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Depeche Mode no Sxsw. O show na íntegra

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Sai hoje no mercado, de forma oficial, o novo e incrível disco do Depeche Mode. “Delta Machine” surpreendeu de forma positiva e é uma das grandes e boas notícias deste início de ano. O décimo terceiro disco de carreira do grupo electropop que também é meio pós-punk e é rock’n’roll de essência tem treze faixas e está difícil escolher qual delas é a melhor. Sério.

A turnê dos britânicos, especialistas em tocar para muita gente no meio do nada – tipo 50 mil pessoas na Bratislava – começa só em maio. Mas para bombar o lançamento de “Delta Machine”, a banda se apresentou primeiro no programa de David Letterman tanto na TV quando na web, para a qual fizeram um pocket show.

O outro show foi dentro da programação do incrível South by Southwest, em um galpão para 800 pessoas. A apresentação durou 50 minutos, teve as clássicas “Enjoy The Silence” e “Personal Jesus”, mas teve também um bom número de faixas desse novo disco, incluindo os singles “Angel” e “Heaven”, além das ótimas “Soft Touch/Raw Nerve” e “Soothe My Soul”. A boa notícia é que o grupo disponibilizou esse mini-show na íntegra e em ótima definição através do portal americano Yahoo. O DM deve passar pelo Brasil no começo do ano que vem, se eles não derem o bolo na gente outra vez.

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O Vampire Weekend e suas novas músicas no Sxsw e de estúdio

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A Popload destacou aqui no sábado que o bom Vampire Weekend era uma das atrações imperdíveis do fim de semana do South by Southwest. A turma do Ezra Koenig havia tocado a nova “Unbelievers” em um pocket show transmitido por uma estação de rádio na sexta à tarde. No sábado à noite, fizeram um show em Austin, dentro da programação do festival.

Nesta apresentação, mostraram mais coisas novas, como a edificante “Ya Hey” e o novo single, “Diane Young”, que também acaba de sair em sua versão de estúdio. A Popload deixa aqui para você.

O Vampire Weekend prepara o lançamento de seu novo disco “Modern Vampires of the City” para o dia 7 de maio. Semana passada, o grupo de Nova York botou um anúncio nos “classificados” do New York Times divulgando a data.

* Foto: Consequence of Sound

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As experiências de Justin Timberlake no Sxsw

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O South by Southwest, festival sumariamente conhecido como de “novas tendências” musicais, culturais, interativas e tecnológicas de Austin, Texas, tem seus momentos de “velharias”. Não o Depeche Mode, não o Iggy Pop, não o Prince. Mas o Justin Timberlake, “velho” na casa dos 30.

O grande nome da música pop fez um show secreto para o MySpace em uma casa para apenas 800 pessoas. Por lá, apresentou faixas do seu novíssimo e aclamado disco “The 20/20 Experience”. “Push Love”, “That Girl” e “Suit & Tie” já são hits. Junto com elas, mesclou o set com sucessos da carreira, desde “Senorita” a “My Love”, passando por “Cry Me a River”, descrita como “épica”, já que ele se apresentou com sua nova banda de suporte, a The Tennessee Kids, composta por 15 pessoas. Dizem, as músicas novas ficaram ainda melhor ao vivo, mais encorpadas.

Sobrou espaço para a cover de “Need You Tonight”, clássica do INXS. Em certo momento da apresentação, Justin confessou: “I’m on drugs. I’m just… serious”.

* Um papo que vem crescendo nos bastidores é sobre uma segunda parte de “The 20/20 Experience” a ser lançada ainda este ano. Quem entregou a bomba foi Questlove, baterista da banda The Roots. De acordo com o músico, um volume 2 do disco de Justin Timberlake será lançado em novembro com outras 10 novas faixas. Questlove classificou o disco como “extremamente ambicioso”. Será?

Por enquanto, de novidade, só a foto do Justin com o Ryan Gosling. De 1994!!!

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Keep Austin weird: os vampiros e os wampiros no Sxsw

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* Tem o Vampire Weekend, nossos amigos, fazem hoje um aguardado show no South by Southwest depois de uma certa “reclusão criativa”. A banda de Nova York com um pé no Paul Simon e outro nas batidas africanas na verdade tocou ontem em uma performance pocket especial, de dia, em uma festa de uma rádio americana que o transmitiu. O Vampire Weekend lança em maio seu terceiro disco, “Modern Vampires of the City”, Sai no dia 7/5, conforme anunciado pela banda semanas atrás num tijolinho de classificados do “New York Times”! Ontem, no lance da rádio, mostraram uma música do disco novo, “Unbelievers”.

Também está por Austin nestes dias movimentados a curiosíssima banda de dream pop Wampire, de Portland, Oregon, terra tão bizarra (e bacana) quanto Austin. Ao contrário do Vampire, o Wampire ainda não é lá conhecido, mas tem feito uma fama que já chega a Londres e fez deles um dos campeões dos borburinhos “Tem Que Ver” comum ao South by Southwest. O Wampire, dupla dinâmica formada pelos amigos Rocky Tinder e Eric Phipps, assim como o Vampire, lança álbum em maio. No caso deles, “Curiosity”, é o primeiro.

