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The Cure no Brasil: as vendas e os preços dos ingressos

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Uma das turnês mais aguardadas para este ano, a visita do seminal The Cure ao país, agora sim, ganhou forma de vez. Oficializada mês passado, faltavam os detalhes e informações relacionadas às vendas e preços de ingressos. A XYZ, produtora responsável pelos shows da banda britânica no país, informou que as vendas terão início dia 21 de fevereiro para a apresentação de São Paulo e dia 26 também deste mês para o show do Rio, via Livepass. O Cure toca dia 4 de abril em território carioca e dois dias depois para os paulistanos.

Para o show no Rio, que será realizado na HSBC Arena, serão disponibilizados ingressos em seis setores, variando de R$ 200 (nível 3) a R$ 600 (pista Premier). Em São Paulo, o Morumbi será fatiado em doze partes, tendo como ingresso mais barato o da arquibancada C (R$ 125) e o mais caro, óbvio, a pista Premium (R$ 500).

Como a Popload destacou mês passado a partir de um levantamento feito por fãs do Cure na América Latina, os espectadores daqui, por um motivo ou outro, pagarão até 317 dólares para ver o Robert Smith e sua turma tocando por três horas, valores bem acima dos normalmente praticados em outras praças tradicionais como Europa e América do Norte. E como este espaço prometeu na época, voltamos ao assunto para incluir o Brasil no “pacote” do estudo, para “analisarmos” os preços aqui praticados, sempre ressaltando que analisar preço de ingresso é sempre tarefa dura, porque quase nunca se sabe o que vem embutido nesse preço. Então vale mais como curiosidade.

Pelos índices de conversões de moeda na data de hoje, o ingresso mais caro do Rio de Janeiro sai por 306 dólares, um dos mais altos do continente, ficando atrás apenas para a área VIP de Santiago (317 dólares). O ingresso carioca mais barato, o do Nível 3, sai por 102 dólares. Já em São Paulo, a entrada mais salgada, a Premium, sai por 255 dólares. Em compensação, quem optar pelo lugar mais barato do estádio, a Arquibancada C (frontal, mas a mais distante do palco), pagará cerca de 64 dólares. Isso se baseando apenas nos preços de inteira.

Em meio a todo este levantamento, sempre acho legal destacar a situação de Bogotá. Lá, o show acontece em um parque, fazendo com que os fãs sejam divididos apenas em pista vip e pista normal. Mas os nomes escolhidos para os setores não poderiam resumir melhor: “Close To Me” (pista vip) e “Boys Don’t Cry” (pista normal).

Enfim. Vem, Robert Smith!

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Friends e Flight Facilities tocam em São Paulo dia 27 de janeiro

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* As duas deliciosas novas bandas, atrações do evento gaúcho Meca Festival, tocam em São Paulo em esquema “pool party”, balada-show de dia, no domingão 27 de janeiro. O lugar ainda vai ser divulgado. Não está definido também se a festa terá venda de ingressos, será na base de promoção no Facebook do festival ou vai ser um evento fechado.

O Flight Facilities (foto acima) é da boa safra australiana de som electroindie, que deu ao pop recentemente do Cut Copy ao Tame Impala e montaram uma forte conexão Londres-Paris-Sydney de electro. O FF (não confundir com Foo Fighters, Friendly Fires, Fiery Furnaces e Fleet Foxes) é formado por um duo “misterioso” de Sydney. Já ouviu “Crave You”, sonzinho cool que lembra Stereolab e já tem até remix dubstep?

O Friends é do Brooklyn, Nova York. Meio caminho andado para ser bom. É a banda da fofa Samantha Urbani, que canta dando gritinho tipo Glass Candy, quando não está sussurrando. Bombaram bem no final de 2011 e os ingleses amam eles. “Friend Crush” é uma delícia. Mas acho que a mais famosa deles é “I’m His Girl”. Aqui tem a Samantha crowdsurfing enquanto canta o hit deles no Reading Festival do ano passado.

O Meca Festival acontece no dia 26 de janeiro na praia de Xangri-la, perto de Atlantida, a mais ou menos 1 hora e meia de Porto Alegre. Não é exatamente na praia, mas num hotel-fazenda lindo, com um lago enorme atrás do palco principal. Além das duas bandas que enviarão a São Paulo, a edição deste ano do festival terá Citizens!, Dragonette, Zulu Winter, Holger, Database, Tess e o incrível grupo indie gaúcho Dis Moi. Viagem a Meca para o festival, “nosso Benicassim”, é altamente recomendada.

