O cultuado músico e herói indie Brendan Benson vem ao país em breve para participar da Virada Cultural do estado de SP. Benson, aquele, que entre outras coisas toca uma banda com o Jack White, vai se apresentar nas cidades de Presidente Prudente (25/05) e Marília (26/05, domingão, fim de tarde).
Antes disso, o cantor promete um show imperdível no Cine Joia, dia 22 de maio. Os ingressos já estão sendo vendidos no site oficial da casa, com preços variando entre R$ 60 e R$ 120. Benson vem com nova turnê pautada pelo disco “What Kind of World”, seu quinto solo.
E a boa notícia é que a Popload tem UM PAR DE INGRESSOS para seu leitorado batuta. Para concorrer, deixe seu nome, e-mail e cidade nos comentários, aquele velho esquema de sempre.
Benson lança na próxima segunda-feira (só virtualmente) seu novo single “Swallow You Whole”, em seu site oficial. Dia 18, ele toca no festival Bananada, em Goiânia. O pôster lindão do show no Cine Joia é este abaixo.
Se você acha que o ex-beatle setentão, que inicia sua turnê mundial pelo Brasil com estádios lotados, show de quase 3 horas e quase 40 músicas é o maior artista vivo deste planeta, comece a rever seus conceitos.
Macca who? Dave Grohl quem? Josh Homme, Jack White? Justin Bieber provou ser mais gênio que todos. Em seu show realizado no último domingo, em Dubai, o ídolo teen fazia uma performance ao piano, levando as “beliebers” à loucura. De repente, um fã mais atirado invadiu o palco para dar um abraço no ídolo. E o segurança, óbvio, não curtiu. Partiu para cima do fã, separou ele de Bieber, derrubou o piano (que veio a quebrar), Bieber saiu correndo, olhando a confusão e CONTINUOU “cantando” e dançando na mesma “intensidade” como se nada estivesse acontecendo. Haha. Vídeo do ano?
O aguardado “The Great Gatsby”, filme que estreia no final do mês nos Estados Unidos e em junho no Brasil, é baseado no famoso romance de F. Scott Fitzgerald, lançado nos anos 20. O longa, dirigido por Baz Luhrmann, tem no elenco nomes como Leo DiCaprio, Carey Mulligan e Tobey Maguire. “The Great Gatsby” abre oficialmente o festival de Cannes neste mês.
Mas o que chama mesmo a atenção antes mesmo do filme ser lançado é a trilha sonora do mesmo, que ficou sobre a responsa de Jay-Z. Dias atrás a Popload destacou a faixa “Together”, interpretada pelo trio inglês The XX. Além do cultuado grupo, a trilha tem em seu tracklist nomes de peso como Jack White (fazendo U2), Lana Del Rey, Gotye, Florence and the Machine, Bryan Ferry com sua orquestra e Beyoncé acompanhada de André 3000 fazendo a Amy Winehouse.
Enquanto o filme não sai, a gente pode ter o gostinho dessa trilha, liberada na íntegra pela rede de rádios norte-americana NPR.
* A trilha sonora de “The Great Gatsby” 1) “100$ Bill” – Jay-Z 2) “Back to Black” – Beyoncé x André 3000 3) “Bang Bang” – will.i.am 4) “A Little Party Never Killed Nobody (All We Got)” – Fergie + Q Tip + GoonRock 5) “Young and Beautiful” – Lana Del Rey 6) “Love Is the Drug” – Bryan Ferry with The Bryan Ferry Orchestra 7) “Over the Love” – Florence + The Machine 8) “Where the Wind Blows” – Coco O. of Quadron 9) “Crazy in Love” – Emeli Sandé and the Bryan Ferry Orchestra 10) “Together” – The xx 11) “Hearts a Mess” – Gotye 12) “Love Is Blindness” – Jack White 13) “Into the Past” – Nero 14) “Kill and Run” – Sia
Como não amar esse cara? Jack White é tão unstoppable que associar seu nome “só” ao fabuloso White Stripes chega a ser pecado. Fora todas as bandas boas que ele já formou sem a Meg e seu disco solo incrível, ele se destaca também nos bastidores da música, à frente de seu selo super cool Third Man Records.
Através da sua empresa, Jack White sempre tenta dar um toque vintage à música moderna de hoje em dia. Amante e defensor ferrenho do vinil, Jack vira e mexe está lançado algo ou alguém através desse tipo de mídia. Toda sua genialidade e prestação de serviços à música fizeram dele o embaixador do Record Store Day deste ano, realizado no último sábado.
Como bom patrono, Jack bolou uma engenhoca incrível. Ele disponibilizou em Nashville uma cabine de gravação restaurada dos anos 40 na qual pessoas comuns como eu e você poderiam gravar uma música de até 2 minutos de duração. Essa gravação, segundos depois, saía registrada em um vinil de 6” para guardar de recordação ou dar de presente para qualquer pessoa em qualquer canto do mundo em uma embalagem especial. Quem gravou também tem a opção de fazer um upload da gravação no site da Third Man.
