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O novo disco do… White Stripes!
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Lúcio Ribeiro

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* Tudo bem que é um ao vivo de 2003, em comemoração aos 10 anos do lançamento do famoso disco “Elephant”, mas é um novo do já mitológico White Stripes, afinal de contas. Uma das três principais bandas a surgirem desde o boom 2000 do novo rock, o White Stripes, que acabou em 2011, bota mais um disco para sua linda coleção, o duplo “Nine Miles from the White City”, gravado no Aragon Ballroom em Chicago. Agora estou confuso, mas quase certeza que eu estava neste show. Whatever.

“Nine Miles from the White City”, pelo que eu entendi, a princípio sai em vinil apenas, um branco e um vermelho. Foi anunciado no “clubinho de assinantes” Vault, um departamento de lançamentos especiais dentro do site da Third Man Records, a gravadora cool do Jack White. O pretexto do lançamento do disco, agora, segundo anúncio, é que ele é de um show da era do “Elephant”, o álbum campeão milionário do White Stripes, lançado há dez anos.

“Nine Miles”, além das clááássicas do White Stripes, traz um monte de cover dos preferidos de Jack White, tipo Robert Johnson, Captain Beefheart e Bob Dylan. O Vault deu uma degustação de “I Want to Be the Boy to Warm Your Mother’s Heart” para nós, que segue abaixo. E, depois, a lista das músicas total que formam “Nine Miles from the White City”.

** As músicas do novo ao vivo do White Stripes

– When I Hear My Name
– Dead Leaves and the Dirty Ground
– Love Sick (Bob Dylan cover)
– Hotel Yorba
– Aluminum
– Cool Drink of Water Blues (Tommy Johnson cover)
– The Hardest Button to Button
– I Want to Be the Boy to Warm Your Mother’s Heart
– Stones in My Passway (Robert Johnson cover)
– Stop Breakin’ Down (Robert Johnson cover)
– Do
– In the Cold, Cold Night
– Seven Nation Army
– The Same Boy You’ve Always Known
– Black Jack Davey
– We Are Going to Be Friends
– Offend in Every Way
– Little Cream Soda
– Cannon/Party of Special Things to Do (Captain Beefheart cover)
– Candy Cane Children
– The Air Near My Fingers
– Screwdriver (tease)
– Ball and Biscuit
– Screwdriver (reprise)
– Let’s Build a Home
– Goin’ Back to Memphis (Henry & June cover)


Seven Nation Army, parte 2. White Stripes vai lançar edição especial de “Elephant”, 10 anos, no Record Store Day, em abril
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Lúcio Ribeiro

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* Jack White, capo da Third Man Records, anunciou no final de semana que vai relançar o seminal “Elephant”, do White Stripes, em edição especial feita para o Record Store Day. O dia que celebra o produto disco e suas lojas à beira da extinção acontece dia 20 de abril. E o “Elephant”, que elevou o White Stripes à condição de banda estratosférica, completa 10 anos neste ano. Jack White é o embaixador do “feriado” da música, nos EUA.

A edição limitada do disco que tem “Seven Nation Army”, até hoje cantada nos estádios de futebol (aqui no Brasil, torcidas do Inter e do São Paulo), virá em vinil duplo. Um deles terá um lado preto e outro vermelho. E o outro, todo branco. Virá ainda um cartão para baixar os MP3. Parece que toca a capa, parte externa e interna, será show. Uma cópia “normal” de “Elephant”, quarto disco de Jack e Meg lançado no dia 1º de abril de 2003 para chacoalhar o novo rock, vai ser reeditado em vinil preto até o final do ano.

Na página de notícias da Third Man Records, White deixou um vídeo com as capas da edição especial de “Elephant” sendo preparada nas impressoras. Mais um do “movimento teasers”.

