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Arquivo : foo fighters

It’s Stones & Dave Grohl, bitch!
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Lúcio Ribeiro

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Os gigantes Rolling Stones continuam sua turnê pelos Estados Unidos, em comemoração aos 50 anos de carreira do lendário grupo. Assim como tem acontecido desde os shows que rolaram no final do ano passado, a banda inglesa tem recebido diversos e variados convidados em suas apresentações para pequenas parcerias, desde a Katy Perry ao Tom Waits.

Na noite de ontem em Anaheim, Califórnia, o special guest da vez foi nada menos que Dave Grohl, aquele. O unstoppable líder do Foo Fighters subiu ao palco para dividir os vocais com Mick Jagger na faixa “Bitch”, lançada no clássico disco “Sticky Fingers”, de 1971. O momento, óbvio, foi registrado.

* Falando em Dave Grohl, ele e seu Foo Fighters também participam do disco novo de John Fogerty, “Wrote A Song For Everyone”. A banda de Grohl fez uma releitura de “Fortunate Son”, lançada pelo Creedence, ex-banda do Fogerty. O disco sai dia 28 de maio e a faixa pode ser ouvida no site da Rolling Stone americana.


Os Melhores de 2012 da Popload – Shows no Brasil
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Lúcio Ribeiro

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* Sei que já devia ter deixado 2012 em 2012, mas faltou o ranking das melhores apresentações ao vivo do ano passado.

* Num espetacular ano para shows gringos no Brasil, ainda que dois mil e doze tenha acabado meio sinistro, com uma certa crise de “ajustes de mercado” misturada a um já movimentadíssimo calendário para 2013, a gente viu tanta coisa ao vivo em solo tupi que eu nem lembro de tudo direito.

2012 teve o nascimento de dois outros megafestivais (Lollapalooza, Sónar), um outro “dando um tempo” (SWU), um outro querido evento indie acabando “as we know it” (Planeta T…). Uma pancada de shows pequenos acontecendo seja em casas novas (Cine Joia, cof cof), seja em porta de cemitério. Teve a maturação das festas com DJs gringos bons nas tardes, teve o Franz Ferdinand causando tumulto no Ipiranga, o Horrors tocando em loja de azulejo em Sorocaba, banda francesa tocando em navio, banda do Texas se apresentando 7 da manhã no meio da rua do Centrão, teve o Carl Barat excursionando e cantando Libertines com banda brasileira “de fundo” e um beatle fazendo concerto no Nordeste, no mangue.
Não vou nem me alongar muito dizendo que 2012 foi o ano mais movimentado do Popload Gig.

Falando em Popload Gig, peco desculpas por votar nos shows que eu mesmo provoco, na casa em que eu faço parte. Faz parte. Um perdão ainda especial a Jarvis Cocker, Morrissey e Noel Gallagher. Vocês me entendem…

Então, o Tame Impala levou essa, nem vou explicar muito. Tocaram duas vezes no Cine Joia, em dias seguidos. O primeiro, numa festa fechada em que 80% dos presentes nem aí para quem estava no palco. E já foi muito bom. Na noite seguinte, público todo dela, a banda ainda só “experimentou” tocar ao vivo duas músicas do fantástico disco novo. Foi mágico.

O Arctic Monkeys foi gigante no gigantesco Lollapalooza. Nossos meninos de Sheffield agora são banda de homens. Visual de motoqueiro, baterista fantástico, mais à vontade em tocar as músicas que não são hits. Monsters of rock. Os srs. do Kraftwerk fizeram seu “musical” no estreante (agora para valer) Sonar SP. Show de interpretação de um tempo em que as máquinas nos davam medo. Parece filme antigo daqueles que nunca cansamos de ver.

Na cara de pau, fazer o quê, outro do Popload Gig: o Rapture. Comecinho do ano, o som do Cine Joia ainda zoado, o ar-condicionado do Cine Joia ainda zoado, o grupo nova-iorquino despejou dance-punk de uma maneira tão tocante e intenso que a adversidade jogou a favor. O que o Mogwai fez no teatrinho escondido do Anhembi foi avassalador. O Suede, no PT, ocupou um lugar de destaque no ranking que eu daria facilmente a algum herói veterano tipo Morrissey, tipo Noel. Mas o grupo do Brett Anderson conseguiu ser genial, atual.

