Blog POPLOAD

Arquivo : Lollapalooza

Edição Exxxtra: O Melhor do TwitterPalooza!
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Lúcio Ribeiro

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Passados o cansaço, a dor nos joelhos e o cheiro de churros da jaqueta, vamos ao que interessa! Teve de tudo nesse Lolla. Inclusive o de sempre: a indignação dos indie-xiitaszz, as tretas dos sabem-tudo, o bonde dos sou-sempre-do-contra, os fãs donos-de-banda e os críticos de sofá. O que seria do nosso Twitter sem eles? \o/

*Todas as fotos são do fotógrafo Poploader Fabrício Vianna.

@renatissima Já anunciaram o Globo Reporter sobre os caras altos e bonitos que tinha no Lolla? Onde vivem, o que comem? Pq eu não vejo em lugar nenhum.

@anacoli O mais impressionante do Lolla até agora: centenas de meninas de All Star branco. Vão perder um par de tênis, mas ganhar experiência.

@ferrrr Festival de música é um bom momento do ano para você avaliar o quanto amadureceu. Ou envelheceu.

@seufelipe Festival é coisa de jovens

@seufelipe Nada contra jovens inclusive tenho vários amigos que sao

@superoito Odores mais marcantes do primeiro dia de #lollapalooza: bosta de cavalo e churros.

@danielsavio Nossa q legal um tonto com cabeça de mickey tocando laptop

@hectorlima Tinha começado reprise do show do Alabama Shakes no Multishow. Tava tão animado que acordei no Porn Week já

@AndreBarcinski Lembrei quem essa mina do Alabama Shakes parece: o Skowa.

@LorenaCalabria@Estadao: Cavalos reclamam de cheiro de hipsters no Jóquei.” Kkk melhor piada do #lollapallozaBR

@mrguavaman Todo castigo pra hipster é pouco RT @carol_rodrix amei os hipster do lolla tendo que encarar uma whitney houston no talo no ônibus da volta.

@hectorlima Dúvidas da minha vó durante o Franz: pagam tudo pra banda, até hospedagem? Eles tocam Beatles? Pode fumar maconha na platéia?

@arnaldobranco Franz Ferdinand, o Iron Maiden indie

@joaoanzolin Envelhecer normalmente apura o senso crítico, mas xoxar geral todo e qquer festival diretamente do seu sofá parece mais é recalque…

@tchulimtchulim Estou indo pro #Lolla (isso mesmo, indo pra sala pra ver os shows pela tv no conforto do meu lar)

@danielsavio Não gosto das letras de zé droguinha, mas creio que o planet hemp mandou o gabarito pra essas banda indie pau mole

@yuridecastro Planet Hemp, Hot Chip e Major Lazer fazendo a melhor trinca de shows off-headliners do Loolapalooza até agora.

@arnaldobranco O Planet Hemp fala mais de Planet Hemp do que de maconha

@gravz Planet Hemp, a ATEA da maconha.

@cirohamen “Criolo é a melhor coisa que arranhou o mainstream desde Los Hermanos”. Parei de ler a resenha neste momento

@neozeitgeist “Que o nosso país possa se transformar em nação”, são os votos enigmáticos de Criolo ao fim do show de ontem

@feliep_ Imagina o desespero que é estar num festival no meio da multidão tentando se afastar do palco sabendo que em 15min ali vai cantar o criolo

@goombagoomba Alguém aqui no tuíter deu uma vez a melhor pala sobre o Criolo: “Só tem esse nome pra que você se sinta constrangido em dizer que detesta”.

@chicobarney Criolo faz trilha sonora pra coito interrompido, o que explica o Multishow exibir seu show no lugar do Pearl Jam.

@screamyell Vocalista do Kaiser Chiefs veio ao Brasil lançar o livro “Como ser vocalista de uma banda e perder 40 quilos em 5 anos”

@en_cohen How can I say the internet is a cold, dead place when someone else is thinking about the Kaiser Chiefs in 2013?

@yadayadayada Duas músicas do Hives e ninguém mais lembrará de Puscifer, Foals, Lirinha e o escambau. #LollaDoSofá #Barça

@danielsavio Confundo franz ferdinand com kasabian com kaiser chiefs com arctic monkeys com the strokes com samuel l jackson com morgan freeman

@flaviadurante O Wayne Coyne tá a cara daquele tiozinho que fica curtindo um som em cima de um murinho na Paulista c/ a Augusta! instagram.com/p/XZqqH4Rwud

@superoito Flaming Lips, com aquele jeito moleque dele, fez o show que os fãs do Killers pagariam pra não ver. Curti. #lollapalooza

@murilobasso A vida é curta demais pra ver um show inteiro do Flaming Lips #LollaDoSofá #Barça

@dgdgd E a megabolafora do Wayne Coyne sobre o avião aterrisando? “Já pensou que COOL seria se ele caísse sobre a cidade?”. Já caíram 2. Not cool.