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Hoje, em São Paulo…

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* PULP!!!! Via Funchal, 22h.
Jarvis Cocker vai falar

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Jarvis Cocker à Popload: sobre São Paulo, a importância do britpop, a treta com Michael Jackson, Lana del Rey e “Common People”

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* Saiu publicada hoje na “Folha de S.Paulo” a entrevista que eu fiz semana passada com o grande Jarvis Cocker, vocalista falador dândi da banda inglesa Pulp, que faz show único no país semana que vem, aqui em São Paulo. Havíamos, Popload e Folha, soltado um teaser da entrevista com a história real e ficcional do maior hino da banda, a maravilhosa “Common People”. Agora a entrevista está completa. Até mais completa do que a que saiu na “Ilustrada”, porque não tem limite de espaço. Tem o que Jarvis falando de São Paulo, de por que o Pulp nunca veio para cá, sobre o legado do britpop e a respeito da maior confusão de sua vida: a treta com o Michael Jackson, transmitida ao vivo pela TV inglesa.
Bom, lê aí.

Era só o que faltava. Ou, melhor, era só quem faltava.
Quase 20 anos depois de fazer parte do último grande movimento musical inglês, a banda Pulp, liderada pelo dândi Jarvis Cocker, se apresenta pela primeira vez no Brasil agora em novembro. O show, único no país, acontece no dia 28, semana que vem, na Via Funchal, em SP.

Da trinca de ouro do britpop, que vendeu milhões de discos na metade dos anos 90 e frequentou tanto a parada de sucessos quanto os tablóides, o Oasis já veio quatro vezes. O Blur esteve aqui em uma oportunidade, lá em 1999.
“Eu estive em 2008 na Argentina e Chile, para shows de minha carreira solo. Estávamos acertados para ir ao Brasil, mas algo de última hora aconteceu e acabamos não indo”, disse à Folha o vocalista do Pulp, Jarvis Cocker, em entrevista por telefone de Paris, onde mora “parte do tempo” [Jarvis tem um filho francês].
“O Pulp não fazia grandes turnês fora da Inglaterra, então talvez não fizesse sentido na época incluir a América do Sul em nossa rota de shows.”

Cocker, famoso por ser mais um contador de histórias do que propriamente um cantor, diz estar ansioso por tocar em São Paulo. Não necessariamente para ter o primeiro contato com os fãs brasileiros da banda. “Eu tenho uma amiga inglesa que negocia arte e vive viajando a São Paulo, para visitar galerias. Ela me fala tanto que a cidade é viva, interessante, que agora quero muito conhecê-la”, contou.

O Pulp tem sete discos lançados, três na abastada era do britpop. O último deles produzido há quase 12 anos. Ao todo, a banda vendeu mais de 10 milhões de cópias. Em 2002, o grupo acabou. Cocker chegou a dizer que não se via mais tocando na banda aos 40 anos. No ano passado, quase aos 48 anos e dentro dessa grande onda de ressurreição de bandas acabadas , ele botou o Pulp novamente na ativa. Sem disco novo, músicas novas. E o teste da popularidade inabalada foi logo o acerto de shows gigantes no Hyde Park, no Reading Festival, no Glastonbury, entre outros.
“Bom, eu disse aquilo dos 40 anos. Mas o fato é que, mesmo agora, não me sinto um adulto propriamente dito, então tudo bem. Tinha um certo medo da velhice”, afirmou Cocker.
“No começo fiquei incomodado de a banda voltar. Aí chamei todo mundo, nos trancamos num estúdio frio em Sheffield e eu disse: ‘Se tocarmos as velhas canções de um modo minimamente decente, a gente volta’. Daí eu percebi que tinha passado toda minha juventude no Pulp. E não tinha sido uma perda de tempo. Então dava para tocar aquelas músicas de novo.”