“Elephant”, o disco, tem “Seven Nation Army”, OK. Mas também tem esta:

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As intenções do Blur e a lista das melhores músicas dos últimos 10 anos
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Lúcio Ribeiro

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* A banda inglesa Blur saiu a campo (Facebook e Twitter) pedindo votos para música sua que concorre a, atenção, “melhor música dos últimos dez anos”. Parece mais uma listinha quaquá dos ingleses, e é, mas essa é bacana por alguns motivos. Entre as várias comemorações de 10 anos da importante BBC Radio 6 Music, que foi ao ar pela primeira vez em 11 de março de 2002 e já tocou neste tempo cerca de 1 milhão de músicas, a emissora resolveu fazer a enquete das músicas mais relevantes de seu período de vida.

Para você ter uma ideia do quanto os britânicos levam esse tipo de coisa a sério, uma banda do tamanho do Blur saiu às redes sociais conclamando seus fãs a votarem.

As canções que entraram no “Top 100” já pré-selecionado pelos principais jornalistas musicais da Inglaterra, seja jornal, rádio e revista, fora músicos e outras figuras selecionadas, tiveram como critério básico ter sido compostas entre março de 2002 e o final de 2012.

Se você quiser entrar na votação, vá até o site do BBC 6 Music e escolha. Meu voto já está lá. E não foi na música do Blur. Sorry, Damon.

Dá para você ver também quem o júri votou.

A emissora também prepararou uma página com um playlist de Youtube das 100 músicas. Dá para ouvi-las na sequência.

Eis algumas das 100 melhores músicas dos últimos dez anos. E aí, eu pergunto.

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Jack White e o disco novo vinil azul e preto ao vivo e cheio de White Stripes
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Lúcio Ribeiro

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* Um dos caras mais ativos no rock já faz tempo, o imparável Jack White está lançando, para os cadastrados em sua gravadora, selo, loja e estúdio Third Man Records, uma cacetada de material novo, dessas fornadas de lançamentos especiais e de certa forma inusitados que de vez em quando ele arma para os fãs.
Desta vez é o “Vault Package 14”, que entre outras coisas contém os singles em vinil de 7 polegadas, em versão demo, de “Freedom at 21” e outros do seu aclamado álbum “Blunderbuss”, um álbum de fotos da turnê do Dead Weather (a banda rrrrrock dele com a Alisson do the Kills e cia) e, o melhor, um álbum duplo em vinil preto e azul chamado “Live at Third Man Records”, com Jack White tocando seu disco novo um mês antes do lançamento em show em Nashville, sede de sua gravadora, que completava três anos da inauguração, na data (8 de março deste ano).

O Disco 1, com as minas Peacocks, tem:
1 “Dead Leaves And The Dirty Ground”
2 “Missing Pieces”
3 “Sixteen Saltines”
4 “Love Interruption”
5 “Hotel Yorba”
6 “Top Yourself”
7 “Hypocritical Kiss”
8 “You’re Pretty Good Looking (For A Girl)”
9 “Blue Blood Blues”
10 “We Are Going To Be Friends”

O Disco 2, com os manos Buzzards, tem:
1 “My Doorbell”
2 “Freedom at 21″
3 “I Cut Like A Buffalo/ Don’t Sweat The Technique”
4 “You Know That I Know”
5 “Weep Themselves To Sleep”
6 “Ball & Biscuit”
7 “Steady As She Goes”
8 “Seven Nation Army”
9 “Goodnight Irene”

Deste álbum duplo a gente tira a fantástica “Dead Leaves and the Dirty Ground”, dos tempos de Jack White no White Stripes. A música era muito mais intensa e crua e vibrante e, hum, “menos adulta” que nesta fase atual de White. Mas ainda sim é uma das melhores músicas dos últimos 12 anos.

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A música mais importante dos últimos dez anos
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Lúcio Ribeiro

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* Já escrevi coisas semelhantes em relação a “Seven Nation Army” desde que ela apareceu, em 2002. A música do White Stripes nasceu como um pequeno hino revolucionário indie americano e virou um grande hino do futebol mundial. Trouxe uma contundente e improvável linha de baixo inicial, reconhecida tipo riffs de guitarra do Deep Purple, em uma banda famosa por não ter baixo. A canção fez o White Stripes, uma dupla formada por uma baterista “simplista” e um guitarrista de blues com cara de personagem do Tim Burton, virar megabanda, ser headline de festival gigante, vender milhões.