@carinatoledo Galera chocada com a bizarrice do Flaming Lips, mas é preciso aceitar a nova fase, assim cm aceitamos q Radiohead ñ ia mais tocar The Bends

@giovsr Juro pra vocês que eu pensei no @AndreBarcinski enquanto tava vendo o Flaming Lips. Tinha certeza que ele ia curtir.

@PedroSoh eu tava lá, do lado de vários Flaming Lips freaks. eles estavam sofrendo. do sofá, é mais fácil aturar

@flaviadurante QOTSA: caso raríssimo de os omi gosta e as mina pira! <3

@neozeitgeist Parece que o pessoal gostou bastante do show da banda do cara de Homeland ontem no Lollapalooza ne #qotsa

@flaviadurante Eu não acredito na amizade entre mulheres e Josh Homme!

@hectorlima O Nerd Power é uma farsa. As mulheres querem é um jock, um liferuler, um macho alfa de guitarra: Josh Homme. Tudo segue igual.

@marcelohessel Num festival ideal ninguém seria obrigado a tocar depois do QOTSA. O cara do Black Keys estava visivelmente abatido

@superoito O que faltou no show do Black Keys: Jack White. #lollapalooza

@leodiaspereira E, mano, como o tal Patrick Carney tem uma técnica indigente. A música fica toda esburacada. Nem Meg White fazia isso.

@ricapancita fechando com chave preta hãhãhãhãhãhãhãhã

@Paris_6 Eddie Vedder, vocalista Pearl Jam, registrou sua vinda ao Paris 6!!! Obrigado #Lollapalooza!!! http://fb.me/2imzGOBKo

@julianakataoka Apenas AH VA que o Eddie Vedder foi jantar no Paris 6. Mui amigo quem levou

@UOLMusica Fã pede “doações” na fila para assistir a show do Pearl Jam http://uol.com/bkcZSt #UOL

@BartBarbosa Cara passa 30 min no telefone, fazendo assinatura da Net só p/ ver o show do Pearl Jam, liga a TV e tá lá o Criolo #pegadinhadoEddieVedder

@1brunoporto Multishow: “O Pearl Jam não liberou a transmissão, por isso vamos deixar vocês com o show do Criolo”. Bitch, you’re doing it WRONG

@AugustoMariotti O Pearl Jam vetou a transmissão pela TV pra não fazerem dvd do show e vender na Sé, será?

@victoroliveira Pearl jam podia proibir a segunda feira tambem

@PearlJamOnline It’s ok to be disappointed if @PearlJam don’t agree to broadcast the show, it’s NOT ok to insult them. Sincerely, Pearl Jam OnLine

@marcelorubens Game of Thrones reestreia hj! De Pearl Jam para a tela da TV, voado. Corra Lola corra!

@achrispin Queria ver o Pearl Jam, mas o sofá pass não me dá esse show no pacote. hahaha

@AndreBarcisnki Se confirmar que vetou a transmissão, Pearl Jam volta a ser a banda poseur que foi ao Grammy pra dizer que não queria estar lá.

@cmerigo Quer ver o show da sua banda favorita? Vá ao fucking show. Não fique em casa reclamando que não vai passar na TV. Essa juventude tá perdida.

@kaskade Pearl Jam is playing Even Flow on the other stage I can hear them.

@lorylooove Vinte anos pra decorar a letra de Even Flow e vcs ainda me mata de vergonha com esse embromation, pqp #lollabr

@NandaPopota Um grande prazer da minha vida é falar pra fã de Pearl Jam que não curto muito porque “não é da minha época”. Nego fica abaladíssimo.

@Eddiemasses Pearl Jam não permite que Pearl Jam toque em seus shows.

@spiceee O diretor do Exorcista louco no twitter e vcs preocupados com fulano Pearl Jam

@diegomaia O Pearl Jam não solta um disco bom desde 1998, aprox, e vocês aí

@LollapaloozaBr ‘São Paulo, parabéns por autorizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.’ – Eddie Vedder, em português, para a galera do #lollabr #lolla

@alisson10 Ou seja: São Paulo libera mais que o Pearl Jam.

@vandeursen Brandon no dog, lindsay entediada na pista, kapranos pagando de dj. só faltou josh homme na fila do pão de açúcar preles terem um fds de sp.

@elson Final do ano rola listar Melhores Shows do Ano Vistos do Sofá? Pergunto a sério.