E, aos 49 anos, como o senhor Jarvis Cocker vê hoje o que se deu na música inglesa há cerca de 20 anos, a febre do britpop e o resgate da auto-estima sonora britânica diante da “invasão” americana protagonizada pelo grunge.
“O britpop foi muito importante para a Inglaterra até socialmente. Não sei se fez diferença fora dali. Ajudou a dar força à história do ‘Cool Britannia’ que fez os jovens como a gente voltar a ter orgulho de ser inglês, principalmente culturalmente”, definiu o líder do Pulp.
“Mas acho que a melhor contribuição mesmo foi botar a música independente no mesmo patamar do mainstream. Chegar a jornais, rádios e TVs de modo que nunca havia chegado. Mas no fim, hoje dá para falar, o britpop não mudou tanto como queríamos. Ou como a gente achou que poderia mudar.”

Chegar aos jornais, mais especialmente aos tablóides, no caso específico do Pulp, deu fama nacional ao Pulp, mas também teve um lado amargo para Jarvis Cocker.
Numa importante premiação da música inglesa, o Brit Awards de 1996, no auge do britpop, Jarvis saiu da plateia para protestar invadindo o palco onde se apresentava o astro pop americano Michael Jackson. Era o indie britânico testando sua força contra o pop ianque.

Michael Jackson estava na premiação para receber o título de “Artista de uma Geração” e aproveitou para tocar seu sucesso na época, o single “Earth Song”, e entrou em cena vestido tal qual um Jesus Cristo, acompanhado por um rebanho de criancinhas.
Ao vivo para a Inglaterra e Europa, Jarvis furou o bloqueio de seguranças, foi ao palco e mostrou seu traseiro para o público e principalmente para Michael Jackson. Acabou preso. Mas acabou extrafamoso.
“Aquilo foi um protesto que fazia sentido à época. A gente dominando a música e a indústria bajulando um artista vestido de Cristo e ‘curando’ criancinhas. Veja, eu adoro Michael Jackson e sei da importância dele na música e…. Isso foi há muitos anos… Deixa para lá.”

Pouco antes da entrevista, Jarvis estava gravando seu programa semanal para o BBC Radio 6 Music, que apresenta aos domingos. O “Sunday Service”, que tem duas horas de duração e vai ao ar às tardes dominicais na internet. “É o mais próximo que cheguei de um trabalho ‘normal’”, disse o líder do Pulp, que no programa lê poesias, trechos de livros, fala de cinema e ATÉ toca música, nova e antiga, pop e jazz, clássico e trilhas sonoras de filmes. Às vezes ao vivo, às vezes gravado. “Acho que o mais novo que eu toquei foi ‘Video Games’, da Lana del Rey. Gosto muito dela. Acho seu disco irregular, algumas coisas boas, outras nem tanto. Mas essa ‘Video Games’ é maravilhosa.”

Quanto a sua ocupação principal de um trabalho não-normal, o de cantor do Pulp, no show de semana que vem em São Paulo certamente Jarvis Cocker vai lidar com a expectativa de fãs brasileiros esperando a banda tocar aqui ao vivo uma das mais marcantes músicas dos anos 90, o hino “Common People”, um dos singles que catapultaram o grupo ao sucesso no Reino Unido e no mundo e que está no milionário álbum “Different Class”, de 1995.
À Folha, Cocker revelou que a famosa letra da menina grega rica que foi estudar artes na Inglaterra, se apaixonou pelo modo de vida da classe operária inglesa e queria então ser uma “pessoa comum”(viver como uma pessoa comum e dormir com uma pessoa comum) é verdadeira, mas “em partes”.

“Conheci mesmo na vida real uma garota assim na Saint Martins College of Art and Design, em Londres. Ela era mesmo grega. O pai dela era mesmo rico. Ela queria mesmo viver uma vida mais ‘normal’. Mas, diferentemente do que eu narro na música, ela nunca disse que queria dormir com uma pessoa comum como eu”, contou Cocker. 

“Eu tinha atração por ela, ela não tinha atração por mim. Mas o mais engraçado de tudo foi que a canção fez sucesso dez anos depois desse encontro. Como artista, mudei um pouco a letra para mudar o final e tornar a história mais feliz para o meu lado. E dez anos depois do sucesso recebi uma ligação dela, comentando a música e dizendo que na época ela até teria dormido comigo. Mas eu acho que não, no fim. Ela nunca conseguiu ser uma ‘pessoa comum’.