Eu desconfiei que “Seven Nation Army” iria transcender seus limites indies num tumulto em um Reading Festival de 2000 e pouco, em que a banda iria tocar. Uma confusão qualquer de verificação de ingressos e barreiras de seguranças e muita gente chegando ao mesmo tempo, naquele ano formou-se um vagaroso e enorme congestionamento humano para entrar no festival. E o povo, do nada, em vez de estressar, começou espontaneamente a cantar em coro “Ôôôô-ô-ô-ô-ô-ô-ôôôô”, imitando com a voz o baixo do começo da música.

No futebol, “Seven Nation Army” começou a ganhar as arquibancadas em jogos da Champions League. Dizem que foi ouvida pela primeira vez em torcedores belgas, mas ficou algo famosa com a torcida da Roma. Até virar o “tema da vitória” da Itália na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. De lá para cá, até a torcida do Inter de Porto Alegre canta “Seven Nation Army”.

Enfim, história mais que conhecida e tal, “Seven Nation Army” completa 10 anos neste ano ainda com uma força incrível. Quem assiste a atual Eurocopa, torneio de seleções só não tão importante quanto a Copa em si, viu que a música “velha” do White Stripes é seu principal tema. É ouvida nos intervalos, quando as seleções entram em campo, na hora do gol, em propagandas de cerveja etc.

Daí que, ufa, chegamos onde eu quero chegar. Vai o Jack White, em sua versão solo com duas bandas, uma feminina e outra masculina, tocar no final de semana passada em um festival da BBC Radio One, em Hackney, bairro de Londres. No Hackney Weekend. E, óbvio, com a banda de homens, chegou a hora de mr. White ainda sentir a força de sua criação. E “Seven Nation Army” chegou assim, espetacular:

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Popload entrevista: JACK WHITE – “Tocar no Brasil? Não vejo a hora. Se o país não fosse tão longe, iria três vezes por ano”
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Lúcio Ribeiro

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* A Folha de S.Paulo publicou hoje, na Ilustrada, uma entrevista que fiz com mister Jack White, assombroso guitarrista e dono de um dos melhores discos do ano, já. Como sempre, a gente replica aqui na Popload na versão maior, sem cortes e tal. Ladies and gentlemen, JACK WHITE Extended Version.

O talentoso músico americano Jack White tem um urubu no ombro na capa de seu disco, o recém-lançado “Blunderbuss”, muito provavelmente já inscrito na lista de melhores álbuns do ano mesmo estando longe de dezembro.
Além da ave negra, as letras do primeiro álbum solo da já longa carreira de White é muito sobre perdas, mudanças. O guitarrista não faz muito tempo acabou com seu casamento e botou um fim de vez na extrafamosa dupla White Stripes.
Apesar da carga sombria que acompanha o disco desde capa, letras e músicas, “Blunderbuss” é bastante iluminado. E White parece estar muito feliz por toda a repercussão em torno dele.
“As pessoas costumam achar que rompimentos são sempre trágicos. Não são. O fim de uma banda ou de um relacionamento não necessariamente é algo negativo”, White, em entrevista à Popload por telefone.

Ah, então você vir agora com um trabalho solo depois de integrar algumas bandas famosas não expressa o sentimento de “Eu quero ficar sozinho”?
“Foi acidente. O White Stripes acabou e o pessoal do Raconteurs e do Dead Weather está muito ocupado no momento com suas outras bandas. E essas músicas que eu botei no disco começaram a sair e me vi sozinho”, contou White. “Mas nada planejado e nada demais, também. Só me pareceu o jeito mais fácil.”