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Lollapalooza Brasil domingo – O dia em que o Planet Hem-pá fez os isqueiros acenderem, o Kaiser Chiefs mostrou que ainda existe, o Hives chapou, o Hot Chip e o Foals foram lindos e ainda teve Pearl Jam, que…
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Lúcio Ribeiro

* Que festivalzão foi esse Lollapalooza Brasil 2013!!!
Com tudo o que um festival bom (e ruim) e grande pode oferecer: perrengues de várias ordens, grandes shows, cheiro de cocô de cavalo, grandes shows de quem a gente não esperava que ainda faria grandes shows, filas absurdas para tudo, grandes shows rolando nas tardes bonitas, grandes shows à noitinha, frio e calor tudo junto, graves problemas de som em alguns momentos, som ótimo em alguns outros momentos, bandas decepcionando, pessoas decepcionadas com quem achou que tinha bandas decepcionando, galera gostando e sendo trollada por quem não gostou e defendida por quem também gostou, Didi e Dedé no Multishow, o celular que não deixava ninguém extravasar a emoção twittando ou instagramando (o que muitas vezes não é uma coisa ruim…), os já famosos “comentaristas de sofá”. Pena que não tem um Lollapalooza por semana para nos tornarmos seres humanos melhores.

O Lollapalooza Brasil se consolida como o grande festival brasileiro. Porque o Rock in Rio é meio doido, né?
Tudo bem, o Lollapalooza já vem “empacotado” dos EUA na dobradinha Geo brasileira e C3 americana, muitas outras bandas “do momento” poderiam estar escaladas, ou outras bandas de “outrora”, grupos nacionais mais relevantes para um festival hoje poderiam estar na programação, mas é quase impossível alguém não achar boa diversão numa escalação com 70 bandas, a maior parte dela que o Perry Farrell manda para gente. Só de não ter o Rappa e sim o Planet Hemp já mostra que esta edição foi melhor que o ano passado.

O grande assunto do showbiz brasileiro nos últimos tempos é a “falência”, a “crise”. Os megashows do ano passado para cá afundando na falta de público (ou do público esperado), os cancelamentos e os prejuízos absurdos assustaram a cena depois da “afirmação” do tempo gordo que apontava o Brasil como rota definitiva de grandes concertos internacionais. Todo mundo queria ganhar muita grana no mercado outrora carente mas então bombado economicamente. Enormes festivais inflacionando tudo, agentes espertos leiloando grandes nomes, marcas bancando atrações exclusivas. Daí a bolha estourou. O Sónar São Paulo, que foi “sucesso” no ano passado, cancelou a edição 2013 com grande parte bandas anunciadas e estrutura divulgadas. A luz vermelha, há muito amarela, acendeu com força. Deu medo. Está dando medo.

O SWU “deu um tempo” dizendo que volta e até agora nem notícias. O Planeta Terra, depois do tombaço de 2012, chacoalhou suas entranhas e decide NESTA SEMANA se volta em 2013 ou não: depende de conchavos e uma segurança “antiprejuízo” que estão difíceis de alinhavar. Bandas e artistas “de destaque” estariam na agulha e produtores aguardam o sinal de “Sim, vai rolar”. Alguns insiders dizem que logo, logo se confirma sua continuação e vem forte em 2013. Bem menor, mas forte. Mas muita gente “de dentro” diz que o PT 2013 não sai de jeito nenhum, não tem como.
Quando no ano passado a Popload afirmou aqui que o festival indie mais importante desde o fim do Tim Festival tinha acabado, foi porque internamente havia-se decidido pelo fim dele. E este blog tem orgulho de dizer que uma fonte importante de dentro do Planeta Terra disse que a notícia da Popload naquela ocasião poderia estar salvando o festival, porque imediatamente mexeu nos brios dos responsáveis e fez perceberem a dimensão da marca que o evento conquistou nos últimos anos. E “bafo do fim do PT” provocado por este blog poderia reverter decisões. Essas decisões que a gente espera para esta semana. Ou…

Mas voltando ao Lollapalooza, e envolto nos últimos meses no papo de “os ingressos estão encalhando”, o festival que mobilizou a Páscoa brasileira ao vivo, na TV, na internet juntou quase 170 mil pessoas no Jockey Club em São Paulo, passando longe da crise. Segundo sua organização, o dia “mais fraco”, o primeiro, vendeu 52 mil entradas. O último esgotou os 60 mil, deu sold-out no dia de sua realização. O Pearl Jam claramente arrastou mais público que o Foo Fighters no ano passado, na ordem de multidões absurdas.