Bom, como pincelada geral rápida, é mais ou menos isso. Os nomes desta particular lista de melhores falam por si só. E ela acabou assim:

1. Tame Impala, Popload Gig / Cine Joia

2. Arctic Monkeys, Lollapalooza Br

3. Kraftwerk, Sonar SP

4. Rapture, Popload Gig / Cine Joia

5. Mogwai, Sonar SP

6. Suede, Planeta Terra

7. Howler, Beco

8. Foo Fighters, Lollapalooza

9. Totally Enormous Distinct Dinosaurs, Sonar SP

10. Skrillex, Lollapalooza Br

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Dave Grohl enquanto diretor de cinema
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Lúcio Ribeiro

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Se existe um cara que não fica quieto neste mundo é o tal do Dave Grohl. Tudo bem que ele anunciou uma pausa longa para seu gigante Foo Fighters, mas isso não significa que ele entrou em um período de descanso na sua vida.

O cara mais cool da música está envolvido em dois grandes projetos para 2013. Um deles, musical, é “só” gravar o novo álbum na bateria do pesado Queens Of The Stone Age. O outro, nos cinemas, será o lançamento de seu aguardado documentário “Sound City”, cuja premiere já está prevista: entres os dias 17 e 27 de janeiro, a obra audiovisual será mostrada no bombado Festival de Sundance.

“Sound City”, o doc do Grohl, contará as histórias e peculiaridades por trás do famoso estúdio que um dia foi “palco” da gravação do estrondo “Nevermind”, aquele disco do Nirvana. Por lá também já passaram nomes como Tom Petty, Neil Young, Johnny Cash, Metallica, Rage Against The Machie e outros.

No início desta semana, Dave publicou no Facebook um comunicado comentando sobre sua estreia nos cinemas. “Como um diretor de primeira viagem, sou humilde para ser capaz de partilhar a minha paixão pela composição e narrativa com este elenco incrível de músicos lendários, como visto através da história extraordinária do maior estúdio da América, Sound City. Ser incluído neste grupo de artistas é uma verdadeira honra, e o Festival de Cinema de Sundance é o lugar perfeito para estrear um filme sobre habilidade, integridade e paixão pela arte. Eu estou acima da lua!”, escreveu.

O trailer de “Sound City” pode ser conferido abaixo. O filme será lançado oficialmente em fevereiro.


Neil Young lança novo disco e vai para o Twitter zoar o Bono e dizer que gosta de Jack White e Radiohead
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Lúcio Ribeiro

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Neil Young lendo “O Melhor do Twitter” da Popload

Patrimônio histórico da música, o incrível Neil Young mostra que ainda tem muito gás mesmo beirando a casa dos 70 anos de idade. Na próxima semana, o canadense bota na praça o aguardado “Psychedelic Pill”, seu novo disco de estúdio com a lendária Crazy Horse. Este será o segundo lançamento de Neil este ano. Em junho, com a mesma banda, ele jogou no mercado o álbum “Americana”, que consiste basicamente em versões para clássicos das músicas regionais da América do Norte. A grande notícia além de todas essas grandes notícias é que a formação original da Crazy Horse se reuniu pela primeira vez em mais de 15 anos. Estão com Neil seus chapas Ralph Molina, Frank “Poncho” Sampedro e Billy Talbot.

Faltando uma semana para o lançamento físico de “Psychedelic Pill” – que terá uma versão Blu-ray incluindo vídeos para todas as canções em alta definição e outra que pode ser comprada pelo iTunes, em resolução menor – o cantor e guitarrista resolveu disponibilizar o disco na íntegra em seu site oficial. Para ouvir, é preciso baixar um plug-in específico e atualizar a página.


Para bombar a audição do álbum, Neil Young foi ao Twitter na tarde-noite de ontem para participar do #AskNeil, quando respondeu diversas perguntas dos fãs, desde as mais sérias às mais bizarras.

A que mais chamou a atenção foi quando um fã perguntou o que ele achava do Foster The People (atração de um evento beneficente dele no fim de semana passado), uma vez que o “Bono disse gostar”. Foi aí que Neil surpreendeu e deu uma zoada básica, respondendo: “Who is Bono?”. A respostinha besta, lógico, correu o mundo.

Neil zoou sobre trabalhar com Axl Rose, falou do fim do mundo, de onde vêm os bebês, como é ter fãs de diversas gerações, disse que gosta do Jack White, do Radiohead e que vai gravar alguma coisa com o Dave Grohl. Gênio.