Não é fácil acompanhar a mente de Jack White. Quem o segue desde os tempos de White Stripes, que ajudou no começo dos 2000 a dar uma mexida no estado de ânimo da música jovem, sabe disso.
Primeiro injetou blues no indie e popularizou um formato de “banda de dois” só com guitarra e bateria, sendo que a baterista, mulher, nem era lá uma graaande baterista. Depois, no auge dessa, inventou outra, uma banda de amigos. Na sequência, uma supergrupo indie com um povo de outros grupos famosos. Agora, saiu solo, fez um disco que tem punk, country, blues, rock clássico, Queen. E montou DUAS bandas para acompanhá-lo: uma só de garotas, outra só de rapazes. Como ele explica esse “estranho mundo de Jack”?

“Eu nunca quero ficar quieto, parado. Preciso sempre seguir em frente. É difícil, porque o mundo do showbiz envolve fazer a mesma coisa o tempo todo! Este álbum saiu em meio a sessões minhas com vários músicos, e fui incluindo mais e mais gente na gravação do disco. Até que, quando chegou a hora de apresentar essas músicas ao vivo, decidi levar duas bandas comigo! Para que isso fosse um desafio”, explicou.
“Se você está em uma banda como o White Stripes, eles dizem o que você deve fazer, que você tem que ficar naquela banda por muito tempo e provavelmente fazer quatro ou cinco discos ruins na sequência. E só então parar. Não fizemos isso.”

Jack continuou: “Você não deve começar uma turnê pela América do Sul para promover um disco, se quiser lucrar. Com o White Stripes, fizemos isso e perdemos dinheiro, mas era o que queríamos fazer! Você não deve ter duas bandas na turnê como eu estou fazendo agora. Bad business! [Risos] Mas eu quero que assim aconteça! Não ligo para as regras. E é por isso que está dando certo. Se você é a Britney Spears e toma esse tipo de decisão, a sua carreira vai pro espaço! Tenho sorte que estou em uma posição na qual posso tomar essas decisões.”

E o urubu? “Foi um amigo que colocou ele lá. Pensando nas letras e nas coisas que estavam na minha cabeça, ele tinha que estar ali. E parece, na foto, que estamos fazendo amizade. Ou que fiquei amigo da morte”, disse. E sorriu.

**** + JACK WHITE, AGORA EM TÓPICOS

– “BLUNDERBUSS” – “Não sei se consigo responder como eu definiria esse disco. Você está perguntando para a pessoa errada. Eu penso em todas as músicas individualmente e não consigo vê-las como um todo. Cada uma desempenha um papel no disco e faço todas elas como se fossem o lado A do single! Quando eu comecei a mixar o disco, comecei a colocar as peças no lugar de uma maneira que elas funcionassem como um todo e fizessem sentido.”

– WHITE STRIPES – “Não vai haver volta. Acabou de vez! O que eu amo nisso tudo é que nós nunca fizemos nada de que não nos orgulhássemos. Não há uma música sequer que a gente tenha lançado e não ame. E isso é um histórico maravilhoso quando você olha para trás. A maioria das minhas bandas preferidas lançaram álbuns ruins e passaram anos nesse conflito. Nós nunca fizemos isso! Passamos treze anos juntos, é muita coisa, muita música.”

– AMAZONAS, 2005 [Sobre ter se casado no Rio Amazonas com um padre e um pajé e tocar no Teatro Amazonas, em Manaus, um lugar onde bandas internacionais não costumam tocar] – “As duas coisas aconteceram no mesmo dia, 1 de junho. Foi uma experiência incrível para mim, do começo ao fim. Casar de manhã no Amazonas e tocar no teatro à noite. Impressionante. Na verdade, nunca mais voltaria a Manaus para outro show, porque não gostaria de recriar aquele momento da minha vida. Foi bonito demais. Um dos melhores dias da minha vida.”

– BRASIL EM BREVE? – “Claro que sim, não vejo a hora! Queria que o Brasil não fosse tão longe, senão eu iria umas três vezes ao ano!”