Festival bom é assim: faz o Pearl Jam ainda ser bom, o maravilhoso Flaming Lips soar modorrento, o pequeno DIS MOI arrasar tocando para pouquinhos no palco de crianças, o Black Keys fazer um excelente show que ninguém ouviu, ressuscita uma excelente apresentação do Kaiser Chiefs que a gente nem lembrava que ainda existia, consegue agradar com bom concerto do Killers, provoca o melhor show nacional que eu vi em muitos anos (o Planet Hemp, desde um do Racionais nos anos 90 e desde que o Los Pirata acabou e desde um do Holger numa livraria de rua deserta em São Paulo. Com a intrigante e incômoda questão de achar o Planet Hemp datado e moderno ao mesmo tempo). Festival bom, hoje, tem os maravilhosos Foals e Hot Chip na mesma programação. Traz muita gente de fora para São Paulo. Espalha suas atrações em shows lindos em lugar mais intimista como Hot Chip/Of Monsters and Men/Alabama Shakes no Cine Joia. Bota o Foals para tocar house no Beco, os Franzs para entupir o Secreto, o Diplo sacudir o Clash, o Marky no Lions, e o Hot Chip discotecar (com Diplo e alguns dos Franz) no grand finale, de novo no Secreto, ontem.

Da sujeira, areia, terra, lama, até a confusão na compra e/ou retirada de ingressos comprados, o Lolla Brasil 2013 rebolou durante os dias do festival para ir aliviando os problemas. A gente elogiou a pista de areia lateral que era um caminho bom para se locomover entre os palcos fora da lama e da multidão. Daí, nos outros dias, para reforçar o número de banheiros químicos que eram um outro problema crônico, encheram a pista de areia lateral de banheiros, embolando os que passavam com as filas para o xixi. Poim!

Para o dia de ontem, o de encerramento, ficar completo, faltou o Eddie Vedder liberar a transmissão do show do Pearl Jam. Justo você, Vedder?

Abaixo fotos incríveis nossas e vídeos selecionados. O assunto Lollapalooza ainda vai render durante a semana.

E a edição 2014 do festival está assegurada e já tem as datas: 18, 19 e 20 de abril, a Páscoa do ano que vem.

************** FOTOS

O maestro da esquadrilha da fumaça! Planet Hemp incrível sob o comando de Marcelo D2, no Lollapalooza

Pelle Almqvist e a melhor banda de festivais do planeta, o Hives. Palhaçada e rock’n'roll dos bons

Foals e seu concerto lindo no cair da tarde no Jockey Club. Yannis, we love you

Às vezes era difícil de conseguir. Mas, quando se conseguia, o festival fazia mais sentido

Hot Chip e seu concerto lindo ao anoitecer no Jockey Club. Alexis, we love you

Eddie Vedder em momento rock’n'roll. Showzão do Pearl Jam, mas custava liberar a transmissão para a galera?

************** VÍDEOS


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* Cobertura Popload: Alisson Guimarães (base), Ana Carolina Monteiro, Fabríco Vianna (fotos), Fernando Scoczynski Filho, Lúcio Ribeiro

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Lollapalooza busca consolidação no Brasil com sua segunda edição. Popload indica cinco shows imperdíveis
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Lúcio Ribeiro

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De hoje até domingo, são esperadas cerca de 180 mil pessoas para acompanhar os 80 shows que contarão a história do tradicional, importante e imponente Lollapalooza Festival, que acontece no Brasil pela segunda vez. A primeira, realizada ano passado, ficou especialmente conhecida como o “Lolla do Foo Fighters”.

A primeira novidade da edição 2013 está em sua duração. Atendendo aos inúmeros pedidos, Perry Farrell e seu braço de apoio brasileiro, a GEO Eventos, resolveram aumentar a programação do festival em mais um dia, como acontece no evento matriz, em Chicago.

Com um leque de shows interessantes maior que o do ano passado, o Lollapalooza não deve se concentrar em algumas poucas bandas no line up. Está difícil saber o que assistir, já que muitas das atrações boas farão apresentações ao mesmo tempo, cada uma no seu palco.

Os palcos Cidade Jardim e Butantã distanciam 1,2 km um do outro. Acompanhar os shows é uma verdadeira maratona. Por isso, é bom seguir as recomendações de alimentação e beber bastante líquido, pois não é fácil encarar 72 horas de show com o pique lá em cima.

Os suntuosos números do festival indicam que o evento gera quase 20 mil empregos, direta ou indiretamente. Outro dado interessante é que estarão estocados no Jockey Club mais de 200 mil litros de chope. Para organizar o acesso do público serão gastos 2,5 km de grades. É mole?

O Lollapalooza Brasil deste ano puxa como headliners as bandas The Killers, Black Keys e Pearl Jam. Com menção honrosa ao Queens of the Stone Age. Em um sacrifício enorme, a Popload destaca cinco grupos que são sérios candidatos à “melhor show” do festival, deixando claro que o Black Keys é um nome muito óbvio e o adorado Pearl Jam não conta.