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São Paulo e Rio garantem o show do Andrew Bird. Já Porto Alegre…

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* Ontem à noite o Rio de Janeiro comprou a última cota das 250 necessárias para a realização na cidade do show do especialíssimo músico americano Andrew Bird. Cavalheiro do indie-folk, Andrew Bird está vindo à América Latina graças a uma ação de crowdfunding internacional organizada pelo Songkick, site britânico famoso em consulta de shows. A apresentação de Bird no Brasil terá ajuda logística do festival Popload Gig, aquele.

Seis cidades latinas concorrem a seis shows de Bird na região. Os concertos acontecem em fevereiro de 2013, entre os dias 17 e 28. São Paulo garantiu a compra dos 250 ingressos-cota no primeiro dia. Cidade do México já cumpriu com seu dever, também. E ontem à noite vi quando faltava uma cota para o Rio levar seu show do Bird também. Quase comprei, de nervoso, para ajudar os amigos cariocas, haha. Enfim, Rio confirmado.

Aqui no Brasil, Florianópolis tem pinta de conseguir levar a apresentação de Bird. No momento em que este post vai ao ar, faltavam 151 reservas necessárias. A capital catarinense briga especialmente com Santiago, Lima e Guadalajara por um dos três shows restantes.

A surpresa “negativa” da ação fica com Porto Alegre. A gauchada parece não querer dar muita bola para o Andrew, tadinho. Das 250 cotas disponíveis, apenas 3 (TRÊS!!!) foram adquiridas pelos gaúchos, o que faz de POA a vice-lanterna na corrida pelo show, ficando à frente apenas de Santo Domingo, que reservou duas cotas.

Reage, Porto Alegre.

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Fiona Apple vem ao Brasil para três shows ainda em 2012

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* Mulherada, a hora é esta. A t.e.m.p.e.r.a.m.e.n.t.a.l e famosa cantora e pianista americana Fiona Apple vêm pela primeira vez ao Brasil ainda este ano. Serão três shows no Brasil, ao que parece na segunda quinzena de novembro. Porto Alegre, São Paulo e Rio, não necessariamente nesta ordem, devem receber as apresentações sempre polêmica da polêmica artista, que andava sumida até o ano passado, se apresentou em show nervoso no South by Southwest neste ano, soltou o disco chamado simplesmente de “The Idler Wheel Is Wiser than the Driver of the Screw and Whipping Cords Will Serve You More than Ropes Will Ever Do” (também conhecido como “TIWIWTTDOTSAWCWSYMTRWED”, haha) e recentemente foi presa no Texas por porte de haxixe.

Vem, Fiona! Mais informações em breve.

As duas faces de Fiona Apple: angelical, acima, e “má”, abaixo, haha

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Ontem no Brooklyn, “amanhã” em SP: Gossip e Two Door Cinema Club

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* Isso pode te interessar como “warm up” para o que vem por aí.

1. Ontem, no Brooklyn Bowl, no bombado bairro descolex nova-iorquino, teve show do difícil grupo Gossip, da diva disco punk furona Beth Ditto. A banda, que lançou o meio apagadinho quinto álbum neste ano, “A Joyful Noise”, se apresenta mês que vem em São Paulo, no Planeta Terra Festival. Quer dizer, pelo menos está marcada para. Achei a Beth Ditto bem mais… magra. Impressão minha?

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2. Ainda ontem à noite, ainda no Brooklyn, ainda em Williamsburg, mas no Music Hall, o grupo irlandês Two Door Cinema Club chacoalhou o bairro hipster. O show foi transmitido ao vivo para o mundo via Youtube, dentro da série do Bowery Presents, que vira e mexe bota shows cool de Nova York (do Music Hall of Williamsburg, Terminal 5, Mercury Lounge…) para o planeta ver pela web. O Two Door Cinema Club, que lançou o bem simpático segundo álbum neste ano, “Beacon”, está cotadíssimo para estar no line up do Lollapalooza Brasil 2013. Dizem. Quem perdeu a transmissão ao vivo ontem pode ver essa performance da banda a partir de segunda-feira que vem, no canal do Bowery Presents. Fica “on demand” por dois dias. Nice.

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foto Gossip do Instagram: @ingiepop
foto Two Door Cinema Club do Instagram: @danieloakley

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Fechou. O grande Pulp faz show único em São Paulo, em novembro

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* Hey, Jarvis!

* O que a gente soltou por aqui há algum tempinho tomou forma robusta e já dá para cravar com segurança. A banda inglesa Pulp, famoso grupo do britpop dos anos 90 e que atualmente frequenta grandes festivais pelo mundo, traz seu famoso show para São Paulo no final de novembro.