Não achei ainda vídeo das duas apresentações pequenas do Wampire no South by Southwest. Mas deixo aqui uma cover que eles fizeram de Kraftwerk, uma das influências do dream pop (ou do “funk espacial”) que a dupla apresenta sonoramente. A música revisitada de um jeito “Portlandia” é a famosa “The Model”. Outra que segue é “Spirit Forest”, que vai estar no álbum de estreia. Tudo belezura.

A história do nome Wampire, com o “W”, é engraçada. Um amigo alemão deles, em intercâmbio em Portland, chamava um dos membros da dupla de vampiro, por causa do jeito que ele se vestia. Mas só escrevia “vampiro” com “w”. Já saiu também que Wampire pode ter sido tirado do termo “wannabe vampire”, usado por galera para caras que têm olhar misterioso, usa sobretudo preto, tem as unhas grandes e curte das umas mordidinhas no pescoço de quem permite. Haha. Tô falando sério. O termo existe mesmo e a descrição não é viagem.

Enfim, ouve aí o Wampire.

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Fotos incríveis do South by Southwest 2013

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* Segundo a revista “Time”, bem entendido.

* O festival texano South by Southwest 2013, realizado em Austin, até que chama um pouco a atenção. O evento, a maior vitrine de novidades sonoras do planeta, termina tecnicamente amanhã, mas a reta final de apresentações bombator acaba hoje. Amanhã, tradição, tem alguns shows locais, o torneio de softball, o grande churrasco de encerramento e, no caso deste ano, a esbórnia cervejeira do Dia de St. Patrick. Durante a semana, a antena do Sxsw foi captada por importantes meios de comunicação de massa, tipo o “New York Times”, a Popload e o “Guardian” inglês. Centenas de marcas de comida, bebida, energético, bancos, revistas, roupas etc promoveram em Austin suas festas particulares com grandes concertos fora da programação oficial. Rádios importantes como a Radio One inglesa, a L’Mouve francesa, a Triple J australiana e o grande conglomerado americano NPR estavam entre as que montaram QG no Texas para transmitir ao vivo do festival, com performances exclusivas, entrevistas e boletins. Até a sisuda revista “Time” reportou o que acontecia no Texas, em blog e redes sociais.

Cheguei onde queria chegar com todo o blablablá acima. A “Time” postou ontem uma seleção de 37 fotos “awesome” colhidas desde terça-feira durante shows do Sxsw. A gente bota uma dúzia delas aqui embaixo. A grande maioria é da agência Getty Images.

Show do Macklemore and Ryan Lewis

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Karen O, do Yeah Yeah Yeahs

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Jim James, do My Morning Jackets, em performance solo

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O Tenacious D, de Jack Black e Kyle Gass

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A banda de 20 integrantes The Polyphonic Spree

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A inacreditável forma física de Iggy Pop

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As f(x), banda pop feminina da Coréia do Sul

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O grupo californiano Cold War Kids

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Cafe Tacvba, que tocou recentemente em São Paulo

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A louquinha Hayley Williams, do Paramore, banda que toca neste ano no Brasil

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Juice, do Flatbush Zombies, banda nova-iorquina de “hip hop estranho”, interage com a galera

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O cantor inglês Tom Odell, que lança o primeiro disco em abril e é considerado uma das “next big things” britânicas

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Noite de “alternative rock” no Sxsw. Hoje dá para assistir o Afghan Whigs

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O respeitado e cultuado The Afghan Whigs, sexteto cult de Ohio recém-reformado para shows em festivais pelo mundo (ano passado), é a grande presença “online” do South by Southwest na noite de hoje. O show dos veteranos liderados pelo grande Greg Dulli terá transmissão ao vivo pelo site descolado da Fader.

Espécie de grupo obscuro, mas de público fiel, o Afghan Whigs surgiu no final dos anos 80, mas apareceu mesmo para o mundo da música ali em 1994/95, numa época marcante e confusa pós-Nirvana, quando o rock americano ainda enfrentava uma crise de identidade, já que 80% do forte movimento grunge parecia ter morrido junto com Kurt Cobain e as guitarras por lá viviam uma época de luto simbólico.

Ano passado, a banda saiu do Primavera Sound espanhol na lista dos “melhores shows”. Vamos ver se o de hoje segue a linha. O show começa por volta das 21h30 de Brasília.

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The Flaming Lips no Sxsw, o show completo

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Papo reto. Um dos shows mais concorridos de ontem foi o do sempre especial e incrível The Flaming Lips. A turma do Wayne Coyne, atração do Lollapalooza Brasil daqui 15 dias, acostumada a fazer shows gigantes cheios de apetrechos e efeitos visuais, testou sua “musicalidade” em um espaço bem menor em Austin, durante o South by Southwest.