A ideia incrível chamou a atenção de diversos mortais, claro, e também do… Neil Young.
Jack White liberou um vídeo mostrando a funcionalidade da cabine retro, estrelado pelo bamba Brendan Benson (ele, com show marcado no Cine Joia, 22 de maio). O próprio White brincou com o “projeto” e publicou seu “vinil”, uma cover de “Coal Miner’s Daughter”, faixa lançada no início dos anos 80 pela cantora Loretta Lynn, que acompanha o músico na foto de abertura deste post.
* Tudo bem que é um ao vivo de 2003, em comemoração aos 10 anos do lançamento do famoso disco “Elephant”, mas é um novo do já mitológico White Stripes, afinal de contas. Uma das três principais bandas a surgirem desde o boom 2000 do novo rock, o White Stripes, que acabou em 2011, bota mais um disco para sua linda coleção, o duplo “Nine Miles from the White City”, gravado no Aragon Ballroom em Chicago. Agora estou confuso, mas quase certeza que eu estava neste show. Whatever.
“Nine Miles from the White City”, pelo que eu entendi, a princípio sai em vinil apenas, um branco e um vermelho. Foi anunciado no “clubinho de assinantes” Vault, um departamento de lançamentos especiais dentro do site da Third Man Records, a gravadora cool do Jack White. O pretexto do lançamento do disco, agora, segundo anúncio, é que ele é de um show da era do “Elephant”, o álbum campeão milionário do White Stripes, lançado há dez anos.
“Nine Miles”, além das clááássicas do White Stripes, traz um monte de cover dos preferidos de Jack White, tipo Robert Johnson, Captain Beefheart e Bob Dylan. O Vault deu uma degustação de “I Want to Be the Boy to Warm Your Mother’s Heart” para nós, que segue abaixo. E, depois, a lista das músicas total que formam “Nine Miles from the White City”.
** As músicas do novo ao vivo do White Stripes
- When I Hear My Name - Dead Leaves and the Dirty Ground - Love Sick (Bob Dylan cover) - Hotel Yorba - Aluminum - Cool Drink of Water Blues (Tommy Johnson cover) - The Hardest Button to Button - I Want to Be the Boy to Warm Your Mother’s Heart - Stones in My Passway (Robert Johnson cover) - Stop Breakin’ Down (Robert Johnson cover) - Do - In the Cold, Cold Night - Seven Nation Army - The Same Boy You’ve Always Known - Black Jack Davey - We Are Going to Be Friends - Offend in Every Way - Little Cream Soda - Cannon/Party of Special Things to Do (Captain Beefheart cover) - Candy Cane Children - The Air Near My Fingers - Screwdriver (tease) - Ball and Biscuit - Screwdriver (reprise) - Let’s Build a Home - Goin’ Back to Memphis (Henry & June cover)
* Jack White, capo da Third Man Records, anunciou no final de semana que vai relançar o seminal “Elephant”, do White Stripes, em edição especial feita para o Record Store Day. O dia que celebra o produto disco e suas lojas à beira da extinção acontece dia 20 de abril. E o “Elephant”, que elevou o White Stripes à condição de banda estratosférica, completa 10 anos neste ano. Jack White é o embaixador do “feriado” da música, nos EUA.
A edição limitada do disco que tem “Seven Nation Army”, até hoje cantada nos estádios de futebol (aqui no Brasil, torcidas do Inter e do São Paulo), virá em vinil duplo. Um deles terá um lado preto e outro vermelho. E o outro, todo branco. Virá ainda um cartão para baixar os MP3. Parece que toca a capa, parte externa e interna, será show. Uma cópia “normal” de “Elephant”, quarto disco de Jack e Meg lançado no dia 1º de abril de 2003 para chacoalhar o novo rock, vai ser reeditado em vinil preto até o final do ano.
Na página de notícias da Third Man Records, White deixou um vídeo com as capas da edição especial de “Elephant” sendo preparada nas impressoras. Mais um do “movimento teasers”.
“Elephant”, o disco, tem “Seven Nation Army”, OK. Mas também tem esta:
Nem bem começou 2013 e já vamos falar de Jack White, ele. Um dos grandes nomes do ano passado por causa especialmente de seu ótimo disco solo “Blunderbuss”, Jack foi figurinha carimbada nos grandes festivais e em programas de TV.
E é na telinha que Jack inicia o novo ano. Vai ao ar na noite de hoje na TV americana a apresentação que ele gravou para o sempre delicioso Austin City Limits, em outubro passado.
A apresentação será exibida na íntegra e tem Jack em performance com suas duas bandas de apoio, a de meninos e a de meninas. Soltaram uma prévia do programa com duas das melhores do seu disco de estreia. Tem White Stripes e outras coisinhas no set, claro.
* O setlist do show Freedom at 21 Dead Leaves and the Dirty Ground Missing Pieces Cannon/John the Revelator You Know That I Know Blunderbuss Love Interruption Hypocritical Kiss Screwdriver/Blue Blood Blues I’m Slowly Turning Into You Top Yourself We’re Going to Be Friends
* Popload em Miami, Flórida. Este post está começando a ser escrito de dentro de uma Target.