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Sxsw 2012 – Vendo o Jack White da janelinha
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Lúcio Ribeiro

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* Popload de volta a São Paulo. Messing with Texas, agora, só no ano que vem. Várias coisas para falar, ainda, do fantástico festival South by Southwest 2012, que vamos botar em ordem aqui durante esta semana.

Jack White, da janela, em ação no Sxsw

* O Jack White estava zoando com a minha cara, no South by Southwest. Assim:
1. No Sxsw, tinha um passe “mágico” chamado Sxxpress Pass. Com um desse nas mãos, você podia furar a fila que fosse no clube que fosse e entrar em qualquer dos lugares de shows do festival. Para tê-lo, tinha que ir buscá-lo logo de manhã para os shows mais concorridos, no QG do Sxsw. Com seu crachá, você tinha direito a um por dia, para o show/clube do dia. Eu, que estava hospedado colado ao Centro de Convenções, pensei: “vou catar um pro show do Jack, óbvio”. Às 10h da manhã do dia do show do Jack White no Stage at Sixth, os Sxxpress para o local já estavam esgotados. Desde 9h30.
2. Beleza, me viro na hora de entrar, pego fila e tal. Daí soube que o ônibus da Third Man Record, a gravadora do Jack White, estaria vendendo em seu ônibus-loja, que rodava o Sxsw e ia parar na frente do clube que ele ia tocar, o single em vinil de “Sixteen Saltines”, com exclusividade para o festival. Eu na filinha de compras da loja móvel e o single esgota, com o último vendido exatamente para o cara da minha frente.
3. Na fila para o show, bem longe da porta (cheguei uma hora e meia antes de começar), vem o aviso. Seria difícil entrar no clube, naquele ponto da fila. Fui embora.
4. Voltei mais tarde, na hora do show, só para ver a muvuca da porta. Daí o que vi foi uma multidão do lado de fora, olhando pela janela. O palco era colado à janela, ela estava aberta e dava para ver Jack White e banda tocando. O som era bom mesmo do lado de fora. Deu para ver o show, não tão bem como para quem tava dentro. Mas deu.
5. O show, dividido em dois por gênero sexual, durou quase duas horas e teve sete músicas de sua banda mais famosa, o White Stripes. Foi um “White Stripes diferente”, agora com arranjos cheios, não só o minimalismo de guitarra-bateria que marcou a banda.
6. Jack White tocou músicas de seu disco que vai sair, o “Blunderbuss”. Algumas do Dead Weather e do Raconteurs. E muitas do White Stripes. “Hotel Yorba”, “Dead Leaves and the Dirty Ground”, “Hello Operator”, “Hardest Button to Button”, “My Doorbell”, “Ball and Biscuit”, pelo que me lembro. E, óbvio, “Seven Nation Army”, seu maior hit, que foi cantado efusivamente pelo público, dentro e fora do bar. De vez em quando o Jack vinha e dava tchauzinho para nós.
7. O John C. Reilly estava pertinho de mim. Pena que eu não vi o BILL MURRAY. Haha, sério, o cara estava lá, soube depois.

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Jack White volta aos palcos e canta White Stripes, Dead Weather, Raconteurs e… Jack White
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Lúcio Ribeiro

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Enquanto não anuncia seu retorno ao Brasil ou do White Stripes, Mr. Jack White voltou aos palcos na noite de ontem, para um show fechado e bem intimista em comemoração ao terceiro aniversário da Third Man Records, seu próprio selo, na sede da empresa, em Nashville. Na plateia, apenas convidados, como a Alison Mosshart (The Kills e Dead Weather).

Jack tocou 19 músicas que resumem um pouco de sua carreira, desde o White Stripes, passando pelo Raconteurs, Dead Weather e… Jack White. Ele também apresentou algumas canções de “Blunderbuss”, seu álbum solo que tem lançamento previsto para 23 de abril.

White se prepara para uma série de shows nos Estados Unidos ainda este mês, incluindo uma apresentação no badalado festival South by Southwest, em Austin, no dia 16. Lembrando que, ano passado, ele se apresentou no SXSW em um ônibus.