Em uma apresentação que durou pouco mais de uma hora, os Lábios Flamejantes de Oklahoma (!) tocaram 10 músicas. Destaque para “Are You a Hypnotist?”, que foi tocada pela primeira vez ao vivo, parece. O grupo solta “The Terror”, o novo disco, dia 1º de abril. Wayne é gênio.

* Flaming Lips no Sxsw, o setlist
Fight Test
One More Robot/Sympathy 3000-21
Yoshimi Battles the Pink Robots, Pt. 1
In the Morning of the Magicians
Ego Tripping at the Gates of Hell
Are You a Hypnotist?
It’s Summertime
Do You Realize?
All We Have Is Now

* Foto: Billboard

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Depeche Mode solta outra música boa e aumenta expectativa pelo disco novo

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Atração de peso no dia de hoje do South by Southwest, o Depeche Mode soltou o segundo single do seu novo disco. A ótima “Soothe My Soul” evoca os melhores momentos do grupo do Dave Gahan, ícone da música eletrônica nas últimas três décadas.

O single faz parte de “Delta Machine”, o aguardado novo álbum do grupo que será lançado na próxima semana, dia 26. Nesta semana, você leu aqui, o Depeche Mode se apresentou no teatro Ed Sullivan durante e depois do programa de David Letterman. Os britânicos iniciam turnê mundial em maio em estádios europeus e devem visitar a América do Sul no primeiro trimestre de 2014.

“Soothe My Soul” foi ao ar pela primeira vez na BBC Radio 6 na manhã de hoje.

* O show no Letterman, completo e em vídeo, abaixo.

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Cold War Kids, a melhor banda americana viva, se espalha pelo Sxsw

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* Óbvio que o título é uma zoeira, provocação. Eu sei que tem UMA banda americana melhor que eles, hoje!

* Uma das minhas dores por ter mudado de planos e pulado o Sxsw 2013 é ter perdido essa certa volta do Cold War Kids, da Califórnia, uma das minhas bandas prediletas, um dos meus shows prediletos.
Dia 2 de abril agora eles lançam disco novo, o quarto, “Dear Miss Lonelyhearts”, e estão tocando geral no South by Southwest, de dia e de noite. Que beleza!
Hoje o grupo indie-gospel se apresenta no incrível Stubbs. no primeiro dia de South by Southwest, se apresentaram fora da programação oficial, no fervoroso Hype Hotel. Ontem, tocaram no Mohawk, já nesta madrugada na verdade, com exibição ao vivo na internet.

Tamos de olho no Cold War Kids. Seguem vídeo do “clássico” hino “Something Is Not Right with Me”, suingada, e uma apresentação acústica no QG da L’Mouv francesa no Sxsw. Sim, a rádio mais legal da frança montou barraca de transmissão, entrevistas e tudo mais no Sxsw 2013. Lá, para a francesada, o CWK mandou duas novas: o primeiro single “Miracle Mile” e depois a nova “Tuxedos”, que vai estar no disco de abril.

Dois do Cold War Kids em algum momento no Texas, em foto de Instagram de @zanrowe

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“Entreguei minha vida à música por causa de um riff de guitarra de uma canção sem vocal”, diz Grohl em palestra no Sxsw. Veja a conversa completa, em vídeo

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* O dia de hoje, em Austin, Texas, pertence a Dave Grohl. Mais tarde ele se apresenta com a estrelada banda do documentário que dirigiu, Sound City Players. Mais cedo, de manhã no festival South by Southwest, começo da tarde no Brasil, com transmissão ao vivo na internet, ele foi o palestrante do dia, falando para uma plateia concorridíssima e lotada de jornalistas. Num discurso incrível, contou como a música entrou na sua vida e revelou uma história do Nirvana que eu não conhecia.

Entre outras coisas, contou que foi por causa de um riff de guitarra num disco que a mãe comprou na farmácia, quando era bem pequeno, em 1975, que a música entrou na sua vida. Era o riff da canção “Frankenstein”, do compositor Edgar Winter, famoso nos anos 70, que pertencia a uma coletânea de sucessos em que a maioria das canções eram dance, disco. Agradeceu à prima e sua incrível coleção de discos, que iluminaram seu caminho. À mãe, que deu a guitarra que, com um livro de canções dos Beatles, fez o rock virar sua religião. E os astros de rock, seus santos. Falou que entrou no caminho da música por inteiro sem imaginar que poderia ser famoso. Desejava que pelo menos a música pagasse seus pôsteres do Kiss. Disse que num certo momento do começo do Nirvana alguém chegou para a banda, especialmente para Kurt, e perguntou o que ele pretendia na música. “Ser a maior banda de rock do mundo”, respondeu o saudoso guitarrista. Grohl disse que riu muito. E mais ainda quando realmente viraram a maior banda do mundo.

Aqui embaixo tem o vídeo inteiro do “Keynote” de Dave Grohl no South by Southwest. Se você arranha no inglês, vai se divertir vendo o Grohl contar sua história. De óculos de grau. Esperando que os óculos não ofusquem sua “cara de rock star”.

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