* Chegou a vez da lista de melhores do ano, quesito “Disco Internacional”. Essa aqui deu briga até no QG da Popload, imagina fora. Já vou logo avisando: “Coexist”, segundo do XX, ficou de fora. Pode chiar.
* Disco do ano aqui é o “disco do ano” em vários outros lugares. Pooooonto para o Tame Impala. Kevin Parker e amigos brilharam absurdo com o segundo álbum, “Lonerism”. O mundo precisava de mais psicodelia, acho. E psicodelia australiana, ainda por cima. Esse disco do Tame Impala é papo velho com cara de novo. Não se trata de copiar o que foi feito “lá atrás”. É a onda, que volta. Até as músicas lados-B deles são boas. As faixas que ficaram fora do disco são boas. Os vários remixes eletrônicos para os rockão do Tame Impala são bons. Crianças cantando faixa de “Lonerism” ficaram demais. Os shows deles mostrando as novas canções elevaram a alma. Não teve jeito.
E olha que por teeeempos fiquei achando que o disco de estreia de Lana Del Rey, que teve dois lançamentos no ano, ia levar essa de “melhor de 2012″. Ok, teve algumas músicas pouco descartáveis no álbum. Mas, na média, é sensacional. Primeiro porque Lana é bem polêmica por motivos extra-música e muita gente não gosta de seu som. Isso é sinal de que ela é realmente boa, às vezes. Mas, tal qual o Tame Impala, remete ao passado mas super tem a cara do “hoje”. É um som visual. As letras de Lana del Rey são sensacionais, linha a linha. Bem “encaixadas”, são espertas nas revelações de espírito de uma garota pós-adolescente comum, à procura do amor ideal que quase sempre não está perto, nem existe. Ela mesmo encontra a razão, talvez, quando canta “Você é tipo punk rock e eu cresci no hip hop”. Entende a Lana? Sua voz é foda, cheia de personalidade. Lana é… Bom, chega.
O disco do Father John Misty talvez seja a “novidade” do topo da lista. Mas o novo dândi desajeitado do pós-folk é muito melhor apresentando suas canções ao vivo, incrementando com sua ótima performance e entrega. Mas chega alto na lista porque seu disco realmente é um punhado de música linda, que nem o “esmero” coxa de estúdio estragou. De resto tem o magnânimo Jack White com o disco de duas bandas, o trio indie-indie americano Grizzly Bear, Dirty Projectors e Beach House, com obras-primas lindas, cada uma no seu ritmo e representando ou o Brooklyn (NYC) ou pelo menos um certo lado dos EUA musical.
Para não falar que a gente não deu bola para os ingleses, tem o disco de estreia do Howler. Que é americano, haha (risos contidos). Os caras de Minneapolis são muito “brit” na sonoridade. Sim, tem o Hot Chip inglês para salvar os ingleses e a dance music cool. E, se tem o frescor do Howler, tem o frescor também do Leonard Cohen. Bom, vamos logo à lista antes que eu troque o Tame Impala de lugar com a Lana Del Rey. Aí sim a galera ia chiar… **** MELHORES DISCOS INTERNACIONAIS
* Popload no cruzeiro do Coachella. Jack White em Portlandia.
* Adoro quando os dois assuntos que a Popload mais ama se misturam: música e seriados. Ainda mais se a série for a descolada-atrapalhada Portlandia e a música for personificada na figura do… Jack White.
* É só um trechinho de três minutos e pouco, sendo que o Jack White aparece só no finzinho dele, mas é tudo tão surreal que o que vale a pena mesmo é passar por todo o diálogo entre o amigo bêbado chapado e o amigo visionário, que acaba de montar um estúdio ultra power pronto para receber os próximos Beach Boys ou os próximos Beatles.
* O cara equipou a casa toda: desde a cadeira com rodinhas para ‘girar e fala com as bandas’ até os microfones que reverberam como nas músicas da fase psicodélica dos Beatles até uma câmara de eco (!). Para lançar o próximo Pet Sounds que vai (re)revolucionar a indústria da música, é moleza: ele só precisa de um… artista. Só isso. E é aí que o Jack White entra, ou melhor, se materializa, completamente mudo e como uma fada madrinha do além, para fazer com que esses desejos do maluco se tornem realidade. Óon.
O gênio Jack White, um dos grandes nomes que balançaram o mercado em 2012, fez provavelmente sua última aparição pública na temporada, no programa do seu amigo Conan O’Brien, na noite de ontem.
Por lá, Jack tocou pela primeira vez ao vivo a canção “I’m Shakin”, acompanhado por sua banda de meninas, as Peacocks. O som faz parte do aclamado “Blunderbuss”, disco da estreia solo do ex parceiro da Meg.
No último final de semana, Jack foi uma das atrações do tradicional Almost Acoustic Christmas, evento anual organizado pela estação de rádio KROQ, de Los Angeles.