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Neil Young, Foo Fighters e Black Keys juntos em “Rockin’ in the Free World”
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Lúcio Ribeiro

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* E o Band of Horses no meio. Foi o momento “We Are the World” indie. Aconteceu no Central Park, em Nova York, no imenso Global Citizen, evento de caridade armado pelo Global Poverty Project que reuniu 60 mil pessoas no sábado no coração de Manhattan, contra a pobreza mundial. A apoteose foi essa união de forças numa das músicas mais famosas da história.

** Foto de Kevin Mazur/WireImage

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Dave Grohl manda os fãs relaxarem. O Foo Fighters não acabou
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Lúcio Ribeiro

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* Ontem à noite, o roqueiro Dave Grohl, líder do Foo Fighters, veio às redes sociais corrigir um “mal entendido” sobre um suposto fim da banda. No final de semana, durante o show do FF no colossal Reading Festival, no Reino Unido, Grohl disse que seria “o último show da banda durante um bom tempo”. Bastou para o planeta especular o fim do Foo Fighters.

“Jesus… Relaxem. Eu estava falando com a Inglaterra, SOBRE a Inglaterra. Parem de bisbilhotar conversa alheia, povo da internet. Bjs. Dave”, seria uma livre tradução do recado que o líder do Foo Fighters soltou no Twitter e no Facebook.

De todo modo, a apresentação de Reading foi o encerramento da loooooonga turnê que o FF fez pelo mundo, no embalo do disco “Wasting Lights”, do ano passado. Foi a centésima vez que Grohl se apresentou no tradicionalíssimo festival inglês, seja com o Nirvana ou com o próprio Foos e até no projeto Them Crooked Vultures.

Neste Reading 2012, a gente achou o vídeo classe do Foo Fighters mandando “In the Flesh?”, do Pink Floyd, com o baterista Taylor Hawkins no vocal. Eles também tocaram a canção do “The Wall” no Lollapalooza Brasil, no começo do ano. Muito bom, Dave.

* A foto do começo do post é de Richard Johnson/”NME”.

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Rescaldo Reading Festival: ao Nirvana, com carinho. Por Dave Grohl
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Lúcio Ribeiro

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Principal atração do Reading Festival, ocorrido no último final de semana na Inglaterra, o gigante Foo Fighters fez seu último show “em muito tempo”, de acordo com o bamba Dave Grohl.

O show foi aquele de sempre, com duas horas e meia de duração, que a gente viu no Lollapalooza no primeiro semestre. Em um dos momentos mais marcantes, Dave dedicou a música “These Days” ao seus ex-companheiros de Nirvana, Kurt Cobain e Krist Novoselic.

Vale lembrar que o Reading Festival é um capítulo especial na carreira meteórica do Nirvana. O trio era “atração pequena” da edição de 1991, quando tocou com o dia claro ainda, três semanas antes do lançamento de “Nevermind”. No ano seguinte, o Nirvana voltou para show no palco principal, sendo um nome maior que o do próprio festival.


Foo Fighters anuncia “último show” no Reading, que também teve Black Keys, Horrors, Lanegan e muito mais
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Lúcio Ribeiro

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O gigante Reading Festival terminou ontem com números que agradaram a organização do evento. Uma das principais preocupações era relacionada aos crimes do ano passado, mas segundo a polícia local, os delitos (na maioria pequenos) foram reduzidos em mais de 50% em 2012. A simpática Reading, que tem pouco mais de 140 mil habitantes e se localiza a 65km de Londres, viu cerca de 90 mil pessoas participarem dos três dias de festival, o que movimentou mais de 7 milhões de libras para a cidade.

O domingão eclético do Reading, que sempre tem um clima confuso (muito sol ou muita chuva), teve em seus diversos palcos nomes imperdíveis como os “Popload Gig” Mark Lanegan e Tall Ships, o sempre bombado Justice, o ótimo Two Door Cinema Club lançando disco novo, o Horrors, o SBTRKT e os gigantes Black Keys e Foo Fighters, que fez seu “último show em muito tempo”, disse o Dave. O líder do Foo Fighters é uma espécie de “mister Reading”. Já tocou lá com o desconhecido Nirvana, com o mais-conhecido-do-mundo Nirvana, estreou lá o “projeto Foo Fighters” em tumulto gigante e foi headliner com o Fools umas 100 vezes. Dave Grohl é prefeito de Reading. Quando subiu ao palco, no final de semana, gritou no microfone: “Honey, I’m home”.

Confira fotos e vídeos do último dia do Reading.