* O setlist do show de ontem na Third Man foi o seguinte:
‘Dead Leaves And The Dirty Ground’
‘Missing Pieces’
‘Sixteen Saltines’
‘Love Interrupted’
‘Hotel Yorba’
‘Top Yourself’
‘Hypocritical Kiss’
‘You’re Pretty Good Looking (For a Girl)’
‘Blue Blood Blues’
‘We’re Going To Be Friends’
‘Freedom At 21’
‘My Doorbell’
‘Cut Like a Buffalo’
‘You Know That I Know’
‘Weep Themselves to Sleep’
‘Ball & Biscuit’
‘Steady as She Goes’
‘Seven Nation Army’
‘Goodnight Irene’ (Leadbelly cover)

* No último sábado, Jack foi a atração musical do programa Saturday Night Live. Além do single “Love Interruption”, que a Popload já destacou por aqui anteriormente, ele apresentou “Sixteen Saltines”, som mais roqueiro que também estará em seu álbum solo.


Feliz Dia dos Namorados, com o Jack White
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Lúcio Ribeiro

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Enquanto o White Stripes não anuncia seu retorno, vamos nos divertindo com “Blunderbuss”, álbum solo de Jack, previsto para ser lançado dia 24 de abril através de seu selo, Third Man Records.

Hoje, aproveitando o gancho do Valentine’s Day, Jack divulgou o vídeo de “Love Interruption” – primeiro single do projeto – que foi lançada semana passada.

No vídeo, dirigido pelo próprio, Jack é acompanhado por uma banda feminina.

* E enquanto Jack White não volta ao Brasil, ele anuncia shows a serem realizados nos Estados Unidos, em março. Vem, Jack.


Tem Que Ver Isso Aí: a semana na Popload
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Lúcio Ribeiro

>> SHOWS & SHOWS & SHOWS

* A indiezada moooorre do coração! Segura: as datas do MORRISSEY no Brasil!
* Enquanto isso, vale uma turnê dos Smyths?
* Summer Soul Festival: Florence é o novo soul. E não é também.
* Aquecimento RAPTURE: o show na Colômbia.
* RAPTURE em São Paulo: saiba como foi.
* RAPTURE em São Paulo, as fotos.
* RAPTURE em São Paulo, mais um vídeo: “Sail Away”
* Anunciado hoje: TING TINGS @ Circo Voador no dia 30 de abril AND TING TINGS @ Cine Joia, no dia primeiro de maio.

>> A SEMANA:

* Bem-vindo a 2012 com Pulled Apart By Horses, Mastodon e Lamb of God! Metaaal! lml
* Não deu para segurar. LANA totalmente vazada.
* LANA DEL REY e o remix de SEIS minutos do Damon Albarn.
* As velhas ideias do Leonard Cohen. Ouça o novo disco aqui.
* A Popload, o Michel Telô e o Wilco. É isso mesmo.
* São Paulo fez parte da pré-estreia mundial do documentário-show do Chemical Brothers .
* A volta tchutchuca do Sleigh Bells.
* TING TINGS e o pesadelo do segundo álbum.
* Arctic Monkeys fazendo a Katy B.
* Popeye é fã do Wilco.
* BAFO AO MAR! Ex-CSS e EX-Bonde-do-Rolê tocando juntos no navio ChilliBeans, a.k.a. Cruzeiro Indie. Vixxxxe!
* HOWLER, o novo novo-Strokes. Será?
* SEVEN NATION ARMY, a música que não descansa em paz, em versão novo-new-soul.
* E por falar em White Stripes, um fã da dupla decide vender tudo. Nem adianta ir lá porque ele conseguiu o que queria.
* Na foto acima, Tyler sendo Terry & Terry sendo Tyler. Pelas foto no blog do fotógrafo, esse editorial não foi nada fácil.

>> A SEMANA NO TWITTER:

THE BEST OF TWITTER em edição bilíngue: “Criminals Taking Advantage” Edtion