Para a Popload, é bom ficar de olho no…

A banda do louquinho (de verdade) Michael Angelakos lançou em 2012 o ótimo disco “Gossamer”. Mês passado, fez show incrível e histórico para 20 mil pessoas no gigante Madison Square Garden, em Nova York. O Passion Pit toca hoje, sexta-feira, às 20h (palco Alternativo).

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O discão “Holy Fire”, o terceiro de estúdio do Foals, não para de tocar na Popload. Um dos melhores do ano até agora, que já rendeu ao grupo britânico o prêmio de melhor música no NME Awards por “Inhaler”, o álbum pauta o novo show do Foals, grupo que está escalado para o Lolla, Coachella, Bonnaroo, Reading… O Foals toca no domingo, às 15h15 (palco Butantã).

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Você já deve ter visto a session deles para a Popload. Se não viu, veja agora. Na época, a gente avisou que o Brasil já tem seu Jack White. Ele tem 15 anos de idade e é incrível. O nome do menino: Erick Endres. É de Porto Alegre e os gaúchos com razão já o consideram um guitar hero. Erick tem uma banda, a Dis Moi, com uma amiguinha chamada Bela. Bela é amiguinha mesmo. Tem 13 anos! A Dis Moi toca domingo, às 17h15 (palco Kidzapalooza)

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Em junho chega aos nossos ouvidos “…Like Clockwork”, o aguardado novo disco do Queens of the Stone Age, liderado pelo semi-Deus Josh Homme, um dos caras mais ponta firme da música atual. A expectativa é que a banda toque algum som inédito que estará nesse disco especial, que vai contar com participações de Elton John, Alex Turner, Dave Grohl, Mark Lanegan e Nick Oliveri. Entre outros. É no show do Lolla BR que o QOTSA deve estrear seu novo baterista, Joh Theodore, ex-Mars Volta. O QOTSA se apresenta no sábado, às 18h45 (palco Cidade Jardim)

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A trupe do gênio Wayne Coyne costuma sempre ganhar os simbólicos títulos de “melhor show do festival X”. Não só pela música boa, o show do Flaming Lips é entretenimento puro do início ao fim. Não dá para perder. Ainda mais agora, com esse novo show, recém mostrado no South by Southwest. O grupo solta “The Terror”, o novo disco, dia 1º de abril. O Flaming Lips toca na sexta, 18h30 (palco Cidade Jardim.

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* Para mais informações e dúvidas frequentes, acesse o site oficial do Lollapalooza, clicando aqui.


Popload entrevista: Michael Angelakos, do Passion Pit
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Lúcio Ribeiro

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* Um dos grandes nomes do indie nos últimos anos, o ótimo Passion Pit volta ao país para se apresentar no big festival Lollapalooza, que começa amanhã em São Paulo e deve levar cerca de 180 mil pessoas ao Jockey Club da cidade até domingo. Bombando a turnê do disco “Gossamer”, lançado ano passado, o Passion Pit promete o show cheio de energia de sempre, o show que lotou o tradicional Madison Square Garden mês passado. A Popload bateu um papo esperto com o dândi Michael Angelakos, que falou um pouco sobre o show, o disco novo e também sobre seus problemas de saúde, entre eles o de distúrbio bipolar. A matéria com o Angelakos saiu editada hoje na Ilustrada, da “Folha de S. Paulo”, e é reproduzida abaixo na íntegra. O Passion Pit se apresenta no LollaBR nesta sexta, 29.

É contra a vontade dos médicos que a banda americana Passion Pit vem ao Brasil no final do mês para se apresentar no megafestival Lollapalooza, com o mesmo show que no mês passado lotou o gigante Madison Square Garden, em Nova York, em noite de tempestade de neve. Uma façanha para um grupo indie de apenas dois discos, tanto lotar a enorme arena de Nova York quanto ser atração de festival grande em São Paulo pela segunda vez em menos de três anos.

O desobediente da história é o cantor e tecladista Michael Angelakos, líder do quinteto da região de Boston, que nos últimos anos vem enfrentando seguidas crises de depressão e foi diagnosticado tempos atrás como portador de distúrbio bipolar. Os médicos pediram para Angelakos parar de excursionar com a banda, para não correr o risco de entrar em crise longe de casa. Mas ele afirma que vai seguir em frente com a música, “enquanto tiver público para ouvir as músicas do Passion Pit”.

“Minha condição é difícil como a de qualquer pessoa com problema de saúde. Causa dor, é chata de viver com ela, não desejo ela para meu pior inimigo. Mas o processo criativo das minhas músicas jamais foi afetado porque eu sou bipolar, em nenhum sentido”, disse Angelakos em entrevista à Popload, fugindo um pouco do foco da questão, mas discorrendo sobre o transtorno que o persegue.