++ FOTOS ++
(via: Guardian, NME e BBC)


The Horrors


Odd Future


Mark Lanegan


Justice


SBTRKT


The Black Keys


Foo Fighters

++ VÍDEOS ++

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POPLOAD 12 anos – Bono fazendo rap para a Popload, Dave Grohl convocando por aqui a galera para ver o Foo Fighters, Noel Gallagher anunciando ganhadores de nossa promoção e o Eminem mandando um ‘What’s up’ aos leitores
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Lúcio Ribeiro

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A Popload segue sua série relembrando posts e textos especiais nesta semana em que completa 12 anos no ar.

Este espaço, que começou em versão virtual na Folha Online, seção Pensata, e depois virou Popload na porção impressa da “Folha de S.Paulo”, no início dos anos 2000, já tem um pouco de história para contar para os netos.

Em uma época que a internet começava a engatinhar no sentido de “um dia você vai consumir música e fazer tudo por aqui”, a Popload ganhava reforços de peso semanalmente.

1. Bono e The Edge, por exemplo, improvisaram um rap para a coluna. Do jeito irlandês. Em meio a uma entrevista gravada, eles citaram um ritual do rapper Wyclef Jean (Fugees) e fizeram um beatbox esquisito, na verdade um barulho de uma salva de 21 tiros, uma “simpatia” musical quando um artista está chegando em terra estrangeira. Blabla. Prestes a vir ao Brasil, Bono mandou essa aos leitores do blog.
2. O Dave Grohl usou este espaço para convidar os brasileiros para assistirem o show da sua (média, na época) banda Foo Fighters no Rock In Rio 2001.
3. O Eminem, talvez o maior nome do mundo da música naqueles dias, mandou um “What’s up” na Popload (na época uma coluna da “Pensata”).
4. E Noel Gallagher foi protagonista de uma das maiores piadas prontas da nossa curta história: na época do Natal, ele, Papai NOEL, anunciou ganhadores de um sorteio que contemplava leitores da Popload com brindes do Oasis. Haha. Classe.

A gente prova. Foi tudo gravado. Recuperamos no baú da Popload estes áudios impagáveis que dão voz para essas histórias.


“Saturday Night Live” histórico: Mick Jagger com Arcade Fire e Foo Fighters
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Lúcio Ribeiro

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* E aí? Muito ansioso pela estreia do “Saturday Night Live” do Rafinha Bastos?

Um outro “SNL”, esse um pouco mais famoso e com convidados um pouco mais… digamos… especiais, terminou sua temporada no último sábado. À noite. Ao vivo. Foi histórico.
O “Saturday Night Live” original, o de Nova York, teve no fim de sua season 37, como mestre-de-cerimônias, ninguém menos que Mick Jagger, dos Stones. Jagger não ia no “SNL” havia 34 anos. E se apresentou no programa “só” com Arcade Fire, Foo Fighters e o guitarrista Jeff Beck.

Alguns dos momentos incríveis do programa de anteontem foi o Jagger e o Arcade Fire fazendo “The Last Time”, música de 1965 dos Rolling Stones, há muito não tocada por Jagger.

Incrível ainda foi, no finalzinho mesmo, o momento de despedida da grande Kristen Wiig do “Saturday Night Live”. Ela está deixando o programa. Jagger rege uma homenagem a ela, com o Arcade Fire tocando e cantando “She’s a Rainbow” e “Ruby Tuesday”, outros dois clássicos dos Stones, na hora arranca-lágrimas do programa.

A parte do Foo Fighters com o Jagger foi espetacular, também. Com Dave Grohl e galera como “bandinha de apoio”, Jagger cantou “19th Nervous Breakdown”, genial, e depois diminuiram o ritmo para a grande “It’s Only Rock’n'Roll (But I Like It)”. Os vídeos ainda não foram liberados pela NBC e eu não consegui decupá-lo do “SNL” que eu baixei. Depois colocamos aqui.

Mais dois momentos gloriosos do “SNL” final de temporada. Jagger e Jeff Beck fazendo juntos “The Presidential Election Blues Song, um número especial que o stone criou para o programa.

E, por fim, o hip hop gênio que o maluco Andy Samberg fez com o parceiro Chris Parnell chamada “Lazy Sunday 2″, a continuação do primeiro “digital short” palhaçada deles como virais do “Saturday Night Live” na internet. Tudo num estilo-homenagem dos Beastie Boys. E com um momento especial, atenção: DUBSTEP. Demais.

Ufa. What a show!

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