”. Bono e The Edge também fizeram uma cover de “Hallelujah”, do mestre Leonard Cohen, em parceria com uma cantora haitiana chamada Anaelle Jean-Pierre.

O novo disco do U2, 13º registro deles na carreira, será lançado neste ano com produção do Danger Mouse.

>>


Edward Sharpe e o vídeo lindo mais triste dos últimos tempos
Comentários Comente

Lúcio Ribeiro

>>

* Que história!!!!

Screen Shot 2014-01-13 at 11.17.11 AM

A banda californiana indie folk hippie Edward Sharpe and the Magnetic Zeros acaba de lançar um vídeo novo, para uma música de disco de 2012, sendo que eles já têm um outro disco editado no ano passado e, dizem, correm para soltar um outro agora em 2014. No caso desse vídeo de ''música velha'', em particular, a bonita ''All Wash Out'', do disco ''Here'' de 2012, existe um motivo tocante para o lançamento.

O vídeo, lindo, mostra uma garota, a bela estudante americana Sophia Glaser, que atua e co-dirige o trabalho. Acontece que Sophia, uma estudante de arte da New York University que fazia um curso na Europa no ano passado, morreu enquanto dormia, vítima de hemorragia cerebral, no final de 2013. Ela tinha 22 anos.

Sophia sonhava em trabalhar com TV e cinema. E era fã da banda do Edward Sharpe. No meio das coisas dela que a família levantou, com sua morte, tinha um material filmado que seria de Sophia dirigindo um clipe para um concurso que a banda de Los Angeles fez em 2012, aos 20 anos. Era um vídeo para ''All Wash Out'', a música. Sophia ia participar do concurso, mas por algum motivo não terminou a edição e não mandou o vídeo para o grupo.

Screen Shot 2014-01-13 at 11.17.45 AM

''All Wash Out'' pode ser entendido como um hino de superação de um problema grande, que ficou para trás, agora estava limpo, ''lavado'', bola para frente apenas. Sophia precisou fazer uma cirurgia no cérebro em 2009, passou por um perrengue por causa de um tumor ''benigno'', sofreu em decorrência do tratamento, mas se recuperou logo e estava seguindo a vida que queria, em busca de seus desejos, seus sonhos. Na filmagem, ela aparece no que seria um cenário bonito pós-tempestade, uma chuva calma em um penhasco à beira-mar que ela vai atravessando e chega num lindo campo, no que seria um final de tarde ensolarado, toda feliz. Era para marcar sua nova fase da vida, sua ressureição.

O impressionante é que Sophia pretendia gravar, originalmente, com uma amiga modelo atuando, mas a garota não apareceu por um contratempo em cima da hora, no dia da filmagem, e Sophia filmou ela mesmo como personagem do vídeo musical.

Agora, depois de tudo, depois de sua morte estúpida e precoce, o vídeo foi finalizado pela irmã mais velha e exibido no funeral dela, no começo de dezembro. Assim que passaram as cerimônias de despedida de Sophia, a irmã o enviou a Edward Sharpe, que imediatamente o transformou em vídeo oficial da banda.

>>


Love Is To Die: Warpaint libera novo disco para audição
Comentários 2

Lúcio Ribeiro

>>

130114_warpaint2

As garotas do Warpaint começam 2014 com novidades. No próximo dia 21 de janeiro, elas lançam seu disco homônimo, o segundo da carreira, pelo selo cool da Rough Trade. Este talvez seja o primeiro lançamento bem aguardado do indie na temporada.

Com um som que beira a psicodelia, todo harmonioso, as meninas de Los Angeles co-produziram o disco de 12 faixas com o produtor Flood (Nick Cave, New Order e PJ Harvey). A mixagem envolveu ainda Nigel Godrich, produtor do Radiohead e membro do Atoms for Peace.

As Warpaint já visitaram o país em uma conexão Popload Gig um tempo atrás. Elas mandam bem.

130114_warpaint

Tags : Warpaint