“Eu já era bipolar antes de escrever canções para o Passion Pit. Acho que o primeiro disco é mais sombrio e confuso. E este segundo agora é direto e confessional. E não acho que nenhum tenha a ver com minha bipolaridade.
O Passion Pit vem ao Brasil com a turnê do álbum “Gossamer”, segundo trabalho do grupo, lançado no meio do ano passado. A banda, que toca ainda no Rio no dia 30, um dia após a apresentação no Lollapalooza, estreou em disco com “Manners”, de 2009, que fez muito barulho na cena independente e trouxe o grupo para o Planeta Terra Festival de 2010.

“Foi maravilhoso tocar no Brasil naquela vez e nos divertimos bastante, mesmo que tenha sido tudo muito rápido. A maioria do tempo passamos confinados no quarto do hotel e só saímos para tocar. Espero que tenhamos tempo desta vez para dar umas voltas por aí”, falou o vocalista.
Dos corredores da faculdade de Boston até Nova York botando quase 20 mil pessoas no Madison Square Garden em uma noite gelada, foram menos de cinco anos. O Passion Pit apareceu quando Angelakos gravou umas canções para a namorada no Valentine’s Day de 2008 e ela espalhou pela universidade. De lá para cá nunca mais pararam de crescer.

“Não é que ela fosse popular, mas a gente tinha alguns amigos, que tinham outros amigos e minha música foi passando de mão em mão. Coisa comum hoje. Naquela época o MySpace tinha importância e ajudou. Isso nos ajudou a gravar o primeiro disco rapidamente”, lembrou Angelakos.
“Sobre o show do Madison Square Garden, foi um momento que nunca pensamos alcançar e nos deixou orgulhosos da nossa carreira. Trabalhamos tanto e tão duramente, com vários percalços no caminho, que acho que merecemos tanta gente enfrentando neve para nos ver.“

Mesmo em meio a essas questões médicas que devem formar os tais “percalços no caminho”, Michael Angelakos vê um terceiro disco do Passion Pit pela frente, mas não agora.
“Neste momento ainda estamos todos focados em fazer o ‘Gossamer’ ser tratado com o respeito que a gente acha que ele merece, o que significa que ainda temos um bom caminho promovendo ele. Levei anos trabalhando nele, ele merece anos de shows e vídeos. Só então vamos sentar e fazer o disco três.”

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A volta do Queens of the Stone Age em 40 segundos
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Lúcio Ribeiro

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Que chegue logo junho, mesmo que o seminal Queens of the Stone Age esteja em São Paulo na próxima semana, como atração de peso do Lollapalooza Brasil. A banda do dândi Josh Homme chacoalhou a internet no fim da tarde de hoje ao soltar misteriosamente trechos de faixas do próximo disco que, somados, dão só 40 segundos. Mas tudo bem.

O aguardado próximo álbum da banda, pelo jeito, será lançado em junho, já que no site oficial do grupo, além destes trechos, tem a logomarca nova da banda e “June” logo abaixo. O site cool Antiquiet indica que o disco será mesmo lançado nesta época e que o título do álbum é “…Like Clockwork”.

Não bastasse ser um disco novo do QOTSA, “…Like Clockwork” tem Dave Grohl como uma espécie de membro permanente na bateria, deve contar com as voltas de Nick Olivei, Mark Lanegan e Alain Johannes, e também terá participações especiais de peso, caso de Trent Reznor, Jake Shears (Scissor Sisters) e… Elton John.

Os 40 segundos de barulho, psicodelia e distorção vêm abaixo. Chega, junho.


Popload entrevista: Dan Auerbach, do Black Keys
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Lúcio Ribeiro

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* Uma das principais atrações de um festival no Brasil no ano inteiro, pode escrever, a banda americana Black Keys se apresenta neste mês em São Paulo, como um dos imperdíveis destaques do megafestival Lollapalooza. Na verdade uma dupla formada pelo guitarrista Dan Auerbach e seu chapa baterista Patrick Carney, o Black Keys faz um dos shows mais famosos do planeta hoje no sábado, dia 30. A Popload conversou com o vocalista e guitarrista Auerbach na sexta-feira passada, para matéria que saiu publicada na Ilustrada, da “Folha de S.Paulo”, no sábado. Agora, abaixo, reproduzimos na íntegra o que no jornal saiu editado.

Fala, Dan. Conta para nós que sucesso todo é esse agora? :)

Talvez a “banda nova” de rock mais importante do mundo hoje, pelo menos uma das mais tocadas nas rádios (rock), em propagandas s e seriados de TV e com os shows de grandes arenas ou festivais mais disputados, o duo americano Black Keys é atração top do Lollapalooza Brasil, megaevento musical que toma por três dias o Jockey Club de São Paulo, no final do mês.
Pela primeira vez no Brasil, o Black Keys (Dan Auerbach no vocal/guitarra e Patrick Carney na bateria), dois amigos tocadores de blues-rock saídos dos rincões de Akron, Ohio, meio-oeste americano, chega ao país com status de “headliner” e lidera a programação do sábado, dia 30, com outras 20 atrações abaixo dele no dia.