Uma data estava confirmada também para o Rio, mas parece que não vai mais acontecer. Vamos acompanhar.

O concerto da banda de Jarvis Cocker, que nos 90 formou a tríade mais relevante da música pop inglesa na década com Blur e Oasis, será na Via Funchal, a Popload apurou. A data é dia 28/11, podendo ainda ser trocada para o dia 29. Aguardemos o anúncio oficial.

Faz tempo que o Pulp negocia essa passagem pelo Brasil, uma vez que estava confirmado no Chile e Argentina. A ideia inicial era ter Pulp no SWU. Mas, como o festival deixou de existir para sempre, dizem, a data brasileira do Pulp ficou solta até ontem.

Abaixo, um vídeo da última apresentação do Pulp nestes últimos meses. Aconteceu na Itália. A banda retoma os palcos aqui na América do Sul, dia 21 de novembro, na Argentina.

Com a vinda do Suede em outubro para o Planeta Terra, assim como Pulp pela primeira vez no Brasil, podemos enterrar de vez o britpop do nosso imaginário de shows. Bem enterrado, diga-se.

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Adivinha só quem vem ao Brasil em outubro?

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* Ele…

* Uma das figuras mais polêmicas do rock, o lendário Peter Hook, fundador de Joy Division e New Order, baixista e briguento, vem ao Brasil em outubro em sua versão DJ farofa. Hook, que voltou a ser assunto ultimamente pelas brigas com o atual New Order e pelas declarações recentes sobre Ian Curtis, o mártir do Joy Division, comanda seu DJ set, hã, festeiro no dia 26/10 no NA MATA CAFÉ de Belo Horizonte (novo) e, no dia seguinte, na matriz paulistana.

* Ok?

* Peter Hook foi o centro de uma capa recente do semanário inglês “New Musical Express”, 60 anos, cuja capa era o Joy Division. Em entrevista exclusiva à revista, por conta do lançamento da biografia “Unknown Pleasures: Inside Joy Division” Hook descontroi o mito de Ian Curtis, cantor sorumbático e depressivo que acabou optando por suicídio muito jovem, com a banda tendo lançado apenas um disco e na véspera de sua primeira turnê pelos EUA:
“O que nunca foi divulgado é o Ian que nós víamos na banda, diferente desse cara tristonho e pra baixo que a história conta. Ele não se encaixa nem de longe no mito que privilegia a idéia de que Ian existia em outro planeta que não era o nosso. Mas não é verdade. Ele adorava esse estilo de vida e teria curtido bem mais se não fosse pela epilepsia. Ele adorava música e adorava o grupo. Ele era um brother nosso”.

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Corra, Lolla, Corra! Festival deve anunciar Two Door Cinema Club e Hot Chip para edição 2013

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* O Lollapalooza 2013 brasileiro está ficando nervoso. O festival que redescobriu o Jockey Club para São Paulo e expandiu para três dias de evento sua segunda edição aqui no país deve anunciar em seu rol de bandas imperdíveis os nomes dos britânicos Two Door Cinema Club e Hot Chip, dois dos melhores shows da música independente atual e ambos com discos novos. O grupo americano Passion Pit, parece, também está na lista.

O trio de novidades se juntam aos dois headliners que também devem estar na escalação oficial: os grupos Black Keys e o veterano Pearl Jam. O astro Jack White e suas duas bandas segue sendo namorado pelo Lolla Brasil, mas deste lado de cá ainda não temos notícia de algum acerto. A sempre incrível banda escocesa Franz Ferdinand também deve fazer muita gente rumar ao Jockey na Páscoa. O Lollapalooza vai acontecer nos dias 29, 30 e 31 de março do ano que vem. O Lolla corre para anunciar todo o line-up agora em setembro. Junto, vai dar a largada na venda de ingressos. Calcula-se que entre 60 e 70 bandas vão formar o Lolla BR 2013. Então muito mais vai ser revelado em breve.


Acima, Alex Trimble, da banda irlandesa (do Norte) Two Door Cinema Club, em ação no Reading Festival do último final de semana. Abaixo, o Hot Chip em performance no festival espanhol Sonar. As duas bandas devem ser anunciadas para o Brasil, pelo Lolla 2013

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