O “banda nova” atribuído à dupla no começo do texto, entre aspas, é provocativo. O Black Keys é contemporâneo de Strokes e White Stripes dos início dos anos 2000 e já lançou sete discos. Lá pelo quinto e sexto álbuns, falamos de 2008 e 2010 respectivamente, ganhou forte reconhecimento indie. Com o sétimo, “El Camino”, lançado em 2011, virou “A Banda”.
Em uma era em que, por exemplo, uma artista como a rapper Azealia Banks tem certa fama, já estampou capas e capas de revistas, tocou em festival no Brasil, mas não se sabe ainda quando exatamente ela vai lançar o PRIMEIRO disco, por que levou tanto tempo para o Black Keys “explodir”?
“Realmente somos um enigma. Acho que antigamente era mesmo normal uma banda ficar mais popular depois que as pessoas acostumassem com vários álbuns. Hoje todo mundo vira hit no primeiro disco, antes até. Eu não sei explicar o que aconteceu, mas eu gosto de saber que, hoje, nós somos uma banda muito muito muito anormal”, disse o vocalista e guitarrista do duo, Dan Auerbach, em entrevista por telefone desde Nashville, Tennessee.

Banda nova, velha ou de “meia idade”, nesses tempos relativos da internet, o Black Keys segue deixando a música confusa, porque demorou para bombar, mas foram muito rápido de “atração mediana de festival graças a bons discos indies” até “principal atração” de festivais como Coachella e Lollapalooza (a matriz, de Chicago), capa da “Rolling Stone” americana, dois shows no Madison Square Garden (Nova York) lotados, batismo de “salvadores do rock’n’roll” dado pelo jornal inglês “The Independent” e vários troféus de um prêmio tão mainstream como o Grammy. Mas que, como em caso de rádios rock brasileiras, ainda são tocados depois da vinheta “Novidade”.

“Eu vejo a música hoje em dia um estilo muito fácil para quem tem alguma sorte de aparecer nos locais certos. Para a gente, foi tudo muito difícil. Cruzamos e cruzamos os EUA inúmeras vezes tocando em lugares pequenos, viajando de van, se alimentando mal. Mas não me arrependo. A dureza de banda pequena fez a gente ser que é hoje.”

O show que São Paulo verá do Black Keys, se completo com os aparatos de bolas de espelho no palco que acompanham a produção em apresentações gringas, é bonito de se ver, porque a banda é bonita. Dois caras na composição baterista-guitarrista lado a lado em um palcão enchendo de indie rock calcado no blues típico americano transformando o ambiente banda-plateia em algo bem sedutor, porque a música deles é sedutora.
A dupla, segundo o líder do Black Keys, deve vir ao país acompanhada do grupo-suporte que entra em cena em algumas músicas da apresentação, as que Dan Auerbach acha que precisam ser encorpadas por uma “banda de verdade” .
“Sim, vai todo mundo. Vai ser o show cheio do Black Keys. Vamos levar o outro guitarrista, baixista, o tecladista”, adiantou.

Ainda sobre o Brasil, Auerbach revela que nunca veio ao Brasil porque nunca chegou uma oferta para eles aparecerem por aqui para tocar. “Somos uma banda há 12 anos e nunca nos convidaram para ir à América do Sul”, afirmou.
O próximo álbum do Black Keys, o sucessor do importante “El Camino”, deve sair no final deste ano. O guitarrista do Black Keys adiantou que já tem algumas músicas ensaiadas para o novo disco. “Acho que já alcançamos metade do próximo álbum. Temos que entregar as demos para nosso produtor em um mês. Talvez ele saia ainda neste ano.”

Sobre essa polêmica virtual recente que envolveu a banda, que de uma certa explicita essa história de o Black Keys agora ter oficialmente entrado no primeiro time da música popular, pelo menos num mundo muito além da indie music, Dan Auerbach ri.
Para resumir bem, seu companheiro, o baterista Patrick Carney, arrumou confusão depois do último Grammy com Justin Bieber, via Twitter, depois da última premiação do Grammy. A repercussão foi enorme, no Twitter e nos noticiários pop. Claro, envolveu os fãs do cantor mirim canadense, que tomou as dores dele contra o baterista.
“Oh, man, isso é muito coisa do Patrick. Ele é assim, gozador. Foi arrumar confusões com fãs do Justin Bieber. Como eu não ligo para o Bieber e para Twitter, ele que se vire”, se diverte Auerbach.
O Black Keys, dois jecas de Ohio que tocam blues, veeeeeeja você, chegou ao conhecimento das Beliebers.
A banda está famosa ou não?

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Março lindo. Cine Joia recebe o Paul Banks, do Interpol. E ingressos para os shows solo do Lolla estão à venda nas bilheterias da casa
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Lúcio Ribeiro

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* Cola aê, Paul Banks!

O dândi-indie vocalista do grupo americano Interpol, o rapaz Paul Banks, em sua interessante versão solo, faz show no Cine Joia, no dia 14 de março, e não mais no Grand Metrópole, onde estava previamente marcado. Em novo local, a apresentação de Banks servirá para divulgar o belo disco “Banks”, lançado no ano passado. Paul Banks no Brasil, ação confirmada primeiro por crowdfunding, marca a estreia da plataforma de shows do Club NME no Brasil.

Os ingressos para o Paul Banks estão à venda via Ingresso Rápido, na internet. Os que foram comprados até agora, para o Grand Metropole, valem para o Cine Joia. E as bilheterias da casa de shows da Liberdade devem receber amanhã um lote físico para venda no local, sem taxa de conveniência. Confirme com o Cine Joia a chegada, antes de se dirigir à casa.

** SIDE SHOWS LOLLAPALOOZA – Já os ingressos para os shows solo de Hot Chip, Alabama Shakes e Of Monsters and Men, atrações do Lollapalooza que nos dias do festival se apresentam também no Cine Joia, cada um em um dia, esses estão na bilheteria da casa, já. Portanto, sem taxa de conveniência. O Hot Chip toca no Joia na sexta-feira 29 de março. O Of Monsters and Men no dia seguinte, sábado. E o Alabama Shakes fecha a série solo no domingo, 31.


Agora sim. Extra Lollapalooza Brasil: Cine Joia recebe shows solo de Hot Chip, Alabama Shakes e Of Monsters and Men. Apresentação solo do Passion Pit foi cancelada
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Lúcio Ribeiro

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* Agora sim é oficial. Mudou tudo nos shows solo das bandas que se apresentarão no Lollapalooza Brasil, em março. Três dos quatro “side shows”, apresentações intimistas fora do ambiente de festival do Jockey, por uma questão de logística acontecerão agora no Cine Joia, em vez de ocorrerem no Grand Metrópole (Centro). Do que foi anunciado antes, inclusive com venda de ingressos, o Passion Pit foi cancelado. Mas o grande grupo electro-indie Hot Chip (foto abaixo) e as revelações Alabama Shakes (acima) e Of Monsters and Men se apresentarão na Liberdade. Acompanhe a nova programação dos side shows do Lollapalooza, no Cine Joia:

Sexta, dia 29
Hot Chip + Mix Hell Dj set
Porta: 22:30
DJ set Mix Hell: 23h
Hot Chip: meia-noite

Sábado, dia 30
Of Monsters and Men
Porta: 22:30
DJ: 23h
Of Monsters and Men: meia-noite

Domingo, dia 31
Alabama Shakes
Porta: 22:30
DJ: 23h
Alabama Shakes: meia-noite

Quem comprou os ingressos para o Cine Metrópole pode usá-lo para entrar no Cine Joia. As entradas estão sendo comercializadas aqui. Mais informações em breve, no Facebook do Joia e no site do Lollapalooza Brasil.

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The Killers e o Bernard Sumner
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Lúcio Ribeiro

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O The Killers, atração Lollapalooza Brasil mês que vem, pagou com juros sua dívida com a importante cidade de Manchester na noite de ontem. No final do ano passado, o grupo de Las Vegas precisou abandonar o show que fazia na cidade para mais de 20 mil pessoas porque a voz de Brandon Flowers simplesmente sumiu. Na ocasião, a banda tinha tocado apenas quatro músicas e ficou aquela decepção gigante, já que o show era um dos primeiros da turnê do disco novinho, o “Battle Born”.

Só que este show, que era para ter acontecido em novembro, rolou na noite de ontem, no mesmo local, com um aperitivo especial. Para não ficar com o filme totalmente queimado com a cidade, Brandon chamou ao palco Bernard Sumner, vocalista e guitarrista do New Order, uma das bandeiras musicais de Manchester. Juntos, eles tocaram “Crystal”, hit de sua banda. A parceria era para ter rolado no show de novembro, dizem.

Um outro fato interessante é que este não deixou de ser um troca-troca musical. Em 2005, Brandon Flowers cantou a mesma “Crystal” com o New Order, durante show da banda no festival escocês T In The Park, em um desses momentos e essas reviravoltas que só a música pode proporcionar…